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Canonical e Microsoft anunciam o "Ubuntu on Windows", entenda como vai funcionar

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quarta-feira, 30 de março de 2016

Canonical e Microsoft revelaram hoje um projeto "secreto" que trará a funcionalidade do shell Linux contida no Ubuntu para o ambiente de desenvolvimento do Windows 10. Entenda como vai funcionar.

Ubuntu on Windows




A Microsoft vem se integrando ao Linux nos últimos anos, especialmente no Microsoft Azure, já vimos vários exemplos disso quando a empresa resolveu integrar o Ubuntu e o Red Hat entre as opções de sistemas operacionais disponíveis na plataforma.

Já vimos várias tentativas da empresa de "Linuxar" o Windows, e não estou falando nem da aparência do Windows 10 que é muitíssimo semelhante ao KDE Plasma 5, mas ferramentas como o Powershell que aceitava comandos comuns de Linux em um terminal Windows também fizeram parte do sistema.

Leia também: Entrevistamos a Canonical sobre o Ubuntu on Windows, veja aqui.

A questão agora é que o Azure é multiplataforma, ou seja, roda Linux e Windows, e muitos clientes preferem Linux nos servidores, com a ajuda da Canonical a Microsoft anunciou hoje o projeto "Ubuntu on Windows" que permitirá que os desenvolvedores que desejarem desenvolver aplicações multiplataforma ou apenas para Linux o façam usando o Windows 10 como sistema operacional sem precisar virtualizar o Ubuntu (ou outra distro), ou mesmo fazer um dualboot.

O ambiente de desenvolvimento do Ubuntu rodará nativamente dentro do Windows 10 sem ser uma emulação. Os usuários do Windows 10 poderão abrir o menu iniciar e digitar "bash" e ele abrirá um console cmd.exe rodando o "/bin/bash" do Ubuntu dando acesso ao "user space" do sistema da Canonical, isso quer dizer que os usuários também poderão usar vários recursos que fazem parte dos arquivos do Ubuntu como apt, ssh, rsync, find, grep, awk, sed, sort, xargs,md5sum, gpg, curl, wget, apache, mysql, python, perl, ruby, php,gcc, tar, vim, emacs, diff, entre outros.

Algumas pessoas se perguntam o porque disto e no que isso impacta o usuário. Na verdade se você for um usuário comum de Windows ou de Ubuntu você não sentirá diferença alguma, você apenas tirará proveito deste recurso se você for um desenvolvedor que prefere usar o Windows 10 como plataforma para desenvolvimento e que quer criar uma aplicação multiplataforma sem ter que fazer dualboot ou virtualizar outro sistema operacional.

Como Dustin Kirkland comentou no anúncio oficial da Canonical, muitas pessoas torcem o nariz para esse tipo de coisa, por que uma empresa que tem o Linux como sua base estaria ajudando a Microsoft a melhorar o seu produto? A resposta é que essa é uma via de mão dupla que favorece financeiramente as duas empresas e tecnologicamente também, que dá mais opções de escolha aos usuários e leva um pouco mais do Linux para uma ambiente que outrora fora muito mais fechado do que é hoje em dia, o Windows.

Esse tipo de parceria me faz pensar as vezes que tanto usuários, especialmente os ditos "fanboys", de Linux e de Windows estão torcendo o nariz agora, uns dizendo que é uma "traição do movimento" por parte da Canonical e o pessoal do Windows dizendo que é uma vergonha a Microsoft fazer isso pois seria admitir que o Windows não é superior ao Linux, blá, blá, blá...

No fim das contas, enquanto uns ficam raivosos por motivos um tanto quanto inúteis, as duas empresas seguem firmes e fortes, sólidas e com os bolsos mais cheios, enquanto a Microsoft deu aos seus usuários uma nova e boa ferramenta a Canonical ganhou uma série de novos clientes. 

Quando eu digo que o modelo ideal será o dia em que poderemos escolher o nosso sistema operacional por gosto e não por presença ou não de ferramentas é bom lembrar que isso vale para todos os sistemas e não somente para o Linux. Vamos acompanhar o desenrolar desta história e qualquer outra novidade você ficará sabendo por aqui.

Até a próxima!
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Microsoft investe US $1 bilhão na OpenAI, em busca da mais poderosa inteligência artificial

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terça-feira, 30 de julho de 2019

A OpenAI é uma organização sem fins lucrativos, sediada na Califórnia, que visa criar uma inteligência artificial geral. O centro de pesquisa vem desenvolvendo projetos que terão resultados à longo prazo, daí a importância de parcerias e investidores, como a Microsoft que possibilitam a manutenção e sobrevivência desses projetos.

openai-inteligencia-artificial-ai-agi-microsoft-open-source-tecnologia

No atual cenário da tecnologia as inteligências artificiais sempre têm como alvo uma situação em específico. No entanto, a OpenAI planeja um passo além, sendo considerado por muitos o próximo nível da computação, o “Santo Graal da inteligência artificial”. Uma inteligência artificial geral, AGI (sigla em inglês) não se limita a nichos, atuando de maneira abrangente e aprendendo diversos casos de uso. Esse conceito é tão sofisticado que “brilha os olhos” de gigantes e a Microsoft, que não é boba, investiu US $1 bilhão na OpenAI.

AI’s atuais têm grandes dificuldades em transmitir suas experiências e atuar em diferentes cenários, com outros sistemas focados em outros campos de atuação. AGI vem justamente para quebrar esse paradigma, englobando mais de um cenário. Obviamente, que uma inteligência artificial tão poderosa deve ter conceitos pautados em princípios sólidos, como a privacidade do usuário e transparência. Esses são temas centrais no desenvolvimento da tecnologia encabeçada pela OpenAI, sendo de código aberto, diversos setores da computação podem ser beneficiados. Lembrando que essa AI é algo para o futuro, estando em pleno desenvolvimento. Além da Microsoft, outros nomes de peso fazem parte do projeto, como o Elon Musk e Reid Hoffman (co-criador do LinkedIn).

Curiosamente existe um debate se tal empreitada é realmente possível e em quanto tempo uma inteligência artificial geral poderia ser desenvolvida, o site The Verge teve acesso a pesquisas dos principais especialistas do campo, e a estimativa era de que existem 50% de chances para a criação da AGI até o ano de 2099. Uma tarefa, “nada simples”, que necessita de um empenho grandioso, como o próprio objetivo. A parceria pode beneficiar a plataforma Azure, da Microsoft, criando tecnologias de supercomputação baseadas nessa inteligência artificial.

Você pode acessar o GitHub oficial da OpenAI, caso seja da área ou queira estudar sobre o tema.

Ainda existem pessoas que dizem que o modelo open source é um fracasso, que empresas não investem no código aberto, parece que Satya Nadella, atual CEO da MS, não concorda com esse tipo de visão.

Participe de nosso fórum no Diolinux Plus, novidades a todo momento em nossa comunidade.

Até o próximo post, “pois a Skynet está se aproximando”, SISTEMATICAMENTE! 😁😂😎

Fonte: The Verge.
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Streaming é o futuro de "tudo" o que consumimos na internet?

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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Desde que nos acostumamos com a facilidade do streaming, o mercado tem se mostrado maleável para se adaptar às novas formas de consumo de conteúdo em vídeo. A transmissão de dados em áudio e vídeo não é, contudo, uma tecnologia recente, mas foi popularizada com o desenvolvimento da velocidade da internet e, hoje, é o meio mais acessado para vídeos.

Portais como Amazon Prime e Netflix tiveram seu papel crucial na popularização deste tipo de serviço, que dispensa o download para acesso ao conteúdo. No entanto, devemos lembrar que, se o processo de popularização começou com o streaming para entretenimento, o cenário atual é bem mais expansivo.

Streaming de conteúdo







O conteúdo audiovisual é mais atrativo que o conteúdo escrito, ao menos o que as tendências indicam, basta observar as redes sociais mais famosas e os conteúdos mais acessados dentro delas. A exploração dos benefícios trazidos pelo streaming colhe bons frutos também em ações institucionais, webinars e treinamentos. Nesse contexto, o recurso de streaming é facilmente adaptado para objetivos de entretenimento, educação e negócios.

Não é que os eventos presenciais tenham perdido seu encanto, mas fato é que o alcance por streaming traz volumes consideráveis quando se fala em resultados. De acordo com a plataforma de soluções em educação DTCom, marcas gigantes estão investindo em suas próprias webTvs, ou mesmo realizando grandes espetáculos com transmissão ao vivo. Exemplo disso foi o anúncio de retirada dos títulos da Disney da Netflix, em razão da estratégia de uma plataforma própria do ratinho mais famoso do mundo.

Acesso a Streaming

Interatividade posta à prova


A transmissão audiovisual já é, por si só, uma ferramenta valiosa e uma estratégia assertiva na disseminação de conteúdo. Porém, há uma forma de fazê-la ainda mais eficiente.

A valorização da interação nestas relações é a nova máxima da comunicação de massa. A participação da audiência em tempo real enriquece o conteúdo e fomenta ainda mais uma relação de maior proximidade entre o comunicador e seu público.

Empresas especializadas em educação estão trabalhando no lançamento de plataformas de streaming com o viés de ministrar aulas em vídeo.

Mercado promissor para o iGaming


Além de impactos positivos nos setores de entretenimento e educação, um segmento específico tem observado que o caminho do streaming é uma grande aposta para obter melhores resultados.

É engraçado pensar nisso, mas geralmente o mercado de streaming de games vai muito além do que imaginar que os games tiple A de consoles passarão a rodar para nos nossos browser. Existem muitos serviços de games mais simples, de cartas, estratégia em turnos, que já geram muito valor na indústria e basicamente dependem de streaming de conteúdo. Além de streamings em plataformas como o Twitch e o YouTube, onde somos apenas espectadores, existe os famosos "jogos de browser", como onde você pode participar de um ambiente interativo, como o Betway cassino online. 

A rentabilidade é alta o suficiente para motivar, inclusive, que gigantes do mundo da tecnologia adotassem essa tendência que revolucionou a forma como as pessoas jogam atualmente. A própia Google anunciou que essa possibilidade existiria com serviços como o Stadia, integrado ao YouTube, ou outros games no estilo como, que já são clássicos, como Adventure Quest World, Dragon Awaken e muitos outros.

Streaming de conteúdo


Em razão disso, a Microsoft e a Sony anunciaram recentemente uma parceria em prol do desenvolvimento de novos serviços de games, sendo que o streaming será suportado pela plataforma na nuvem da Microsoft, o Azure. A Google já conta com um serviço similar à disposição. Também voltado exclusivamente para jogos, o Stadia distribui e dissemina conteúdo denso sobre jogos em formato streaming que chegará por completo em Novembro e que custará cerca de 180 a 240 Dólares por ano.

O futuro do streaming nesse setor é promissor, embora seja difícil fazer previsões mais concretas em razão dos constantes lançamentos relacionados à tecnologia. Mas uma coisa é certa: os investimentos estão criando um universo cada vez mais completo e rentável.

O streaming vai dominar a forma como nos entretemos e aprendemos?


O crescimento do streaming em diversos setores está acelerado e o público tem à disposição conteúdos on demand ou na modalidade live streaming nos mais diversos setores. Seja em plataformas de conteúdo com viés educativo, como a Edx Courses, ou em nichos de divertimento, como Spotify ou Hulu, Netflix ou Amazon Prime, é certo que não há previsão de contingência deste mercado tão cedo.

Em linhas gerais, é possível esperar da transmissão via streaming a liderança no que diz respeito ao acesso e interatividade com determinado tipo de conteúdo, dando maior independência entre público alvo e interlocutores em conectar-se de forma imediata e dispensando compatibilidade de agendas em alguns casos.

Por ser uma alternativa descomplicada e mais barata, a grande vantagem trazida com a tecnologia do streaming é a forma inovadora como lapidou o consumo de conteúdos pela internet, driblando o fator da disponibilidade dos seus consumidores face ao local em que se encontram, seja na hora da transmissão do conteúdo ou posteriormente.

O que você acha, será que o streaming vai tomar conta de praticamente todos os serviços? Continue a discussão no nosso fórum.

Até a próxima!
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Microsoft traz um kernel Linux completo para o Windows 10

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

A conferência voltada para devs da Microsoft, a Build 2019, foi recheada de novidades, como a possível chegada do Edge para Linux, do novo WSL e do Kernel Linux completo no Windows 10.

 Microsoft traz um kernel Linux completo para o Windows 10






Parecia que esse dia nunca chegaria, mas sim meus amigos e amigas, ele chegou. Estamos vendo Linux e Windows na mesma frase e o contexto não é  alguma “Guerra Infinita”. 😁😂

Quando anunciaram o WSL 2, também falaram que iam mandar junto um Kernel Linux completo, assim facilitando a VM que é criada via Hyper-V, consumindo menos recursos do computador, pois não vai precisar mais emular as APIs do kernel Linux no kernel NT, com isso o WSL 2 vai rodar um kernel Linux completo em uma VM muito leve.



Como o Kernel Linux é sobre a licença GNU GPL (General Public License), toda modificação feita pela Gigante de Redmond, terá que ser publicada, e assim ela se comprometeu a fazer, disponibilizando via GitHub.

Ainda teve as seguintes declarações:

“Esta não é a primeira vez que a Microsoft envia um kernel Linux, já que já lançamos um em 2018 quando anunciamos o Azure Sphere. No entanto, esta será a primeira vez que um kernel Linux é lançado com o Windows, o que é um verdadeiro testemunho do quanto a Microsoft adora o Linux!”, e complementou como vai funcionar na parte de segurança:

“Para manter o Kernel sempre atualizado com os mais novos recursos e correções na última versão estável do Linux. Para garantir a procedência de nossas fontes, espelhamos repositórios localmente. Estamos monitorando continuamente as listas de e-mail de segurança do Linux e fazendo parcerias com várias empresas de banco de dados CVE para ajudar a garantir que nosso kernel tenha as correções e mitigações mais recentes.”

Como dito no artigo sobre o WSL 2, é muito cedo dizer que a Microsoft vai migrar 100% do Kernel NT para o Kernel Linux. É impossível??? Não, só creio que se for acontecer não vai ser algo tão pra agora e sim daqui alguns anos, pois envolve muita grana e afeta quem constrói o seu app ou jogo, que em grande parte é voltado pensando como o “Windows pensa”, mas tudo pode acontecer e daqui 2 anos termos uma versão do Windows 10 com Kernel Linux, porque não?? 

Para conferir os anúncios oficiais no blog da MS, basta acessar aqui e aqui.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Red Hat leva software open source para outro nível

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quinta-feira, 9 de maio de 2019

A Red Hat, Inc. lançou nesta Terça-feira (7), o Red Hat Enterprise Linux 8 (RHEL 8) durante o Red Hat Summit 2019, principal convenção mundial da companhia que acontece em Boston, nos Estados Unidos. A novidade amplia o uso do Linux empresarial na cloud híbrida com maior ecossistema de software open source comercial da indústria.

Imagem: Reprodução






Construído para suportar qualquer aplicação, em qualquer ambiente, em qualquer lugar, o Red Hat Enterprise Linux 8 mantém o compromisso da Red Hat em gerar valor por meio de todo o stack de tecnologia empresarial, com o apoio de muitos líderes de TI. Desde o lançamento do Red Hat Enterprise Linux 7, em 2014, o ecossistema do Red Hat Enterprise Linux cresceu.

Centenas de fornecedores de software independentes (ISVs) agora entregam mais de 5 mil aplicações certificadas para o RHEL. 

“O Red Hat Enterprise Linux 8 fornece uma plataforma poderosa para ajudar empresas a abranger todas as estruturas de TI, desde servidores bare-metal até clouds públicas, mas para aproveitar completamente todas as estratégias de cloud híbrida, as organizações precisam de um stack de software abrangente. O amplo ecossistema de parceiros da Red Hat está cheio de soluções e conhecimentos necessários para que as empresas construam totalmente suas estratégias de cloud híbrida com toda aplicação e configuração de hardware testados e certificados para trabalhar efetivamente com a plataforma líder em Linux empresarial no mundo”, afirma Craig Muzilla, vice-presidente sênior de Principais Produtos e Serviços de Cloud da Red Hat.


Por meio do programa Red Hat Certified Cloud and Service Provider (CCSP), o Red Hat Enterprise Linux está disponível em uma ampla série de provedores de serviços de infraestrutura -- desde as maiores provedoras de cloud pública globais, como Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Platform e Microsoft Azure, até provedores de serviços gerenciados e de cloud, regionais e especializados. Mais de mil Red Hat CCSPs oferecem o Red Hat Enterprise Linux em suas infraestruturas de cloud pública, servindo como base para organizações adotarem estratégias nativas em cloud.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux

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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Aos longínquos anos 90 e começo dos anos 2000, a Microsoft via o Open Source e o Linux como inimigos a serem “abatidos e eliminados”, de fato, em certa época Steve Ballmer, então CEO, chegou a falar que o Linux era um “câncer” para a MS. Anos depois a empresa mudou bastante neste sentido, especialmente à partir de 2016.


 Microsoft comemora “dia do Pinguim” com Linux





Feito esse parênteses, hoje a Microsoft é mais próxima ao Open Source e do Linux, tanto que tem o Azure, o WSL e alguns apps portados para a plataforma, como o Skype e o Visual Studio Code. E quem sabe o navegador Edge e talvez o Microsoft Office 365, falaremos mais adiante.

Em referência ao #WorldPenguinDay (ao bicho mesmo), a conta de oficial da Microsoft que “cuida” da divulgação Open Source da empresa, fez um Tweet aproveitando a a oportunidade e “chamando” a comunidade a compartilhar quais projetos Open Source as pessoas mais gostavam:



Vários projetos foram mencionados, como o GNOME, KDE, Manjaro, Ubuntu, Pop!_OS, entre outros, como você pode ver na tread do Tweet acima.

Mas um comentário me chamou a atenção e a resposta a ele. O usuário Raywon Teja Kari, perguntou quando veríamos um porte do Microsoft Office 365 para Linux. E a conta da Microsoft respondeu, informando que ele deveria entrar no UserVoice do Office 365 e votar para isso, mais ou menos como aconteceu no caso da Adobe.



Se você quiser votar e ajudar a trazer o Microsoft Office 365 para o Linux, basta acessar aqui.

Um “ponto negativo”, pelo menos para mim, foi a ausência de empresas grandes do setor, como Canonical, IBM/Red Hat e a Suse (até o fechamento desta edição, elas não interagiram com o tweet, somente foram mencionadas)

Mas, tirando isso, acho muito importante essa guinada da Microsoft nesses últimos anos em apoiar o Linux e o OpenSource, isso mostra que o mesmo pode ser mais um aliado do que “um câncer a ser combatido”.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum, aproveite e conte pra gente qual o seu projeto Open Source favorito e viva o pinguim!

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Microsoft torna Open Source seu app calculadora

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Há quem diga que a Microsoft apenas está preparando o terreno para num futuro próximo “se apropriar” do Linux e do mundo Open Source, ainda existe quem afirma que com o Satya Nadella a postura da empresa mudou e que a MS adaptou-se ao mercado, porém sempre existirá a dúvida pairando na mente, de quem viveu aquela época obscura da empresa.

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Inegavelmente com o passar dos anos, a Microsoft veio disponibilizando cada vez mais o código de seus softwares, em 2014 o Microsoft .NET Framework teve parte do seu código disponibilizado, também teve o motor do JavaScript em seu “finado” browser Edge (em breve a atual versão do Edge, será baseado no Chromium), o Chakra, parece que a empresa está “cedendo” ao padrão de mercado, o “jeito Open de Ser”, e desta vez mais uma aplicação entra na lista, o app de calculadora do Windows 10.

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Distribuído sobre a licença de código aberto MIT, o app de calculadora do Windows 10, que é desenvolvido com o XAML, Azure Pipeline e Universal Windows Platform (UWP). Disponível no Github, todo o cronograma de desenvolvimento da aplicação, assim como a possibilidade de sugerir funcionalidades ou implementações, estará ao alcance dos desenvolvedores, e por ser Open Source, seu código pode ser utilizado em outros projetos.

Algo interessante para os novos desenvolvedores que pretendem utilizar de tais tecnologias, é ver como a MS utiliza seus padrões de desenvolvimento, uma forma eficaz de ver todo o processo e familiarizar-se com tais ferramentas.

E você acha que a MS está a cada dia indo em rumo ao Open Source? Será que no futuro o Windows será de código aberto? Algo interessante e que também pode entrar em discussão, ao se pensar numa Microsoft mais aberta, é seu pacote universal de programas, pauta de um Diocast, intitulado “Esse Windows ainda vai virar Linux?”, caso não tenha acompanhado basta ouvir todo esse bate-papo. 

Te espero no próximo post, e lembre-se, seja educado e respeite a opinião alheia, não esqueça de compartilhar o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Novo update do Windows 10 1903, permite acesso aos arquivos do Linux pelo Explorer

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Já não é novidade que a Microsoft vem se aproximando do Linux e do Open Source, pode ser com a liberação de mais 60k de patentes ou na criação de sistemas operacionais como o Azure ou com o WSL (Windows Subsystem for Linux). E mais uma novidade vem por aí.

 Novo update do Windows 10 1903, permite acesso aos arquivos do Linux pelo Explorer






Windows Explorer com mais capacidades


Em uma postagem feita em seu blog oficial, no dia 15 Fevereiro (2019), feita por Craig Loewn, Gerente de Projeto para WSL, a Microsoft fez os anúncios das novidades. Nesta postagem, Craig fala também em melhorias no gerenciamento e configuração na utilização da linha de comando.

Acessar arquivos do Linux pelo Windows, antigamente poderia acarretar na perda dearquivos e corrupção de dados, ou menos na inacessibilidade completa, o que será possível agora  sem esses contratempos, pontua Craig.

A implementação é feita atualmente pelo WSL


Para acessar os arquivos do Linux, basta abrir a sua distro favorita e conferir se você está  no diretório /home. Com isso basta digitar o seguinte comando:

explorer.exe.



Com isso, você pode acessar os seus arquivos normalmente e fazer as tarefas normais, como copiar, colar, arrastar arquivos para outros locais. Além de poder usar o menu do VSCode no diretório do WSL.



Na parte da linha de comando, você pode encontrar os arquivos com o seguinte comando:

\\wsl$\<running_distro_name>\

No exemplo abaixo, foi usado o Debian.



Para conferir o post completo e com mais informações, você pode acessar o seguinte link.

Ainda fica a questão das capacidades do Explorer de conseguir acessar partições reais de uma distro Linux em dual boot com o Windows, mas em tese, se há essa capacidade no gerenciador de arquivos do sistema da Microsoft dentro do WSL, fazer isso funcionar fora dele, para leitura de pelo menos o sistema de arquivos EXT4, parece um passo plausível.

Espero você no próximo post, forte abraço.
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Microsoft vai usar o projeto do Chromium como base para fazer o Edge

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Em 2015 a Microsoft lançava o seu mais novo navegador para a internet, o Edge, que viria substituir ou aposentar o já “velho de guerra e combalido” Internet Explorer. Mas desde a sua estreia o novo navegador da Microsoft não vingou e nem agradou a todos. O lançamento dele foi junto com o Windows 10.

Microsoft vai usar o projeto do Chromium como base para fazer o Edge





O novo navegador da MS veio com uma nova tecnologia como engine, o EdgeHTML, que prometia renderizar as páginas da internet de forma mais rápida, além de tornar o navegador mais seguro, rápido e leve. Mas não foi isso que aconteceu, em um curto espaço de tempo ele se mostrou com muitos bugs, falhas e problemas que fizeram os usuários largarem o Edge de lado. Hoje somente 4% das pessoas usam o Edge para acessar a internet, mesmo com todo o esforço de marketing da Microsoft.




No comunicado postado nesta quarta-feira (6), em seu blog a Microsoft comenta o seu aumento na participação na comunidade de software livre (OSS) e assim se tornando um dos maiores apoiadores de projetos (OSS). E teve algumas partes que são interessantes em destacar:

“Os desenvolvedores da Web terão uma plataforma web menos fragmentada para testar seus sites, garantindo que haja menos problemas e maior satisfação para os usuários de seus sites; e como continuaremos a oferecer o entendimento orientado a serviços do Microsoft Edge de sites herdados somente do IE, Corporate IT terão compatibilidade aprimorada para aplicativos da Web antigos e novos no navegador que acompanha o Windows.”

Outro ponto interessante foi:

“Vamos passar para uma plataforma Web compativel com o Chromium para o Microsoft Edge no desktop. Nossa intenção é alinhar o Microsoft Edge com outros navegadores baseados no Chromium e tecnologias suportadas por eles. Isso fornecerá compatibilidade aprimorada para todos e criará uma forma mais simples dos desenvolvedores testarem suas aplicações para a maior parte dos browsers.  O Microsoft Edge agora será entregue e atualizado para todas as versões suportadas do Windows e com maior frequência. Também esperamos que esse trabalho nos permita levar o Microsoft Edge para outras plataformas, como o macOS.”

Para ver o comunicado completo veja o blog oficial deles.

Com isso a Microsoft dá mais um passo em adotar o open source em seu portfólio de produtos, contando com o WLinux, GitHub, Azure, abertura das 60 mil licenças entre outros. 

E com isso podemos pensar quem sabe em um dia poder usar um navegador oficial da Microsoft de forma nativa nas distros Linux, por que não né?? (lol). Visto que eles querem levar o Edge para outras plataformas.

Curioso é o fato de que praticamente todos os navegadores atualmente dividem uma base semelhante, uns mais outros menos, Chrome, Chromium, Vivaldi e Opera, Yandex e muitos outros, incluindo agora o novo projeto da Microsoft, todos tem uma base semelhante em comum, deixando o Safari e o Firefox como os “diferentões” do mercado.

O que você achou da novidade da Microsoft?

Até uma próxima e um forte abraço.
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SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado.

SUSE atravessa momento positivo, com crescimento da receita e ofertas inovadoras em open source






A SUSE, empresa que oferece soluções em software em open source, prepara-se para embarcar em sua próxima fase de desenvolvimento corporativo como uma empresa autônoma. Dá seguimento ao seu crescimento, enquanto impulsiona seus produtos, soluções emergentes, comunidades e parceiros, e expande sua presença em novos segmentos do mercado. 

A SUSE está melhor posicionada para orientar as empresas por meio das demandas de transformação digital, com inovação em open source e expertise em infraestrutura definida por software, entrega de aplicativos e tecnologias de computação em nuvem.

“A SUSE vem prosperando há décadas, com base em princípios simples: ouvir o cliente, aceitar a inovação e mudar para melhor”, afirma Nils Brauckmann, CEO da SUSE. “Além disso, estamos em uma trajetória crescente, com expansão tanto orgânica quanto por meio de aquisição tecnológica. Esse modelo de expansão, de ‘construir e comprar’, gera valor contínuo aos clientes e impulsiona o crescimento sustentável para as demandas do negócio. À medida que o negócio cresce, a SUSE continua comprometida em ser ‘open, open source’, oferecendo liberdade de escolha aos clientes”

Além de contrariar o conceito de “vendor lock-in”, a SUSE tem investido em flexibilidade e buscado evoluir de um mero “fornecedor Linux” para uma empresa de tecnologias para nuvem, infraestrutura definida por software e soluções de entrega de aplicativos. Isso gerou um crescimento dinâmico e lucrativo, à medida que a organização se adapta continuamente aos requisitos de parceiros e clientes. Como as empresas precisam ser cada vez mais ágeis e economicamente eficientes, precisam alavancar ativos digitais, informações e inovações de software, que possibilitem a transformação digital.

A SUSE é construída a partir de sua expertise com o Linux e trabalha com um ecossistema de parceiros e comunidades, para adaptar e proteger soluções open source apoiadas por serviço e suporte superiores. Essas tecnologias emergentes da infraestrutura são construídas no open source e Linux, e criam novos níveis de liberdade e flexibilidade para clientes.

“Nos últimos anos a SUSE expandiu seu portfólio para novas áreas, como armazenamento, nuvem e containers. Por conta da maior independência e aquisição pelo grupo sueco EQT Partners, a SUSE está respondendo à demanda de mercado com uma plataforma neutra, porém abrangente, que suporta múltiplas nuvens públicas e privadas, assim como integração de infraestruturas on-premises com softwares como o SUSE Linux Enterprise (SLE) 15” , diz Jay Lyman, analista principal da 451 Research.

A liderança da SUSE em mercados consolidados e emergentes é evidente em todo o mundo. Seus clientes estão entre as nove das 10 maiores empresas aeroespaciais, as 10 maiores fabricantes de automóveis, quatro dos cinco maiores bancos, metade dos maiores supercomputadores e 80% das organizações presentes na Fortune Global Top 50. Além disso, 70% de todos os aplicativos SAP em execução no Linux são executados em SUSE Linux Enterprise, incluindo mais de 90% das implementações SAP HANA. A SUSE desenvolveu o mercado de mainframe Linux há mais de 17 anos, permanecendo até hoje como líder.

“Como membros fundadores da Linux Foundation, a IBM continua trabalhando com a SUSE nas principais iniciativas open source, inclusive com o SLES como uma empresa com todo o suporte, sistema operacional otimizado para as plataformas da IBM – IBM Z, LinuxOne e Power Systems”, relata Kathy Bennett, vice-presidente de desenvolvimento e suporte técnico do IBM Systems ISV Ecosystem. “Nosso trabalho conjunto para dar suporte ao SAP HANA no IBM Power Systems, KVM na arquitetura Z, IBM z/VM integrada com tecnologias baseadas em nuvem e containers está acelerando a adoção pelos clientes de plataformas open source”.

“Na HPE, estamos comprometidos em fortalecer as iniciativas open source e padrões abertos em todo o setor, e lideramos os esforços no setor, com foco especial no Linux, há mais de 15 anos. Temos uma colaboração contínua com a SUSE em Linux, OpenStack e outros projetos. Eles impulsionam nossos esforços conjuntos para fornecer soluções valiosas, baseadas em open source, ao mercado”, declara Scott Farrand, vice-presidente de Hybrid IT-Platform Software da HPE.

Outros marcos para o momento positivo de negócios da SUSE incluem:

● De 1º de outubro de 2017 à 30 de abril deste ano, a SUSE registrou receita de US$ 182,9 milhões, o que representa um crescimento de aproximadamente 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O EBITDA ajustado para esse período foi de US$ 56 milhões, ou seja, cerca de 23% de crescimento ano a ano.

● Desde agosto do ano passado, a base de funcionários da SUSE cresceu em quase 20%, chegando a aproximadamente 1.400 profissionais. A empresa investiu muito em suas equipes de engenharia e atendimento ao cliente.

● Novas e inovadoras soluções de infraestrutura definida por software e entrega de aplicativos apresentadas pela SUSE neste ano incluem: 

a) SUSE CaaS Platform 3 uma plataforma de Container-as-a-Service (CaaS) com Kubernetes;

b) SUSE Cloud Application Platform, para gerenciar aplicações, Platform-as-a-Service (PaaS) de nuvem nativa, por meio de Cloud Foundry e Kubernetes;

c) SUSE OpenStack Cloud 8, para nuvens privadas prontas para a produção;

d) SUSE Enterprise Storage 5, para armazenamento corporativo definido por software,

e) SUSE Manager 3.2, para gerenciamento de infraestrutura,

f) E o SUSE Linux Enterprise 15, reconhecido mundialmente.

● A SUSE expandiu as parcerias com os principais provedores de nuvem pública, incluindo Amazon Web Services, Google Cloud, IBM Cloud e Microsoft Azure.

● Desde 2013, mais de 10,7 mil aplicações de parceiros e de 7,6 mil sistemas de hardware foram certificados para serem executados por meio de softwares SUSE.

● Para garantir um serviço de qualidade e o envolvimento do cliente, mais da metade dos profissionais da SUSE estão concentrados em desenvolvimento e suporte ao cliente. Por isso, 90% dos clientes da SUSE estão satisfeitos com a experiência com engenheiros da SUSE e dois terços dos clientes classificam os engenheiros com uma pontuação perfeita.

● O compromisso da SUSE com o software e as comunidades open source continua a crescer, com a empresa atualmente engajada em mais de 100 projetos open source. Membro fundador de mais de 10 organizações open source, a SUSE tem representação em muitas associações e fundações, incluindo a OpenStack Foundation, Linux Foundation, Cloud Foundry Foundation, CNCF (Cloud Native Computing Foundation), OPNFV (Linux Foundation Networking), Open Mainframe e OpenHPC.

“A SUSE tem sido um membro ativo, produtivo e ‘open’ da The Linux Foundation desde antes mesmo que me envolvesse, em 2006”, relata Dan Kohn, diretor executivo da CNCF. “Com a CNCF, estou particularmente agradecido pelo compromisso inicial da SUSE, com solução Certified Kubernetes, e sua busca incessante por inovação e soluções de alta qualidade, confiáveis e utilizáveis”.

Saiba mais no site da SUSE.

Até uma próxima e um forte abraço.
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Feliz Aniversário Linux, pelos seus 27 anos de alegrias e conquistas

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domingo, 26 de agosto de 2018

Na data de 25 de Agosto,  o nosso querido e amado Linux completa 27 anos de existência com muitas batalhas, conquistas, “baixas”, mas o mais importante é ter trazido a liberdade de escolha para os seus users, e isso é muito bom.

Feliz Aniversário Linux, pelos seus 27 anos de alegrias e conquistas






Corre nas comunidades Linux que o maior projeto open source do mundo tem dois aniversários, um sendo comemorado em 5 de Outubro e o outro no dia 25 de Agosto.

A primeira data (05/10/1991) foi quando lançada a primeira versão do Kernel Linux, que foi uma adaptação do Linus Torvalds do Minix para os seus propósitos.

Já a segunda data (25/08/1991) foi quando o Linus Torvalds lançou o primeiro sistema operacional baseado no Kernel Linux, que em suas palavras era “apenas um hobby, nada grande ou profissional.”, o e-mail você pode conferir na imagem abaixo.


Algumas curiosidades sobre o Linux


Aqui vamos mostrar algumas curiosidades sobre o Kernel Linux bem bacanas, confiram:

A primeira versão acabada do Kernel Linux (0.01), tinha 10.239 linhas ;

● Linux domina em 100% no top 500 supercomputadores mais rápidos do mundo;
       
● Atualmente Linus Torvalds escreve menos de 1% do código do Kernel Linux, que agora tem o foco no gerenciamento e ajudando outros devs com os seus códigos no Kernel;

● O “hobby” de Linus Torvalds a princípio iria se chamar “FreaX” (junção das palavras “free” e “Unix”, mas ainda bem que o jovem Torvalds aceitou a indicação do dono do servidor onde ele hospedava o projeto e assim mudando para Linux (Linus e Unix) como conhecemos hoje em dia.

● O Linux é usado em programas espaciais da NASA e da ESA por exemplo, também é usado por outros órgãos do governo americano como: Unit States Post Office, os tribunais federais da justiça; Federal Aviation Administration (FAA) e a frta de submarinos da USNavy;

● Empresas grandes do setor de tecnologia usam o sistema do pinguim, como a Google, Facebook, Amazon, Space X, Panasonic, CISCO, Twitter, Dell, IBM, Microsoft (sim, ela mesma usa e tem um, o Azure) entre outras;


● 80% de Hollywood usa Linux de forma direta ou indiretamente, como mencionamos em um artigo recente do blog.

● De acordo com a Google, mais de 2 bilhões de usuários ativos usando o Android (sistema baseado no kernel linux).

● Linux domina o setor de “internet das coisas” ou IoT, com a Canonical liderando esse mercado junto com o Google.

Essas são só algumas das curiosidades que podemos listar sobre o Linux, que se fossemos por todas aqui no blog, levaríamos anos (sic). =)

Futuro do Linux


Nessa parte vai ser opinião minha, Ricardo, sobre o que eu acho que vai acontecer com o Linux em um cenário geral da coisa.

Primeiramente creio que as empresas do setor de tecnologia irão abraçar mais ainda o Linux, depois dos acontecimentos recentes, como a adoção de Hollywood e da Valve e com isso poderemos ver mais projetos incríveis, como o DxVk, Krita, Steamplay e além de alavancar projetos mais conhecidos, como o WINE, GIMP, Inkscape e Kdenlive por exemplo.

Creio eu também que alguns aplicativos como os da Adobe possam vir para o Linux, assim trazendo uma parcela boa de usuários. E também creio que em algum momento a Microsoft libere a versão nativa para Linux do Office, isso também traria outra parcela boa de usuários.

Já na parte Gamer, bom, creio eu que depois da notícia bombástica da Valve ao trazer o Proton “a luz do dia” para compatibilizar os games que ainda não tinham versões para Linux e assim facilitar para as desenvolvedoras esse “meio de campo”, isso vai trazer outra parcela “gigante” de usuários, especialmente aqueles que usam dual boot (Windows+Linux) e que estavam esperando essa oportunidade para sair do sistema operacional de Redmond. 

Mas isso é o que eu acho apenas e observo que pode acontecer muito em breve, como também posso “quebrar a cara” e nada disso acontecer rs.
Mas diga aí nos comentários como você conheceu o Linux e como o utiliza no seu dia a dia, se é no desktop, notebook ou celular.

Até uma próxima e um forte abraço.

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Correção em falha de processadores Intel pode acabar reduzindo o desempenho do CPU em até 30%

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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

O ano mal começou e a Intel já está tendo problemas de segurança com seus processadores. Os processadores Intel, tanto x86 quanto x64, fabricados nos últimos 10 anos podem ter seu desempenho fortemente afetado devido a necessidade de uma atualização a nível de kernel dos sistemas operacionais, sejam eles Windows, macOS ou Linux.

CPU Intel problemas de segurança










Geralmente esse tipo de problema é corrigido via update de firmware, mas desta vez isso não será o suficiente. Os desenvolvedores de sistemas operacionais terão de fazer alterações do Kernel para evitar a falha e isso pode acabar reduzindo a performance dos processadores da Intel em até 30%, variando de acordo com o modelo.
O problema não está completamente claro pois até o momento em que eu escrevo este artigo a Intel não se manifestou claramente sobre o caso. O que se sabe, até então, é que esse erro afeta a forma com que o Kernel dos sistemas operacionais  lidam com instruções do CPU, isso acaba fazendo com que o Kernel não consiga gerenciar corretamente as permissões de acesso, dando margem para que atacantes pudessem ter acesso ao user space do sistemas operacionais e conseguir acesso a senhas e informações sigilosas em muitos casos.

Além dos processadores convencionais de desktop, a falha também afeta processadores de servidores e ambientes em nuvem, como Amazon EC, Google Compute Engine e Microsoft Azure.

No Linux a atualização para corrigir a falha já está disponível, então apenas mantenha os seu sistema atualizado, logo a atualização deve chegar até você (se já não chegou), para Windows, a Microsoft deve lançar na próxima semana a atualização para a correção, a Apple parece estar trabalhando no caso também, mas  ainda não há previsão de quando a correção estará disponível para os usuários da "maçã".

Com a atualização, a ideal é que o Kernel não possa ser mais acessado por nenhum processo em execução, o que consequentemente irá aumentar o esforço do processador para executar os seus processos, impactando a performance, o que pode ter efeitos diferentes de CPU para CPU.

Para conseguir isso os desenvolvedores precisam separar completamente a memória do kernel do KPTI (Isolamento da Tabela de Página do Kernel). Esta atualização leva o Kernel a um endereço completamente separado, então, ele fica invisível para um processo em execução, evitando os ataques.

A AMD não perdeu a viagem e aproveitou, claro, para ressaltar que seus processadores estão livres dessa falha.

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Canonical cria um PPA para atualizar o Kernel do Ubuntu para últimas versões

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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Os desenvolvedores do Ubuntu agora possuem um repositório PPA dedicado aos Kernels que o sistema utiliza em diversas plataformas, apesar de ser destinado aos desenvolvedores, ele é um repositório público e pode ser utilizado também por qualquer usuário mais avançado do sistema.

Atualização para Ubuntu Kernel







Uma das coisas que alguns usuários de Ubuntu talvez sintam falta em relação a atualizações do sistema, é realmente o acesso a versões recentes do Kernel Linux que o sistema carrega. Particularmente, acredito que ter sempre a última versão do Kernel instalada não faz necessariamente muita diferença, dependendo da proposta do computador, usar um Kernel mais "antigo" e estável por ser mais negócio, porém, acho válido ter a opção de fazer isso caso o usuário queira.


Para fazer este manuseio no Kernel do Ubuntu existem várias opções, temos o utilitário gráfico Ukuu (Ubuntu Kernel update utility), temos o Shell Script simples e também o modo manual, além é claro da opção mais "hardcore" que é compilar o Kernel, contudo, agora existe mais uma forma "oficial".

Os desenvolvedores criaram o repositório PPA: ppa:canonical-kernel-team/ppa

Este repositório contém versões experimentais do Kernel do Ubuntu que a Canonical testa em vários projetos, além do próprio desktop, temos os Kernels utilizados no AWS, no AZURE, Kernel para o Raspberry Pi, entre outros. O PPA suporta todas as versões ativas do Ubuntu e até mesmo as em desenvolvimento.

Os desenvolvedores não recomendam que usuários comuns utilizem este PPA, pois o mesmo é focado em desenvolvedores e usuários avançados, que sabem corrigir eventuais problemas de Kernels experimentais.

Saiba mais na Wiki do Ubuntu.

Acesse o PPA no Launchpad aqui.

Até a próxima!
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Microsoft anuncia iTunes, Ubuntu, SUSE e Fedora para a Windows Store

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quinta-feira, 11 de maio de 2017

A Microsoft está realizando uma conferência para desenvolvedores chamada MSBuild, essa conferência tem como objetivo dar aos desenvolvedores que utilizam o Windows como plataforma um vislumbre nas novidades e ferramentas que estarão ou que já estão disponíveis no Windows.

MSBuild 2017




A Microsoft anunciou algumas coisas que chamaram muito a atenção da imprensa, uma delas é que a Apple está trazendo o iTunes para a Windows Store, algo que pareceria inimaginável até então, a Apple distribuir software fora de "seus domínios" e a outra, igualmente interessante e surpreendente, é a inclusão de mais distribuições Linux na plataforma.

Ubuntu na Windows Store

Quando a Canonical anunciou o Ubuntu on Windows, muitas pessoas falaram muito mal, na minha opinião por pura desinformação e um orgulho que não faz muito sentido, agora o SUSE Linux e o Fedora também rodarão da mesma forma que o Ubuntu no Windows, com isso os desenvolvedores tem basicamente o Shell dos principais sistemas Linux utilizados no Azure e em desenvolvimento, ou quase isso, temos o Ubuntu, que é até certo ponto equivalente ao Debian, o SUSE e o Fedora, que se assemelha ao CentOS e ao Red Hat.

Utilizar o recurso do Bash dentro do Windows já era possível há alguns meses, mas era um recurso experimental e que necessitava de certos ajustes técnicos para rodar, com a presença do Ubuntu dentro da Windows Store, a utilização fica muito mais simples, bastando instalar como qualquer outra aplicação.

Será que a galera vai fazer campanha de boicote ao SUSE e ao Fedora também como fizeram com o Ubuntu na época? Se a linha de raciocínio mercadológica evoluiu um pouco de lá pra cá, acredito que não. Do meu ponto vista, seja usando diretamente uma distro, ou ela (ou partes dela) dentro do Windows, as pessoas ainda estarão utilizando Linux e tirando do projeto o melhor que a tecnologia poderá lhes prover em situações específicas.

Quem vai achar essa novidade interessante são especialmente os desenvolvedores que usavam Linux por obrigação para trabalhar com determinadas ferramentas, ou os que nunca quiseram utilizar Linux e agora terão essa oportunidade dentro do próprio Windows.

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