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Black Magic lança Editor de vídeo DaVinci Resolve para Linux, veja como instalar no Ubuntu

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terça-feira, 7 de março de 2017

Não entenda mal, o DaVinci Resolve, um corretor de cores e editor de vídeos extremamente poderoso e utilizado em diversas produções de Hollywood, já existia para Linux em sua versão completa e paga, o DaVinci Resolve Studio, porém, a versão grátis para usuários domésticos e estudantes só existia para Windows e Mac, pelo menos até hoje, quando a versão para Linux também foi disponibilizada.

DaVinci Resolve para Linux - Ubuntu




A BlackMagic lançou hoje o DaVinci Resolve em sua versão comum e Studio para Linux, a compatibilidade oficial é com o Red Hat 6.8 ou com o CentOS 7.2, praticamente sistemas "clones", é possível que funcione no Fedora também sem maiores problemas, porém, não foi testado. A Black Magic informou que a compatibilidade com o Debian e seus derivados ainda é experimental.

O motivo de dar suporte oficial, ao menos inicialmente, para estes dois sistemas em especial não foi deixado claro, mas eu suponho que os principais clientes da empresa que usam Linux em suas estações de edição utilizem o Red Hat e eventualmente o CentOS, por este ter um valor mais acessível, logo o suporte foi para atender esta demanda inicial que já existia, inclusive, eles comentaram que resolveram liberar a versão para Linux devido a imensa gama de pedidos de seus clientes, o que demonstra o interesse das produções profissionais na plataforma.


Para fazer download do DaVinci Resolve para a sua distro, mesmo que não seja uma derivado do Red Hat, basta ir no site oficial e clicar no botão de download, a versão atual do programa é a 12.5. O arquivo é o mesmo para todas as distros.

No site será necessário fazer um cadastro para poder fazer o download, este por sua vez será um arquivo .zip, que eu recomendo que você extraia para a sua pasta Home, para facilitar na hora da instalação.

Antes de falarmos na instalação, vale ressaltar que o ideal para você usar o DaVinci é possuir placas Nvidia, por conta dos CUDA Cores e bom hardware complementar, como 16 GB de RAM e um processador com 8 ou mais núcleos. Sim, um hardware parrudo, não vou nem falar dos requisitos descritos no manual do DaVinci para não te desanimar, pois lá eles nem falam sobre computadores, e sim estações de trabalho te perguntando quantos "Xeon" a sua placa mãe suporta... então dá pra você ter uma ideia, entretanto, o DaVinci Resolve também roda em computadores mais modestos, obviamente respeitando as suas configurações, contudo, acredito que ele não vá rodar muito bem em computadores com 4 GB de RAM, Core i3 e equivalentes ou inferiores.

Como instalar o DaVinci Resolve no Ubuntu e derivados


Como o blog tem foco principal no Ubuntu e seus derivados, como o Linux Mint, obviamente não vamos deixar vocês na mão para instalar o DaVinci no seu computador. Como o suporte oficial é para a família Red Hat, existem algumas pequenas diferenças que vão impedir a instalação do DaVinci no Ubuntu, no Linux Mint da forma convencional. São problemas de configuração de diretórios mesmo, nada de mais, mas que causarão um erro na instalação caso você simplesmente rode o instalador.

Vamos do passo a passo para ficar fácil, OK? Vamos usar vários comandos no terminal, pois precisaremos criar links simbólicos e instalar algumas dependências, não se assuste, copie e cole no seu terminal cada um dos passos, dando "enter" após cada um e digitando a sua senha quando for necessário, vamos lá?

0 - Abra o Terminal, você encontra ele no menu do seu sistema.

1 - Assumindo que você colocou o arquivo extraído dentro da sua home, vamos garantir que você esteja dentro dela no terminal.
cd /home/$USER/
2 - Criando o primeiro link simbólico para libs de 64 bits:
 sudo ln -s /usr/lib /usr/lib64
3 - Algumas dependências 
sudo apt install libgstreamer-plugins-base0.10-0 liblog4cxx-dev beignet ocl-icd-opencl-dev libssl1.0.0 libssl-dev
4 - Vamos criar mais alguns links, rode um comando após o outro;
cd /lib/x86_64-linux-gnu
sudo ln -s libssl.so.1.0.0 libssl.so.10
sudo ln -s libcrypto.so.1.0.0 libcrypto.so.10
OBS: Na instalação do programa em si, observe o versionamento do DaVinci Resolve que você baixou, no tutorial vou usar a versão atual (destacada em vermelho), caso você esteja vendo este tutorial em um momento onde houve uma atualização e o nome do arquivo é diferente, por favor modifique o nome para que tudo funcione corretamente, observe que você deverá fazer o mesmo em todo momento onde o nome do programa com a sua versão for colocada de acordo com o nome do arquivo que você baixou, à partir de agora em todos os momentos onde uma alteração pontual poderá ser necessária eu vou destacá-la em vermelho.

5 - Vamos mudar as propriedades de execução do arquivo:
cd /home/$USER/

chmod +x DaVinci_Resolve_12.5.5_Linux.sh
6 - Agora vem a instalação em si:
sudo ./DaVinci_Resolve_12.5.5_Linux.sh

DaVinci Resolve Ubuntu

Aguarde o processo de descompressão do arquivo para que a instalação comece.

7 - Assim que o processo no terminal acabar, o DaVinci Resolve deverá estar instalado no seu Ubuntu ou derivado, para rodar o programa e fazer ele abrir para que você possa fazer as suas primeiras configurações e edições rode o seguinte comando:
/opt/resolve/bin/resolve
Uma dica legal para facilitar a abertura do programa para que você não precise digitar o comando toda a vez que quiser abri-lo é, quando abrir ele uma vez pelo terminal, clique com o botão direito nele na barra do Unity e fixe ele ali, assim quando quiser abrir novamente, basta clicar no ícone:

DaVinci Resolve Unity

Dicas adicionais


Ao iniciar o programa, haverá um "tour" explicando as funções e te dando opções para configurações. 

Eu recomendo você mudar a pasta de exportação de projetos para outra à sua escolha, como a pasta "Vídeos" ou qualquer outra que fique dentro da sua Home, pois o padrão do programa é uma pasta do sistema que fica dentro do "/" onde somente como Root você conseguirá operar, o que não é tão prático.

DaVinci Resolve Ubuntu

Outra dica bacana, especialmente para você que é um editor mais experimente em outras ferramentas, é a opção que o DaVinci te dá para usar atalhos de outros editores famosos ou o seu próprio conjunto de atalhos, como dentre as opções disponíveis o que eu tenho maior familiaridade é o Adobe Premiere, selecionei ele para ser a referência nas teclas de atalho, assim qualquer migração já fica mais fácil.


Depois disso você pode criar um projeto para começar a trabalhar:

DaVinci Resolve Ubuntu

E o seu programa já estará rodando no seu Ubuntu ou Linux Mint.

DaVinci Resolve Ubuntu

Como a versão para Linux ainda é novidade é bem possível que existam bugs que devem ser corrigido ao longo do tempo com atualizações, mas é ótimo saber que temos uma ferramenta deste nível par ao desktop Linux.

Outra coisa que deve melhorar no futuro é o processo de instalação, que ainda é muito mais complicado do que poderia ser, formas de fazer com que funcione de forma mais prática não faltam, quem sabe um Snap ou FlatPak, não é? No Red Hat e seus derivados, como o Fedora, o processo de instalação é o mesmo, com a diferença de que os links simbólicos não precisarão ser criados provavelmente.

Aproveite!

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Como instalar o DaVinci Resolve via .deb com o MakeResolveDeb

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Muitos profissionais da área de audiovisual vêm ao longo dos anos migrando os seus trabalhos para a solução da Blackmagic Design, com o DaVinci Resolve, que é multiplataforma (Windows, macOS e Linux). Apesar de excelente, o poderoso DaVinci Resolve para Linux tem um “probleminha”, ele só tem suporte para Red Hat ou CentOS, assim “limitando” as opções de quem quiser usar por exemplo, a base Debian (Ubuntu, Mint e derivados), para contornar esse problema, o o arquiteto de TI, Daniel Tufvesson, está propondo uma solução chamada “MakeResolveDeb”, através do projeto dele, vamos instalar a poderosa ferramenta em sistemas com base Debian, Ubuntu e Mint.


 Como instalar o DaVinci Resolve via .deb com o MakeResolveDeb






O projeto


O intuito do Daniel é facilitar a instalação do Davinci Resolve, visto que, segundo ele, existem muitos tutoriais de como fazer esse processo de instalação, mas são muitos confusos e alguns podem até deixar o sistema instável, aqui no blog você encontra um destes tutoriais, eu não chamaria ele de confuso, mas definitivamente não coisa de iniciante.
O método que o Daniel lançou é o “MakeResolveDeb”, um script que usa o instalador oficial do Resolve e o transforma em um pacote .deb, para que seja possível instalar dando dois cliques

Para cada versão do DaVinci Resolve é feita uma versão nova do ‘MakeResolveDeb”, assim limitando a quantidades de testes necessários antes de cada lançamento, visto que esse processo é feito no “tempo livre” do Daniel.

Baixando o MakeResolveDeb


Você precisa baixar a mesma versão do “MakeResolveDeb” e do DaVinci Resolve, garantindo assim a compatibilidade e funcionalidade do processo, por exemplo, a versão atual é a 15.0 do DaVinci Resolve, então você deverá baixar a versão idêntica ou mais recente, que no caso seria a 15.0-2, do MakeResolveDeb.

Feito isso você tem que deixar os dois pacotes no mesmo diretório ou pasta, para não ocasionar erros e imprevistos.Tanto o Davinci Resolve, quanto o MakeResolveDeb, serão baixados no formato .tar.gz, basta descompactá-los, ao final do processo você deverá ter os seguintes arquivos:

- DaVinci_Resolve_Studio_15.0_Linux.run
- DaVinci_Resolve_Studio_15.0_Linux.zip
- Linux_Installation_Instructions.pdf
- makeresolvedeb_15.0-2.sh.tar.gz
- makeresolvedeb_15.0-2.sh

O arquivo *.run é importante para o processo junto com o *.sh, então não os exclua.

Executando o MakeResolveDeb


Quando estiver tudo pronto, vamos para a parte onde iremos reempacotar o DaVinci Resolve para o formato .deb usando o script, 

O makeresolvedeb_15.0-2.sh  precisa saber qual versão do DaVinci você está usando, se a “normal” ou a versão “Studio”, a versão grátis ou a paga, em outras palavras, para isso você precisar por o indicador na hora de executar o .sh. Isso pode ser feito de duas formas:

./makeresolvedeb_15.0-2.sh studio  

ou


./makeresolvedeb_15.0-2.sh lite

O procedimento pode demorar alguns minutos dependendo do hardware do seu PC e o quanto você tem de espaço de armazenamento. Se houver algum problema, será informado no terminal, mas se não ocorrido nada de errado, vai aparecer uma última linha dizendo “[DONE]” e número de erros igual a 0.

Instalando o pacote .deb


Depois de tudo ocorrer de forma bem sucedida, o .deb já pode ser instalado no seu sistema baseado no Debian, Ubuntu, Mint ou derivados. A Blackmagic Design não fornece as dependências que você vai precisar, então é preciso verificar se todos os verificar se todos os pacotes necessários estão instalados, eles são requeridos pelo Resolve antes de continuar a instalação. Depois disso você pode instalar o Resolve de duas formas, via terminal ou dando dois cliques. Se for o caso do terminal, você vai usar o utilitário dpkg para fazer a instalação, apenas observe a versão que você está instalando, se é a normal ou a studio.

sudo dpkg -i davinci-resolve-studio_15.0-2_amd64.deb

ou

sudo dpkg -i davinci-resolve_15.0-2_amd64.deb

Uma observação importante, caso a versão ou o nome do pacote mude, você precisa alterar o comando para garantir que ele funcione, os dois comandos acima são exemplos.

Se tudo ocorrer bem, você terá o DaVinci Resolve 15 instalado no seu Debian, Ubuntu, Mint e derivados. Se precisar de suporte adicional ao MakeResolveDeb, você pode entrar no site do Daniel.

O DaVinci Resolve é mais que um editor de vídeos extremamente profissional, hoje ele também é um compositor de gráficos, graças a integração com o Fusion, sem falar em uma das ferramentas pelas quais ele é mais reconhecido, a correção de color com color grading. Ele é um programa muito pesado e é muito interessante ter um computador com 16GB de RAM e placa de vídeo dedicada para roda-lo de forma satisfatória.

Espero você na próxima, forte abraço.

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Convertendo vídeos para trabalhar no Davinci Resolve no Linux

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

O Davinci Resolve vem ganhando os corações dos profissionais audiovisuais, uma das melhores soluções para o tratamento de cores em vídeo, e agora vem tornando-se um concorrente de peso ao Adobe Premiere. 

conversor-codec-davinci-resolve-mp4-mov-h264

Como uma alternativa nativa no Linux, a Blackmagic vem implementando novas funcionalidades ao seu software de edição/pós produção de vídeos, um exemplo que a “senhorita” Adobe deveria seguir. Confira o post de como instalar o Davinci Resolve no Linux, e comece a editar nessa poderosa ferramenta.

Nem tudo são flores


Existe uma limitação na versão gratuita do Davinci resolve que pode irritar alguns, ele não possui suporte aos formatos de codecs MP3 e H264. Isso é um pouco estranho já que as patentes destes formatos expiraram e não seria complicada adição no programa.

Para contornar esse problema, enquanto a Blackmagic não adiciona o suporte nativo, iremos converter os arquivos de vídeo para um formato que a aplicação suporta, MPEG4 ou Apple ProRes via QuickTime.

O MPEG4 gera um arquivo de tamanho menor, ótimo para edições voltadas à internet, o ProRes é voltado para uma edição profissional, consecutivamente de maior tamanho.

Convertendo de forma prática


Você pode fazer de duas maneiras, usando o terminal ou a interface gráfica, tudo de forma prática.

Converter via interface


Efetue o download da aplicação “WinFF”, pesquise na central de software da sua distribuição como na imagem abaixo ou instale com o comando em distros como Ubuntu, Linux Mint e derivados:

sudo apt install winff

winff-conversor-video-linux

Com esta aplicação será simples converter os vídeos e economizar seu tempo ao configurar codecs e formatos, basta importar o preset que disponibilizamos para download. 

Baixe o preset do WinFF

Para adicionar o preset no WinFF, clique em “Ficheiro>>Importar pré-ajuste”, selecione o arquivo “winff_resolve_diolinux_.xml” caso apareça uma janela de diálogo informando que o pré-ajuste já existe, clique em “Yes to All” para substituir.

importar-preset-winff

Na aba “Detalhes de saída” em “Converter para:” selecione “Resolve” e em “Pré-ajuste” selecione “mpeg4”, conforme imagem a seguir. 

ajuste-codec-winff

Para converter seus vídeos, basta adicioná-los ao WinFF, clicar em “Converter” e esperar o processo. 

Após finalizar você poderá trabalhar no Davinci Resolve sem nenhum problema.

Converter via terminal


Agora se prefere utilizar o terminal, fiz um script que basicamente converte como o WinFF.

 Baixe o Script conversor de vídeos

Será necessário ter o FFmpeg instalado em seu sistema, se instalou o WinFF ele provavelmente foi “puxado” como dependência, caso não, use o comando:

sudo apt install ffmpeg

O script funciona da seguinte maneira, você deverá manter os arquivos para conversão e script no mesmo diretório, dê a permissão de execução (via terminal ou por interface gráfica) e execute. Todos vídeos em “MP4” serão convertidos para “MOV” e movidos para uma pasta chamada “convertidos”. 

sudo chmod a+x convert-lote-davince-v0.1.sh
./convert-lote-davince-v0.1.sh

script-conversor-codec-davinciresolve

Para alterar o codec do vídeo que deseja converter (se não for um .mp4), abra o script com algum editor de texto e faça a modificação. Não será uma tarefa complicada, pois comentei cada parâmetro, então fique a vontade para implementar novas funções. 

script-conversor-codecs

Para eventuais dúvidas, acesse o vídeo do Elias do canal Araras Studio, todo processo com o WinFF foi detalhado, e se pretende aprender edição de vídeo no Davinci Resolve inscreva-se no canal, ele está produzindo um conteúdo muito bom sobre o software. 

Te aguardo no próximo post, até lá compartilhe o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎

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5 Softwares para manipulação de imagens para Ubuntu e Linux Mint

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Muitos que vem chegando ao mundo Linux sempre procuram por ferramentas que podem facilitar o seu dia a dia e os editores e manipuladores de imagens são uma parte importante do trabalho de muitas pessoas. Vamos mostrar 5 softwares para essa funcionalidade e que vão suprir a demanda de pequenos ajustes e montagens até produções profissionais.


5 Softwares para manipulação de imagens para Ubuntu e Linux Mint






Ainda se tem o mito entre algumas “muitas” pessoas, que no mundo Linux não se tem programas que possam dar conta de trabalhos profissionais de edição/manipulação de imagens ou simples montagens daquela festa de fim de ano, mas isso não é verdade. Como tem muita gente que não tem tempo para ficar “caçando” esses programas, reunimos 5 aplicativos que vão lhe atender. Alguns são pagos, outros são grátis, outros são grátis e Open Source.

1 - GIMP

 Esse carinha é o primeiro que vem a mente quando pensamos em programas para manipulação e edição de imagens no mundo Linux. Antes renegado e posto de lado pela grande maioria das pessoas da área, hoje em dia ele vem ganhando espaço e muito destaque de profissionais que estão trocando a plataforma da Adobe para uma alternativa realmente viável. Com a possibilidade de ser instalado no Windows e macOS, as pessoas conseguem experimentar ele e assim quando precisarem migrarem para alguma distro Linux não vão sentir muito a tal “curva de aprendizado”. Pode acontecer de ter que aprender uma forma diferente de se fazer um efeito, correção ou algo do tipo, mas nada que uma boa olhada no manual do GIMP não resolva 😁. Para baixar ele basta acessar esse link.


Nos vídeos abaixo, dois produtores profissionais de audiovisual que estão migrando do Adobe Premiere para o DaVinci Resolve, recomendam o GIMP como uma alternativa ao Adobe Photoshop:



2 - Photopea

Já o nosso próximo candidato é um editor online para quem está procurando uma solução que não precise instalar nada além do navegador de internet. Nesse caso o Photopea tem integração com o Google Chrome e assim ele pode virar um “app” e ser aberto como um. Ele importa arquivos nos formatos PSD, XCF, SKETCH, XD e CDR (Adobe Photoshop, GIMP, Sketch App, Adobe XD e CorelDRAW respectivamente). Na versão free tem algumas limitações e propagandas, mas na versão paga não. Você pode conferir melhor no site deles, clicando na opção conta.


Fizemos um vídeo lá no canal sobre ele, ta bem bacana por sinal corre lá para conferir. 

3 -  PIXELUVO

Esse já passou aqui pelo blog e pelo canal se mostrando uma ferramenta surpreendentemente para a tarefa de edição e manipulação de imagem. Mas como nem tudo são flores, ele tem algumas restrições na versão free, como só conseguir exportar as imagens em 800x600. Mas a versão paga não é tão cara, custando US$34 (mais ou menos R$100) e assim dando possibilidade de updates até a versão 1.99, podendo ser comprada até através da Steam, onde ele custa pouco mais de 60 reais. Para maiores informações basta acessar o site deles.


Fizemos um vídeo lá no canal sobre ele, ta bem bacana por sinal corre lá para conferir.

4 - Polarr 

Se você estiver procurando por um programa versátil e multiplataforma de fato, pois ele roda online, Linux (via snap), macOS e Windows, e que vai lhe proporcionar ferramentas para edição e manipulações de fotos com uma qualidade muito boa, o Polarr é um grande candidato. Ele é um aplicativo que tem a versão free e a paga, que custa os incríveis US$23,99 por ano ou US$2.49 por mês (algo como R$80 por ano ou R$10 por mês aproximadamente). Para mais detalhes consulte o site deles.


5 - Bloom

Já o nosso quinto e último programa dessa lista é uma novidade e vem prometendo muitas ferramentas e funcionalidades que vão facilitar o dia a dia de quem trabalha com edição de imagens. Segundo a mensagem no site deles, “Bloom é o primeiro editor gráfico verdadeiramente não-destrutivo. Isto significa que qualquer ação que você fizer durante a edição é armazenada separadamente e pode ser ajustada posteriormente ..

O aplicativo é free e você precisa fazer um cadastro com nome e e-mail para que eles gerem uma licença do produto, por isso pode demorar um pouco. Na versão paga você tem acesso imediato às correções de bugs, recursos novos e aprimoramentos no desempenho do aplicativo. A versão paga possui atrelado a sua licença vitalícia  e ao direito de receber os updates do software, entre outros benefícios. Tudo isso vem com um valor anual de US$49,99. Se você quiser renovar esse suporte “Premium”, será necessário desembolsar US$24,99. Mas se você não quiser pagar nenhum valor, sem problemas, o programa está disponível para testes pelo período de um mês. Site deles.


Esses são alguns dos programas que podem lhe ajudar na tarefa para edição e/ou manipulação de imagens e ainda lhe ajudar a economizar uma graninha boa com licenças caras, além da licença do Windows 😜. Ainda vai ter outras listas com aplicativos para designers, fique ligado aqui no blog!
Deixe aí nos comentários quais outras listas de aplicativos você gostaria que nós podemos elaborar.

Espero você no próximo post, forte abraço.

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Programas Adobe no Linux, será que eles são tão necessários?

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Quando se fala em migração, muitas vezes um dos motivos citados como um empecilho, principalmente para quem trabalha na área de design é a questão das ferramentas disponibilizadas pela Adobe, esse assunto já deu muito pano pra manga aqui no blog e no canal, e hoje vamos discutir um pouco mais sobre ele.






Sem dúvida nenhuma, a história do Linux e Adobe já é algo bem antigo, apesar da Adobe ter aplicações compatíveis com Linux, ainda existem alguns programas que não estão disponíveis para o pinguim, como o Photoshop e Lightroom por exemplo.

Sem dúvida, muitas pessoas que começam a aprender sobre design gráfico, começam a aprender através do Photoshop ou aprendem a criar vídeos para a internet através do Premiere ou After effects. Então, quando migramos para algumas distros Linux, acabamos sentindo falta desses programas, ou até deixando de migrar pela ausência deles.

Como já falamos algumas vezes aqui no blog e até mesmo no canal, muitas vezes achamos atrelando o resultado final desejado com determinado programa utilizado sendo que não é exatamente o programa que te trará esse resultado, e sim as funcionalidades encontradas nele. Isso quer dizer que devemos procurar as funcionalidades quando migramos e não os nomes. Você pode utilizar programas como o GIMP no lugar do Photoshop, o Inkscape no lugar do Illustrator, o Kdenlive no lugar do Premiere, assim como o Blender no lugar do After Effects, sendo que com todos eles podem lhe trazer o mesmo resultado que os produtos da Adobe, você só precisa aprender a utilizá-los.

Muitas pessoas acabam deixando de migrar por causa das ferramentas, pois já estão acostumadas a utilizá-las e o processo acaba se tornando mais rápido. Mas será que esse tempo que você economiza vale o investimento das licenças para utilizar o serviço? Independentemente de sua resposta ter sido sim ou não, aqui não há certo ou errado para nenhuma das respostas, pois cada um escolhe qual o momento certo de aprender algo novo.

No vídeo abaixo, discutimos um pouco sobre a influência dos programas Adobe na migração de usuários para o Linux. A Adobe vem trabalhando com a Google para transformar o Photoshop em um sistema de streaming. Futuramente pode ser que o Photoshop chegue ao Linux através do cloud computing, mas provavelmente a forma de trabalho seria um pouco diferente do que conhecemos hoje.



Se você ainda está na dúvida de que isso é possível, confira também a história Designer Nangil Rodrigues que já atuou em várias grandes empresas e utiliza somente softwares que rodam em cima de Linux para desenvolver as suas atividades.



Apesar da popularidade dos programas da Adobe, de fato, em alto nível de produção, como o Cinema por exemplo, eles não são o "padrão da indústria", dando espaço para softwares como Nuke, DaVinci Resolve e Fusion, Avid MC, Maya, que são softwares, que em sua maioria rodam no Linux. 

O softwares da Adobe já foram utilizados em cenários do tipo, mas eles são realmente mais populares em filmakers mais modestos, youtubers e agências.

Neste universo onde Blender e Krita crescem cada vez mais, Kdenlive se mostra uma alternativa interessante ao lado de LightWorks e DaVinci Resolve, mesmo em suas versões grátis, aliando-se a um mercado que precisa sempre economizar o máximo possível e ao mesmo tempo manter ou aumentar o desempenho, não se pode descartar a utilização de Linux, Hollywood é um ótimo exemplo disso.

Conte pra gente se você acha que os softwares da Adobe são indispensáveis para você e o porquê. 

Espero que esse post tenha lhe ajudado e até mais! :)
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Novidades para 2019 do editor de vídeo profissional Lightworks

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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Lightworks é um editor de vídeo “pro” feito pela empresa EditShare, em 2019  a próxima versão virá com muitas novidades e melhorias para quem usar o editor.


 Novidades para 2019 do editor de vídeo profissional Lightworks





Muitos que chegam ao mundo Linux perguntam se existe algum tipo de editor de vídeo no nível profissional, como as soluções da Adobe. O que muitos não sabem, pode ser por N motivos, é que existem soluções para essa tarefa que não precisam ser da Adobe. Um aplicativo que vem ganhando espaço é o DaVinci Resolve, até fizemos alguns posts sobre ele. Mas hoje vamos falar do Lightworks, outro editor de vídeo profissional que tem para Linux.

O Lightworks está gratuito para baixar, mas ele não é de código aberto, se você quiser uma versão mais completa ou com mais recursos terá que pagar por isso.

Dito isso, vamos para as novidades que virão para a versão final do Lightworks 14.6, que segundo a desenvolvedora, será a última do ciclo 14.x do editor.

As novidades serão:


- Suporte para precisão de GPU de ponto flutuante de 16 bits e 32 bits no Linux;
- Melhor manuseio de imagens estáticas;
- Sobreposição de HD no vectorscópio;
- Cabeçalho "Bibliotecas" no Gerenciador de conteúdo;
- Melhorias na integração da rede de áudio;
- Melhorias no varispeed no layout flexível;
- Guia Cronograma adicionado abaixo do Viewer nas guias Log e Editar;
- Opção para gerar arquivos de busca .lvix localmente;
- Barras de rolagem adicionadas a linhas de tempo de sequência para faixas de vídeo e áudio;
- Mídia UHD adicionada à guia Mídia> Transcodificação;
- Capacidade de selecionar segmentos na linha do tempo da sequência;
- Capacidade de continuar uma tarefa de transcodificação interrompida;
-Adicionado "segmentos selecionados" ao painel de cópia da sequência;
- Clique com o botão direito do mouse em um nó Efeito para escolher "Substituir por";
- Clique com o botão direito do mouse no painel de roteamento de vídeo para adicionar um novo nó;

Muitos desses recursos estavam presentes somente na versão paga e agora está chegando na versão free do programa.

Já a próxima versão do Lightworks vai ser lançada ainda neste ano e vai marcar o começo do ciclo 15.x do projeto. Ainda não deram muitos detalhes, mas o que puderam soltar sobre novidades foi:


  • Adicionando suporte para chegada de dispositivo (telefones, cartões de câmera etc)
  • Adicionando suporte para plugins OFX
  • Adicionando suporte para formatos de saída personalizados
  • Adicionando suporte para mais plataformas de mídia social: Facebook, Twitter, Instagram etc.
  • Adicionando suporte para plugins de áudio FX


Em 2015 fizemos uma entrevista muito bacana com Matt Sandford da Edit Share, para saber como era usar Linux em produções Hollywoodians. Tá bem bacana e voce pode conferir ela na integra neste post.

Você pode baixar e instalar o Lightworks nos formatos .deb e .rpm. A única “cobrança” é fornecer o seu e-mail para ativação.

Se você quiser conhecer mais sobre ele, veja esse vídeo que a equipe deles fizeram.

        


O Lightworks foi responsável por alguns filmes famosos de Hollywood, como: Moulin Rouge, Romeu e Julieta, Pulp Fiction, Discurso do Rei, Os Infiltrados, Gangues de Nova York, O Lobo de Wall Street, Batman Forever e o primeiro Missão Impossível (com Tom Cruise). Isso só para citar os mais famosos.

Uma ferramenta como essa, que já fez grandes sucessos de Hollywood agora ao alcance de você, muito bom isso né? 😁

Agora é baixar e explorar o “bichão”.

Espero você até o próximo post, forte abraço.

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Chrome OS suportará Apps de Linux e o impacto dessa mudança no mercado

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domingo, 13 de maio de 2018

A Google anunciou uma atualização que pode ajudar ainda mais a popularizar o Chrome OS, os Chromebooks e por consequência o Linux. Agora os equipamentos serão capazes de rodar aplicações Web, Apps de Android e aplicativos offline comuns do universo Linux, como o GIMP.

Chrome OS rodando aplicativos Linux







A confusão é comum, muitas vezes não entendemos "Linux" como a plataforma para as tecnologias e chamamos de "Linux" um tipo de sistema operacional com um certo padrão de funcionamento e que usa este Kernel como base.

As chamadas "distros" mais comuns realmente tem muitas semelhanças., inclusiove podemos dizer que, respeitando suas particularidades, Ubuntu, Fedora, SUSE e Arch são sistemas "primos" neste exemplo, no entanto, existem muitos outros projetos e sistemas que usam o Linux como base, o Android é um ótimo exemplo e o Chrome OS também.


Apesar do Chrome OS ser um sistema baseado em Linux, a sua forma de funcionamento sempre impediu que os softwares que as pessoas geralmente usam nas distribuições voltadas ao uso doméstico e profissional, como Debian e Red Hat, Ubuntu e Fedora, Linux Mint e Manjaro, e tantas outras, fossem instalados diretamente no Chrome OS.

Os Chromebooks nasceram com a ideia de serem computadores 100% focados em serviços em nuvem, mas a ideia de ter de estar sempre conectado à internet para o Chrome OS "ser útil" nunca agradou a todo mundo, tanto que a Google, conforme o tempo passou, começou a implementar mais e mais recursos que funcionam sem a necessidade de conexão.
Podemos dizer com segurança que o Chrome OS é um sistema em constante adaptação e com crescente público.

Muitos ainda reclamavam que faltavam alguns aplicativos para o sistema e a resposta da Google foi compatibilizar e permitir a instalação de aplicativos Android diretamente nos Chromebooks, ampliando as possibilidades em games e produtividade, no entanto, ainda assim há reclamação de que não existem programas para trabalho pesado, como edição de fotografias, edição de vídeo,  tarefas envolvendo programação também deixavam a desejar em alguns aspectos... ao menos até agora.

Um Linux não compatível


O Chrome OS é uma distro Linux por usar o Kernel Linux e um monte de softwares Open Source relacionados, mas a verdade  é que talvez esta realmente seja a maior semelhança entre o sistema dos Chromebooks e uma distro como o Ubuntu, justamente o uso do Kernel Linux.

As aplicações rodam no Chrome OS de forma diferente do que rodam em uma distro "convencional" como o Ubuntu, impedindo que os softwares que a galera geralmente usa fossem utilizados no sistema da Google, porém, para contornar o problema a "Gigante de Montain View" liberou uma atualização, disponível atualmente apenas para o Pixelbook, que roda uma distro Linux dentro do Chrome OS em uma espécie de "máquina virtual" (um Debian para ser mais específico), o que acaba permitindo a instalação de softwares nativos das distros mais tradicionais no Chrome OS.

O recurso vem para suprir uma lacuna e uma demanda por softwares mais parrudos, agora as pessoas poderão editar imagens no GIMP, instalar a Steam (talvez), instalar o Kdenlive, entre outras ferramentas no Chrome OS, tornando-o mais versátil e mais completo.

Os aplicativos instalados dessa forma seriam adicionados ao launcher do Chrome OS e abririam como se fossem aplicativos nativos.

Não é para todo mundo


A atualização deve chegar em breve a outros dispositivos que rodem o sistema e apesar da notícia ser ótima, a Google comenta que a utilização de softwares mais pesados pode não ser uma boa ideia para todos os usuários de Chromebook, pois existem muitos modelos que possuem um hardware básico, que ainda que sejam perfeitos para a utilização do Chrome OS, não vão conseguir lidar com softwares que exijam muito da máquina.

Muitos Chromebooks tem apenas 2GB de RAM e um processador Celeron por exemplo, e estes seriam modelos que não lidariam bem com o novo recurso, no entanto, computadores com este hardware não lidariam com softwares equivalentes independente do sistema operacional, então basta usar a cabeça e não reclamar por coisas deste tipo, que são óbvias.

Um leque de possibilidades


Há algum tempo eu mostrei no canal uma forma de instalar um sistema operacional "Chrome OS Like" chamado "CloudReady":


A Neverware, empresa por trás do sistema, vem investindo pesado para torná-lo uma plataforma competitiva. Recentemente a empresa adquiriu outro projeto de sistema baseado no Chromium OS chamado "Flint OS", uma das novidades que surgiram logo após isso é o suporte experimental para aplicativos em Flatpak

Se você acompanha o blog ou o canal com frequência sabe o quanto eu já falei sobre eles e o quanto eles quebram um paradigma de distribuição de softwares entre as muitas distros Linux, se o Chrome OS também começar a aceitar este tipo de pacote teremos uma aceitação ainda maior do formato.


Claro que é cedo para dizer até onde a compatibilidade de Apps nativos das distros Linux tradicionais pode chegar no Chrome OS, mas se realmente funcionar bem, imagine coisas como:

- Steam no Chrome OS e mais um motivo para desenvolvedoras fazerem jogos para Linux;
- GIMP, Kdenlive, DaVinci Resolve, Lightworks, Blender, Krita e tantas outras aplicações profissionais podendo ser usadas na plataforma que tem como grande divulgadora a Google;
- Instalar o Firefox no Chrome OS (essa é só pra provar o quanto louco que o negócio é);
- Mais impacto ainda no Linux para desktop;

Melhor que isso só se houver a possibilidade de baixarmos e instalarmos o Chrome OS em qualquer computador. Isso atualmente ocorre com alguns "Chrome OS Like" apenas, como o já mencionado CloudReady, mas o Chrome OS em si, possui apenas o código fonte aberto, ainda que existam algumas comunidades que gerem imagens constantemente, eles foram criados inicialmente para funcionar como os Androids nos celulares e tablets, otimizados para os aparelhos, mas tanta coisa já mudou que talvez isso possa mudar também.

O que você achou da novidade?

Até a próxima!

Fonte
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Houdini: Software de composição, animação e efeitos especiais 3D para Linux

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Houdini VFX, conheça este software de composição gráfica profissional em sua versão para Linux.

Houdini Linux Ubuntu

Hollywood apoiado nos ombros do Linux


Muitas pessoas ainda comentam que softwares populares de edição de vídeo e de composição de efeitos como Sony Vegas, Premiere e After Effects não possuem versão para Linux. Cabe aqui dar uma dica, se você precisa de um programa para edição, considere dar uma olhada no Kdenlive e no Lightworks, este segundo também usado profissionalmente, o filme "O Lobo de Wallstreet" foi editado com ele por exemplo.

Curiosamente, se alguns softwares populares da Adobe não estão disponíveis para Linux, os mais hardcores da indústria estão, como o Nuke - saiba mais aqui -, o Fusion e o DaVinci Resolve, para as pessoas que querem um compositor poderoso como o Nuke, só que grátis, vale a pena dar uma olhada no Natron, falamos dele aquie não podemos esquecer do Blender também.

Houdini - 3D Animation Tools


O Houdini pode ser usado como compositor, programa para animação entre outras funções, mas ele tem um grande destaque em animações 3D e efeitos especiais, a própria Pixar, que liberou o seu RenderMan para Linux usa ele em algumas produções.

Confira agora um exemplo do potencial do Houdini:


Houdini Demo Reel 2015 from Go Procedural on Vimeo.

Quem diria hein? Boa parte do filmes que você assiste foram feitos usando Linux, mais um motivo para dar valor aos sistemas baseados nele.

Download do Houdini


O Houdini é um software pago e sua licença completa pode sair bem salgada, cerca de 5 mil dólares, porém, ele também possui uma licença grátis para aprendizes, basta você fazer esta seleção na hora de instalar.

Você pode acessar a sessão de downloads do software por aqui, ou simplesmente acesse o site oficial clicando neste link. Nele você deverá se logar escolhendo uma das opções disponíveis, podendo ser contas Google ou até mesmo o Facebook, na tela seguinte você deve escolher a sua distribuição.

Houdini Download

Depois de escolhido basta fazer o download, o arquivo baixado tem cerca de 1 GB de tamanho.

Dicas para instalação


A instalação do Houdini no Linux é um pouco complicada, você deve extrair o conteúdo do arquivo que você baixo, dentro dele haverá um arquivo chamado houdini.install que é responsável pela instalação, ele deve ser executado pelo terminal com permissões de administrador.

Houdini Linux

Navegue até a pasta que você extraiu e rode o comando:
sudo ./houdini.install 
Siga as instruções na tela e depois de instalar reinicie o computador, caso contrário o software dará um erro na hora de abrir, não esqueça de marcar a opção de uso não comercial para poder usar o programa sem pagar nada.

Houdini Ubuntu Linux

Agora você já pode fazer o novo Star Wars! Até a próxima!
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Alternativa ao Adobe After Effects para Linux, conheça o Natron

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sexta-feira, 22 de maio de 2015

O After Effects para Linux é algo que faz realmente falta para profissionais na área de pós-produção, porém ele não é o único software para fazer o que faz, existem outras opções, algumas muito boas e gratuitas como Natron.

After Effects para Linux

Use os recursos do After Effects no Linux com o Natron


Hoje vamos abordar um tema muito solicitado através dos contatos do Diolinux, muitas pessoas que migram do Windows e do Mac OSX encontram na suíte da Adobe um perfeito recanto para as suas produções, especialmente visuais.

O After Effects não possui versão para Linux até o momento, mas sabemos que a Adobe está compatibilizando o Photoshop com o Chrome OS e consequentemente com o Linux, quem sabe o resto não vem também com o tempo não é verdade?

Meu objetivo com o artigo não é sugerir que o popular pacote da Adobe seja simplesmente dispensável, eu entendo perfeitamente quem se apega aos softwares e a integração entre si que eles proporcionam, mas ao vir para o Linux não vai deixar você sem ferramentas para trabalhar.

As melhores alternativas ao After Effects


Existem pelo menos três boas opções ao Adobe After Affects para Linux; Blender, Nuke e Natron.

O Blender é muito popular e é um verdadeiro "canivete suíço" no ramo da produção de conteúdo audiovisual, ele permite que você faça efeitos, modelagem 3D, edite vídeo e ainda é uma Engine para games entre outras funcionalidades.

Cenas de Interstellar feitas com Nuke


O Nuke é um software pago e relativamente caro em sua licença empresarial, o que pode distanciar um pouco ele das pessoas, mas de fato ele é muitíssimo popular entre os profissionais da edição, vários filmes hollywoodianos foram feitos com ele, como o relativamente ressente e de sucesso "Interstellar".

Na verdade existem até outros softwares profissionais para Linux como o Fusion e o DaVinci Resolve, mas toquei especialmente no Nuke justamente porque o Natron, objeto do nosso artigo é praticamente uma cópia dele.

Natron, um clone do Nuke open source para substituir o After Effects


À primeira vista pode parecer complicado de mexer, talvez pareça até à segunda vista também para falar a verdade, mas existem muitas possibilidades para o programa, veja abaixo um exemplo do que é possível fazer com o Natron.


O Natron é Open Source, grátis e multiplataforma, realmente uma ótima opção, ainda mais porque os tutoriais para Nuke que existem na internet na maioria dos casos vão servir para o Natron.

Aprenda o básico do Natron


Claro que não iríamos deixar você a ver navios, e antes que alguém peça tutoriais sobre ele no canal do Diolinux, lamento informar que eu não manjo nada de composição de vídeo, ou manjo muito pouco.
Mas como diria um conhecido, "o importante não é saber fazer, é ter o telefone de quem sabe!", no meu caso o canal de quem sabe, confira uma vídeo aula de funções básicas do Natron:


Aé, já ia esquecendo, aqui vai o tutorial de instalação do Natron no Linux, é só clicar aqui para conferir.

Espalhe por aí esta ótima ferramenta compartilhando o artigo com os seus amigos, até a próxima!

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