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Motivos que fazem do GIMP a melhor alternativa ao Adobe Photoshop

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terça-feira, 18 de março de 2014

Conheça as principais características do GIMP

GIMP ( GNU Image Manipulator Program ) é um programa open source que permite edição pesada de imagens no Linux, no Windows e no Mac.

GIMP a melhor alternativa ao Adobe Photoshop

Os designers profissionais são realmente apegados ao Photoshop, que além de ser caro pra caramba em sua última versão completa, se comparado com o GIMP você verá que não há nada de muito mais nele.

Preço Exorbitante do Photoshop
Que o Photoshop é um bom software não há dúvida, mas será que ele tem todo esse valor aí mesmo? É o mesmo caso do Microsoft Office, não há como negar que é uma ótima suíte de escritório mas será que justifica o preço?

No artigo de hoje vamos comparar e mostrar porque o GIMP é uma ótima alternativa ao PS; muito se lê por aí que o GIMP tem excelentes recursos mas pouco se fala de fato quais são eles, e é isso que vamos fazer agora.

Se você pesquisar por aí, há muitas pessoas dizendo que o Photoshop é melhor, entretanto, comentários do tipo "Photoshop é o mais famoso, mais profissional, mais completo e blá blá blá" não dizem porque de fato este software seria realmente superior ao GIMP.

O que você espera de um editor de imagens?

Sabemos o que os editor profissionais querem do software de manipulação que eles mais usam:

- Muitos Pinceis;
- Muitos Filtros;
- Gerenciamento de imagens em camadas;
- Borracha;
- Texturas;
- Histórico;
- Gerenciamento de Cores por Canais;
- Ferramentas para degradê;
- Ferramenta para manipular o tamanho e a posição das imagens;
- Salvar e abrir arquivos em vários formatos diferentes;
- Muitos fontes de Texto e a possibilidade de instalar mais algumas se precisar;
- Ferramentas  de Carimbo;
- Ferramentas de seleção como a Varinha mágica e laço;
- Ferramentas de Desfoque, Superexposição e subexposição;
- Ferramentas para corrigir olhos vermelhos em poucos cliques;
- Ferramentas para remoção de manchas;
- Interface gráfica configurável;
- Controle de Opacidade;
- Linhas Guia;
- CMYK;
- Múltiplos projetos simultâneos;
- Controle de Zoom;
- Teclas de Atalho;
- Seleção por cor;
- Ajuste de curvas de iluminação, Matiz, equilíbrio de branco;
- Posterizar, Saturação, Limiar e Contraste, assim como Brilho;
- Ferramentas para criação de perspectiva 3D;
- Ferramentas para distorção e panorâmicas etc...

Um software de qualidade como o Photoshop tem tudo isso? Sim, mas acontece que eu estava listando características do GIMP nessa pequena descrição!

Como vantagens do GIMP ainda podemos apontar:


- Multiplataforma;
- Instalador ( Linux) tem apenas 76 MB diferente dos mais de 1GB do Photoshop;
- É grátis;
- Permite a instalação de temas de ícones e mudança de cores da aparência;
- GIMP consegue abrir arquivos no formato PSD do Photoshop;
- Mais leve.

Além de tudo isso é possível ainda instalar um punhado de plugins no GIMP para aumentar o número de pinceis, filtros e recursos e é possível até mesmo trabalhar com o terminal no GIMP dando comandos via texto caso o usuário queira é claro.

Gimp no Ubuntu


Para mim é claro que não existe um grande abismo entre Photoshop e GIMP, o Photoshop vive muito nas custas na fama que criou como "O SOFTWARE DE EDIÇÃO" mas na verdade ele tem poucos recursos ( segundo a Adobe pelo menos, não sei quais são eles) que o fariam superior ao GIMP que são complementos desenvolvidos pela própria Adobe e tem código fechado.

De qualquer forma, digamos que o Photoshop tenha um ou outro recursos a mais, tão específicos que mais de 90% dos usuários jamais utilizariam, vale a pena você baixar a versão pirata dele ou pagar mais de 1600 dólares no programa ao invés de aprender a usar o GIMP? Acho que não.

A maior dificuldade de quem pretende usar GIMP é que é muito complicado achar cursos presenciais do mesmo, eu mesmo dou aula de Adobe Photoshop e para o meu bel prazer uso o GIMP, acho mais prático, mais leve, mais fácil e com a integração com o HUD do Ubuntu então, mais produtivo impossível!

E você já usou o GIMP e o Photoshop? O que você pensa a respeito deste assunto?

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5 Motivos que fazem o Linux ser "ruim"

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terça-feira, 30 de junho de 2015

Hoje vamos falar de um assunto espinhento, vamos colocar o dedo na ferida e expor as coisas como elas são.


Os contras de se usar o sistema do Pinguim


Quero tratar de um assunto que pode até gerar polêmica mas que acho muito importante ser exposto e debatido. Como um artigo recente onde escrevi "3 coisas que o Linux faz que o Windows não faz" gerou debates acalorados nos comentários por muita gente ser intolerante com a opinião alheia eu resolvi lhe dar um "choque de realidade" escrevendo este artigo aqui.

Eu diria que uma das melhores qualidades que podemos ter é reconhecer onde a concorrência é melhor justamente para observar os fatos com calma de o porque destas vantagens em determinados setores e o que pode ser feito para corrigir isso, afinal, espernear nunca funciona.

Para usuários de Linux e Windows


Windows vs Linux

Este é um artigo para tentar dialogar com ambas as comunidades, afinal de contas eu não entendo o porque de tanto ódio de um com o outro, como se odiar resolvesse qualquer problema...

Apesar do nome do blog tem uma conotação direta com o Linux, acredite, nós gostamos é de tecnologia, por isso tentarei ser imparcial nas minhas observações de agora em diante.

Os pontos onde o Linux pode deixar a desejar


Eu já ouvi milhões de vezes usuários de plataformas alheias criticarem o Linux pelos seguintes pontos:

- Programas da Adobe (Photoshop, After Effects, Illustrator, etc) não rodam no Linux
- Games de peso não rodam do Linux
- Microsoft Office não roda no Linux
- Suporte a drivers de dispositivos variados
- Facilidade de uso

Agora pretendo fazer as minhas observações sobre o assunto de maneira sincera reconhecendo os pontos fortes do sistema da Microsoft e fazendo ponderações quanto a minha experiência usando Linux. Se você não usa Linux por algum outro motivo pode ser interessante colocar a sua opinião depois nos na sessão de comentários, assim poderemos discutir o assunto de maneira mais abrangente.

Obviamente pode existir outros motivos para que uma pessoa decida que o Linux não é a melhor escolha, porém, estes são os principais e mais recorrentes fatores.

1 - Programas da Adobe no Linux


Adobe Creative Cloud


Uma consideração inicial


As vezes acho que o Linux é visto, até mesmo por seus usuários, como algo além de um Kernel... , a maioria das pessoas pensa que o Linux é algo como o Windows ou Mac, um pacote fechado, um sistema operacional final... amigos, Linux é apenas o Kernel! Quando você diz "Linux não roda isso, Linux não roda aquilo" você está dizendo que o Kernel "não roda o Photoshop", e isso é lógico, o Kernel do Windows também não roda o Photoshop, pelo menos não só o Kernel.

Caso você deseje reclamar, reclame direito.

Edição de imagem


Eu acho importantíssimo admitir a superioridade comercial que o Photoshop tem sobre o GIMP, repito, COMERCIAL, não TÉCNICA. O nome "Photoshop" é algo extremamente popular e entrou até em alguns dicionárioS populares onde "photoshopar" é sinônimo para modificar ou alterar uma imagem.

Há algo que não podemos esquecer, quem faz os programas é a Adobe e se não existe Photoshop ou demais aplicações da Creative Cloud no Linux é por culpa da Adobe, não é porque o Linux é ruim e não roda, é porque a "dona do programa" não achou viável fazer uma versão para o sistema.

Então pare de dizer que "Linux é ruim porque não tem Photoshop" porque isso não é culpa do Linux, porém, é perfeitamente aceitável que você que "depende" do Photoshop diga que o Windows é uma solução mais interessante, que é melhor para você, porque ele consegue rodar o Photoshop, graças a Adobe mais uma vez que fez uma versão para ele.

GIMP vs Adobe

Quando o assunto GIMP vs Photoshop vem à tona sempre existem discussões sem sentido sobre qual é melhor, há um certo tempo atrás eu fiz um vídeo abordando um pouco disso.

Sempre achei que em programas deste tipo, editor de imagens e trabalhos artísticos, o resultado final é o mais importante e não maneira que se usou para atingi-lo. Quem faz o trabalho é o artista, porém, tenho de concordar que uma ferramenta adequada ajuda no trabalho.

É muito mais fácil martelar um prego com um martelo do que com uma chave de boca, mas isso não quer dizer que bater com um martelo seja a única maneira de fazer o trabalho bem feito (bater o prego), isso se aplica a GIMP e Photoshop.

Existem trabalhos excelentes que são feitos usando o GIMP, e claro, que existem trabalhos excelentes feitos com o Photoshop. Um não desmerece o outro, você pode usar ambos para fazer a mesma coisa, e quem diz o contrário com toda a certeza não conhece ambos da mesma forma. No final das contas influencia mais o seu gosto do que o programa em si.

Existem discussões imagens de usuários de um defendendo o seu uso contra o uso do outro e vice-e-versa, quando na verdade a única coisa que eles querem provar (eu acho) é que estão "do lado certo", ou seja, "não é possível que eu tenha cometido um engano". Poderiam usar todo este tempo para falar de Design de uma maneira geral mostrando onde um pode complementar o outro, mas acho que isso já seria pedir demais.

O Mercado também influencia bastante, você vê vagas de emprego requisitando Photoshop, raríssimas vezes o GIMP é mencionado, ou você vê vagas de emprego pedindo Photoshop ao invés de pedir "conhecimentos em edição de imagem", isso certamente influencia nas escolhas de aprender um programa ou outro. Existem muito mais cursos de Photoshop porque de GIMP, procura gera demanda e demanda gera procura, é uma bola de neve.

Edição de vídeo


Programas para edição de vídeo também não faltam, Blender, Kdenlive, Nuke, Natron, Lightworks são programas que rodam no Linux nativamente e possuem capacidade de desenvolver trabalhos tão honrosos quanto os feitos com o a suíte Adobe, o Nuke por exemplo foi usado para fazer os efeitos especiais do filme "Gravity" com a Sandra Bullock (grande filme!).

Lightworks
Lightworks

O que muda é que provavelmente a acessibilidade a cursos e a conteúdo para aprender estes conteúdos, estes programas, é muito menor do que a presença de cursos envolvendo AE e Premiere.

Mais uma vez quero deixar claro, é inegável a qualidade destes softwares, eu adoraria poder utilizá-los também no Linux, a interface do After Effects é muito mais intuitiva do que a do Natron por exemplo,  mas o fato de você usar Linux vai apenas fazer com que você tenha que fazer as mesmas coisas de um jeito diferente, implica em conhecer e aprender algo novo e não em não conseguir fazer, é sutil mas é diferente.

Não é uma questão de melhor e pior, é uma questão de saber mexer com a aplicação ou não, mais trabalho e menos trabalho e isso pode pesar para você na hora de escolher uma ou outra plataforma, este empasse é perfeitamente compreensível.

2 - Games de Peso Linux


O mundo dos games está sofrendo mudanças drásticas, o Mobile vem invadindo este segmento a cada dia mais, isso porque o mundo é feito por muito mais jogadores casuais do que jogadores hardcores. E quando se fala em Linux (Linux é o Kernel, só para você não esquecer) você abre margem para qualquer coisa que rode Linux, incluindo os antigos PlayStations e o Android, então se for reclamar reclama certo pelo menos.

Eu sei muito bem que quando falam que "Linux não tem games" a referência é ao Desktop e isso vem mudando drasticamente, de praticamente nenhum game em dois anos à 1/3 da Steam já em 2015, e isso tende a crescer, desta forma, as queixas passaram a ser em outros fatores, como títulos específicos e desempenho.

Títulos de peso


Mais uma vez, se você não consegue jogar GTA V no Linux não é porque o Linux é "ruim" ou porque ele "não consegue rodar", é porque a RockStar não fez o jogo para o sistema, simples assim, por motivos que devemos confiar que foram muito bem ponderados.

GTA V PC


Se você curte muito uma franquia específica que ainda não tem porte para Linux e você gostaria de pode jogar ele no Pinguim a melhor coisa que você pode fazer é pressionar os desenvolvedores a olharem para o sistema e liberarem uma versão nativa para o Linux.

Apesar disso, boa parte das pessoas que dizem que Linux não roda BF4 não conseguem rodar o game nos seus Windows também por conta do hardware mais parrudo que o game exige (óbvio que não todo mundo) mas já vi mais um falar isso.

Pense também que existem pessoas que gostam de um ou dois games apenas, se eles estiverem disponíveis para Linux (Desktop) ele se torna sim uma plataforma gamer, sem "mimimi".

Desempenho


Outra queixa que eventualmente ocorre é que games rodando sob o OpenGL tem menos desempenho gráfico do que games rodando através do DirectX e isso é uma meia verdade.

Se a pergunta for, " O OpenGL é melhor que o DirectX?" a resposta é "depende". Depende de onde a API vai ser utilizada e de como ela será utilizada, games que foram otimizados com OpenGL conseguem ter o mesmo desempenho ou às vezes até mais do que os games rodando sob o DX.

GTX 780 ti


Um bom exemplo disso é o Left 4 Dead 2, a própria Valve mostrou que ele roda com maior velocidade no Linux. Dessa forma vemos como a otimização de um game para a biblioteca gráfica do Linux pode influenciar vigorosamente do desempenho e é justamente por isso que alguns games ainda rodam com maior velocidade no Windows, isso é um fato!

As desenvolvedoras de games não estavam acostumadas a fazer games para Linux utilizando o OpenGL e por isso pode demorar um pouco até que todo mundo "acerte a mão" para deixar os games "redondos" e se formos ver, falhas de programação que deixam os jogos "lagados" acontecem no Windows também; só que existem muito mais games otimizados para o DirectX do que para o OpenGL.

O game "The Witcher 2" que foi lançado para Linux no ano passado fez um porte tão mal feito que a mesma versão do game rodando pelo Wine conseguia ser mais rápida (Wine é um programa para rodar aplicativos do Windows no Linux) isso mostra que o desenvolvimento foi todo otimizado para o DX e depois eles pensaram no porte, o caminho é pensar em desenvolvimento paralelo agora, como foi feito com o Dying Light, fazendo o jogo desde o início com compatibilidade com o Linux.

The Witcher


Outra parte da culpa por baixo rendimento gráfico é dos próprios fabricantes de Hardware; Nvidia e principalmente a AMD simplesmente ignoravam a possibilidade de dar um suporte descente ao Linux até pouco tempo, felizmente isso mudou, em 2012 começaram a sair melhores drivers e à partir de 2015 tivemos grandes melhorias neste setor.

Querendo ou não, Linux ainda não é plataforma gamer Desktop ideal, não adianta discutir, simplesmente não é, assim como Mac também não (apesar de poucos falarem dele), quem gosta de lançamentos para PC e é um verdadeiro gamer que joga todos os jogos novos que saem tem que usar o Windows, pelo menos em dual boot, e cá entre nós, mesmo eu não utilizando, não vejo nada de errado nisso.

3 - Office da Microsoft não roda no Linux


Sempre que eu tenho que tocar neste assunto eu recomendo que o leitor ouça o nosso podcast feito com a Eliane Domingos sobre o Libre Office, ele vai quebrar muitos mitos, clique aqui.

Eu particularmente gosto do Microsoft Office, na empresa onde trabalho dou aula com ele todo o dia praticamente, mas para minhas tarefas pessoias, inclusive para o gerenciamento da turma eu utilizo o Libre Office, por que? Ora, porque funciona.

A dependência do MS Office está mais ligada aos formatos que ele abre, se você criou uma super planilha cheia de Macros no Excel ele não vai abrir no Calc por nada neste mundo, e é exatamente isso que a Microsoft quer, que você tenha que usar o produto deles.

MS Office vs Libre Office

Você pode fazer o mesmo trabalho usando o Libre Office Calc, ou pode fazer usando o Excel mesmo mas salvando em um formato aberto, no caso seria ODS, assim você garante a compatibilidade com qualquer plataforma.

Muita gente fala da interface amigável, porém, isso é extremamente relativo ao utilizadores, eu me arrisco a dizer que 90% das pessoas que usam um computador não sabem realmente usar uma suíte office com toda a sua potencialidade. O Libre Office é grátis, roda no Linux, no Mac e no Windows e pode SIM substituir o MS Office na sua empresa.

Em casos de migração (já tive a oportunidade de trabalhar em alguns) o que mais ocorre são dúvidas em relação a como fazer coisas que se faziam de uma determinada forma na suíte antiga e na nova é diferente (não mais difícil, mas diferente) e também problemas em abrir arquivos antigos, por isso a minha observação é que se uma empresa pretende fazer esta migração que a faça com calma e não trocando um pelo outro do nada. Assim vai dar problema.

Comece a criar os seus documentos em formatos abertos e a migração será tranquila. Mais uma vez, o Office da Microsoft é ótimo, mas não é insubstituível, afinal tantas pessoas usam outras soluções, acho que elas não são "masoquistas tecnológicas".

4 - Hardwares que não funcionam no Linux


Eu uso Linux há cerca de 5 anos, 3 deles usando apenas o Ubuntu como sistema, e tenho que forçar muito a memória para lembrar de algum problema de reconhecimento de hardware no sistema, entretanto, sei que eles podem ocorrer.

Como comentei, EU não tive problemas, porém, tive a oportunidade de acompanhar alguns problemas deste gênero com alguns amigos, no caso especialmente era um JoyStick daqueles modelos com volante, o rapaz queria-o para jogar o game "EuroTruck Simulator 2", que tem versão nativa para Linux.

Teclado Razer


A marca do dispositivo era um pouco desconhecida e o modelo era bem antigo, lá pelos idos de 2006, tenho certeza que isso contribuiu para o caso, testei um modelo mais recente e não tive problemas. 

Outro pequeno problema que pode-se encontrar é a falta de um programa específico para alguns hardwares, como os periféricos da Razer por exemplo, que são muito apreciados pelo público gamer.

Já tive a oportunidade de usar mouses e teclados da empresa no Ubuntu, ambos funcionam sem problemas, é ligar e usar, mas esses produtos possuem softwares disponibilizados pela fabricante que permitem alguns ajustes mais avançados, existe uma ferramenta para fazer estes ajustes no Linux chamada "Razer Device Configuration Tool", mas ela não é oficial, mais uma vez a culpa disso é de quem produz o software.

O motivo da Razer não produzir um softwares destes compatíveis com Linux talvez seja a participação de mercado do sistema, é compreensível, mas a mudança para isso está nas mãos dela.

É uma "sinuca de bico", a Razer pode não fazer software para Linux porque a maior parte de seus clientes não o utilizam, mas também ela não vai aumentar a base de clientes Linux se não fizer o software para o sistema. Complicado.

Lembro que em uma outra ocasião tive problemas com um leitor de impressões digitais, não que eu o usasse mas queria ver se funcionava ou não, nativamente o Kernel Linux não o reconheceu, mas bastou instalar o Fingerprint que as coisas funcionaram sem problemas.

Notebook com leitor de digital

Tirando estas situações bem específicas que puderam ser contornadas, realmente nunca tive problema de reconhecimento de hardware e falo sem medo de errar que os drivers "genéricos" do Linux são muito mais eficazes que os do próprio Windows. Acredito que em 95% (estatística chutada) dos casos você não terá problemas, WebCams funcionam sem instalar nada, conecte uma e abra o Cheese e pronto, placas de vídeo com driver genérico conseguem até rodar alguns games mais leves, impressoras também estão a cada dia mais fáceis de instalar, conectar e usar, simples assim.

Ouvi falar de algumas pessoas que tiveram um problema para configurar alguns modelos de impressora, avaliando bem o caso é mais por conta de não saber como fazer do que problema de reconhecimento, existem também dois outros tipos de hardwares que podem não ser reconhecidos, Smartphones da Microsoft e da Apple, (por que será né?), mas até isso é possível contornar, instalando um driver do repositório ou usando outros programas para sincronizá-los.

5 - Facilidade de uso 


Eu nunca entendi o porque das pessoas dizerem que "Linux é difícil", mas sinceramente, eu tenho uma suspeita. Minha suspeita é baseada em dois fatores, contato com uma distro mal feita (existem várias) e muita dificuldade em aprender ou querer aprender algo novo.

Tenha em mente que "facilidade" é uma coisa relativa, afinal, o que pode ser fácil para mim, pode ser difícil para você. O Windows "é fácil", mas não é fácil pela sua organização, é fácil porque você aprendeu a mexer num computador usando ele.

Aprender um novo idioma é algo parecido, falar inglês pode parecer complicado para algumas pessoas, mas não seria se a pessoa tivesse sido criada falando inglês, segue a mesma lógica.

Facilidade de uso

Então por mais complicado e bagunçado tecnicamente que o Windows seja (há quem discorde e eu respeito a sua opinião), ele ainda tende a ser "fácil" para as pessoas que estão acostumadas com ele.

Um outro "mal" que existe é que o nome "Linux" é associado por muita gente como algo difícil, inútil e complicado, do tipo que "só os nerds mexem" e as vezes o cara escreve isso digitando de um Android... "sabe de nada inocente".

As distros Linux atuais (para desktop), especialmente Ubuntu e Linux Mint permitem uma utilização tranquila por parte do usuário sem digitar nenhum dos "temidos comandos no terminal", porém, se você procurar na internet vai encontrar vários tutoriais ensinando a fazer as coisas pelo terminal e isso tem um motivo.

Linux no Desktop até 2010 para mim era algo underground, só agora que ele está sendo considerado algo acessível para todos, até então ele era usado apenas por entusiastas e estas pessoas tem, normalmente, uma habilidade a mais em informática. Fazer as coisas pelo terminal é muito pratico para QUEM CONHECE, e boa parte das pessoas que cria blogs sobre Linux entende do assunto e na maioria das vezes não pensa no público leigo, isso é uma coisa que temos que mudar.

O preconceito quanto ao Linux fica claro quando uma pessoa muda do Windows para Mac, a dificuldade de adaptação é muito parecida, no entanto, por se tratar DA APPLE as pessoas tendem a aceitar as novidades de bom grado, ou ao menos com menor repúdio.

Quando o Linux não é a melhor opção? 


Os casos são raros mas realmente existem, tudo bem que não é culpa do Linux em si mas isso faz com que ele seja ineficaz na tarefa. Por exemplo, se você deseja trabalhar com o Tecnometal, precisa ser Windows (ponto), não tem o que fazer, lógico que seria bom que existisse uma versão do programa para o Linux (ou uma alternativa), mas não existe. A melhor saída neste caso é o dual boot, ele não é um crime.

Tecnometal

Sugestões de leitura e erros comuns


Entendam que não estou clamando por um sistema, estou sendo factual, o Linux ainda não é a melhor solução para TODOS os casos, mas pode ser a solução na MAIORIA DELES.


O Linux é o que dá base a praticamente toda a tecnologia que usamos hoje em dia, seja em algum momento do processo do desenvolvimento de qualquer serviço online, "Internet of Things", Smartphones, Tablets, produção de chips, roteadores, SmartTVs, consoles de video game, servidores dos grandes sites da internet, exploração espacial, super computação, química, física... lá está o Linux! Então não venha me dizer que Linux é ruim, ou que é inútil, você não sabe o tamanho da besteira que está falando.

Pequenos enganos


Em contrapartida peço que os mais fervorosos defensores do Linux aceitem e entendam quando uma pessoa chega a um conclusão sadia que o Linux não é a melhor opção para o que ela precisa fazer, não vai ser dizendo que o Windows é ruim que você vai fazer o Linux ser melhor.

Num mundo ideal todos os programas rodariam em todas as plataformas ficando à cargo do usuário escolher qual a sua opção por motivos de afeição e usabilidade e não por disponibilidade de software, infelizmente o mundo não é assim, então vamos tentar ser o mais coerentes possível.

Aprendam a reconhecer as boas qualidades do "adversário" (isso vale para os dois lados) e vocês serão pessoas melhores e mais sábias no âmbito tecnológico. E por favor, saibam diferenciar brincadeira e piadas de uma frase escrita de maneira séria, isso é essencial. Seria ótimo ter a sua participação através dos comentários logo abaixo, mas lembre de ser cordial sempre com pessoas quem tenham uma opinião diferente da sua.

Até a próxima!

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Adobe Photoshop pode estar a caminho do Linux!

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sábado, 22 de novembro de 2014

Será que o dia que finalmente você vai poder dizer que existe Photoshop do Linux nativamente está próximo? Bom parece que sim, graças a uma ajudazinha do Google a Adobe está produzindo uma versão do Photoshop que rodará em qualquer PC que carregue o Chrome, saiba mais:

Adobe Photoshop no Linux

Adobe está desenvolvendo uma versão do Photoshop para o Chrome


Graças a um empurrãozinho do Google (do tipo, "vai filhão!") o Photoshop deve desembarcar ao Chrome OS e consequentemente a qualquer computador que tenha o Google Chrome, segundo a Adobe o projeto está 90% concluído faltando ainda alguns ajustes como fazer com que o software aceite a importação de arquivos do HD do computador, atualmente ele só tem integração com arquivos do Google Drive.

Atualmente o programa, que ainda está em versão de testes e deverá permanecer assim por seis meses (yeah! temos um prazo!), pode ser instalados através da Chrome Web Store apenas por estudantes de universidades selecionados para realizar os testes, ainda não se tem informações sobre se o serviço será pago o grátis.

Como funciona


A ideia é fazer com que o Photoshop para Chrome seja exatamente igual ao Photoshop para desktops, porém com um diferencial, não será preciso uma máquina potente para rodá-lo uma vez que ele estará rodando nos servidores da Adobe via streaming, inclusive é assim que o estão chamando até o momento, "Photoshop Streaming", isso ideal por exemplo para computadores com pouco hardware como os Chromebooks do Google.

Opinião


Particularmente acho que o Google perdeu foi a paciência com a Microsoft que vivia dizendo que o Surface era melhor que o Chromebook porque rodava Photoshop (sim, por conta de um programa de terceiro ele era melhor, mas ok!) e de minha parte, será bom ter mais uma opção apesar de eu estar muito acostumado com o GIMP e fazer tudo por ele vai ser bom poder dizer pro pessoal que reclama que Linux não tem Photoshop que agora ele terá. (risada maquiavélica, muahahahaha).

E você o que pensa disso?


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Como instalar o Adobe Photoshop CS6 no Ubuntu

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Aprenda a instalar o popular Adobe Photoshop CS6 no Ubuntu e em qualquer distribuição Linux através do Wine/PlayOnLinux.

Adobe Photoshop

Aprenda a instalar o Photoshop no Linux


Apesar de não usar mais diariamente o Photoshop eu reconheço a grandeza e a importância no programa, muitas pessoas gostam muito do programa da Adobe e eventualmente, deixam de usar o Linux pela ausência do programa, porém, o Wine vem se desenvolvendo de maneira extremamente rápida nos últimos meses e agora ele já é capaz de dar suporte ao Photoshop.

Antes do tutorial


O tutorial consiste em fazer uso do PlayOnLinux, um software que manipula o Wine para rodar aplicações Windows no Linux e no Mac OSX, por isso, se você não tem muita intimidade com o programa é recomendado que você assista o nosso vídeo manual sobre o PlayOnLinux antes de prosseguir.

Instalando o AdobePhotoshop no Ubuntu


O canal que realizou o tutorial foi o Linux Warrior e o Ubuntu foi utilizando como distribuição Linux para execução do mesmo, entretanto, o processo deverá funcionar corretamente em qualquer sistema.


Apesar do Photoshop ser muito bom, se você procura uma alternativa nativa a ele para o Linux considere dar uma atenção especial para o GIMP, se você ainda não conhece o programa vou deixar aqui duas sugestões de leitura que vão facilitar a sua migração, incluindo um tema que nós desenvolvemos para deixar o GIMP semelhante ao Photoshop:



Bom proveito, aproveite o seu Photoshop ou o seu GIMP, até a próxima!
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Adobe Creative Cloud no Linux - Um Script "Mágico" que automatiza a instalação no PlayOnLinux

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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Para algumas pessoas a migração para a plataforma Linux ainda é complicada pela falta das ferramentas da Adobe nativas, especialmente para aqueles que trabalham já há muitos anos com elas, qualquer mudança é complicada e isso é compreensível, ainda que em linhas gerais existam ferramentas alternativas e eficientes, você ainda assim pode querer utilizar a suíte da Adobe. Neste caso, ou você utiliza um sistema em Dual Boot (Windows ou macOS) ou apela para virtualização e para o Wine.

Adobe Creative Suite






Caso você opte pelo Wine, existem várias possibilidades, porém, antes de prosseguirmos eu gostaria de deixar clara a minha posição quanto ao Wine: Ele é um paliativo, ou seja, não encare ele como a solução padrão para o seu problema, muitos podem o chamar até de "gambiarra", mas eu vejo o Wine como um projeto de grande valor de engenharia, que quando funciona, pode ser utilizado sem problemas, afinal, no fim das contas é isso que importa, certo?

O ideal, é claro, é sempre usar as ferramentas nativas da plataforma que você for usar, mas em muitos casos o Wine se mostra eficiente o suficiente para você trabalhar. Se você ainda tem uma dependência do Photoshop, por exemplo, mas gostaria de utilizar o GIMP, considere conferir o projeto PhotoGIMP que mantemos aqui no Diolinux, eu utilizo ele diariamente e acaba sendo muito confortável para quem aprendeu a editar imagens com o Adobe Photoshop, ele funciona inclusive no Windows, caso você prefira usar o GIMP no sistema da Microsoft.

Falando nele, se você só tem a intenção de instalar o Photoshop pelo Wine (no caso, pelo PlayOnLinux), temos aqui um vídeo só para isso.




Se você quiser ver um pouco mais sobre o assunto da Adobe e o Linux, este outro vídeo também será interessante.

Um script "milagroso"


Vamos ao tópico do artigo em si. No vídeo anterior eu mostrei como instalar somente o Adobe Photoshop, contudo, a suíte da Adobe é composta de vários outros softwares que podem ser úteis para você. Para realizar este experimento nós vamos utilizar um software chamado PlayOnLinux.

Muita gente pensa que o Wine e o PlayOnLinux (e o CrossOver) são coisas diferentes, mas na verdade os dois últimos são apenas interfaces para o primeiro (para o Wine).

O PlayOnLinux é grátis e é encontrado nos repositórios de todas as distros, possuindo até uma versão para macOS, chamada de PlayOnMac, que permite que os usuários "da maçã" possam rodar jogos e aplicações que só existem no Windows em seus sistemas. A intenção do PlayOnLinux (ou PlayOnMac) tem um propósito único: Fornecer ao usuário uma interface repleta de recursos para trabalhar com o Wine, gerenciar suas versões e, o que vem ao caso agora, utilizar scripts prontos para automatizar a instalação de determinados programas.

Se você quer aprender mais sobre o PlayOnLinux é necessário ter um pouco de paciência, ele é um software com muitas opções de configuração, mas para a sua sorte nós temos um vídeo no canal (bem longo) que detalha praticamente tudo o que é necessário saber sobre essa ferramenta, é grátis, então aproveite:


1 - O primeiro passo para usar este Script que instala a Adobe Creative Suite Manager no Linux é baixar o PlayOnLinux, então faça como preferir, geralmente você o encontra na Central de Aplicativos da sua distribuição.

2 - O segundo passo é baixar o Script que instala a Creative Suite, você pode baixar ele daqui. 

Dica: Acesse a página no GitHub onde o Script está hospedado, pressione Ctrl+S e escolha onde você quer salva-lo.

Depois de baixado o Script, basta rodá-lo através do PlayOnLinux. Com o software aberto, vá até o menu "Ferramentas" e selecione a opção "Executar um Script local".

Rodando o Script

Uma janela vai se abrir para você navegar pelos seus arquivos e escolher o Script que você baixou do GitHub, basta selecionar e avançar. Depois disso teremos uma grande sessão de "Next, Next, Finish", como a maior parte dos programas do Windows.

Rodando o Adobe Script no PlayOnLinux

Adobe Creative Suite Linux

Eventualmente o PlayOnLinux vai pedir a sua permissão para baixar algumas coisas, como o Mono, o Gecko e alguns outros componentes que serão úteis para rodar o Manager da suíte da Adobe. Apenas clique em instalar.

Adobe Creative Suite Linux

Ao finalizar a instalação, uma janela com o gerenciador de softwares da Adobe vai se abrir, você deve se logar com a sua conta da Adobe normalmente, assim como faria no Windows ou no macOS, se você já tem as licenças para usar os softwares compradas para a sua conta, eles vão estar disponíveis automaticamente em suas versões completas.

Adobe Creative Suite Linux

Caso você não tenha os programas comprados, é possível usar a "versão de avaliação" de cada um deles por 30 dias.

Gerenciador da Adobe no Linux

Basta selecionar os softwares que você quer instalar, depois do "Adobe Application Manager" baixar os softwares você poderá iniciá-los.


Ao abrir qualquer um deles, você poderá usar a versão trial ou entrar com os seus dados para usar a versão completa também. As atualizações também funcionam corretamente, eu instalei o Photoshop e atualizei ele para uma versão mais recente pelo próprio aplicativo.


Atualização de programas da Adobe


Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Photoshop no Linux

Adobe Photoshop no Linux

Não cheguei a testar todos os programas, mas dentre os que eu testei tive resultados diferentes. O Photoshop funciona perfeitamente, sem tirar e nem pôr. Já o Illustrator abre e funciona também, mas percebo glitches na interface.

Adobe Illustrator

Repare em como as ferramentas ficam distorcidas do lado esquerdo.  Curiosamente, eu já consegui rodar o Adobe Illustrator sem estes problemas usando o mesmo prefixo do Photoshop que eu mostrei no primeiro vídeo deste artigo, então se você precisa dele, usar aquele método pode ser uma alternativa.

Adobe Ilustrator Linux


O Audition, que foi o outro que eu testei, nem abriu, contudo, é muito possível que com ajustes finos no PlayOnLinux você tenha resultados melhores. Depurando o Audition, percebi que ele precisa de uma DLL chamada "AuUI.dll", talvez instalado ela, funcione.

Outro que funciona perfeitamente é o Fireworks. Já vi muitos desenvolvedores Web reclamarem que recebem imagens do feitas no Adobe Fireworks com várias camadas para templates de páginas e terem dificuldade de lidar com isso no Linux eventualmente.

Fireworks no Linux

Outro "queridão" dos fotógrafos que funciona perfeitamente é o Adobe Lightroom:

No Linux, rodando um software de Windows pra editar o wallpaper do macOS xD 

Uma dica legal é criar atalhos para os programas, assim você pode iniciar eles individualmente sem precisar abrir o programa de gerenciar softwares da Adobe.

Você encontra a opção de criar atalhos na guia "Geral" nas configurações do prefixo do PlayOnLinux, em caso de dúvidas, consulte o vídeo manual que eu coloquei anteriormente no artigo.

Criando atalhos

Minha opinião sobre o Script


Como comentei a principio, isto aqui nada mais é do que um paliativo. Caso funcione, ótimo! Use e seja feliz! Mas não ponha todas as suas esperanças aqui, alguns programas como o Photoshop realmente funcionam muito bem, quase como se fossem nativos, não fosse a não integração com o gestor de arquivos original da distro, usando o do Wine, mas isso é um detalhe pouco relevante para o contexto geral.

Falando do Script, ele promete instalar o gerenciador de softwares da Adobe e da fato, isso ele faz, mas os programas que compõem a suíte não utilizam todos os mesmos recursos do seu computador e do sistema, de modo que alguns ou não funcionaram (pra mim pelo menos), ou funcionaram com bugs, caso do Illustrator, entretanto, felizmente alguns dos mais famosos rodaram sem problemas aparentes.

Trabalhando com alternativas mais viáveis


É bom deixar claro que existem ferramentas que são multiplataforma, ou seja, que você pode usar não somente no Linux, mas no Windows e no macOS também, e que são extremamente poderosas. Se você costuma acompanhar os nosso DioCasts, já deve ter visto a quantidade de convidados que nós já trouxemos que usam Linux para trabalhar com artes gráficas e audiovisuais. Vou deixar alguns episódios como sugestão aqui para você conferir, mas se você der uma vasculhada vai encontrar muitos mais:





Estes 4 episódios acima somados dão cerca de 4 horas de conteúdo relacionado ao tema com vários profissionais de cada uma das áreas, vale a pena conferir se você ainda está relutante e tem dúvidas sobre essas profissões utilizando softwares que rodam no Linux. Você pode simplesmente deixar eles rolando no seu navegador enquanto faz outras atividades e curte o conteúdo, tenho certeza que será muito proveitoso.

Eu vou ficando por aqui, espero que o artigo tenha sido útil e que te ajude de alguma forma! :)

Se você achou o conteúdo bacana, uma forma de você pagar este esforço sem gastar nada é compartilhar nas suas redes sociais, marcar os seus amigos e mostrar este conteúdo para eles também, assim você nos incentiva a continuar criando este tipo de material.

Até a próxima!
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Adobe Photoshop deverá chegar aos Chromebooks e consequentemente ao Linux

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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Google e Adobe estão trabalhando no porte do Adobe Photoshop Creative Cloud para os Chromebooks, que sãos os notebooks que carregam o sistema operacional da "Gigante de Montain View" baseado em Linux e no projeto Chromium.

Photoshop poderá rodar no Linux

O acordo entre  Adobe e Google poderá refletir no Linux


Caso você ainda não saiba o Google possui um sistema operacional voltado a internet chamado Chrome OS, este sistema nada mais é do que uma versão modificada do Ubuntu que roda os serviços da empresa, sendo a interface principal, por assim dizer, o Google Chrome, browser na companhia.

O Google tem conseguido ampliar a venda de computadores portáveis com este sistema trazendo todas as ferramentas da empresa em um produto só, mas como o Chrome OS, baseado em Linux, é focado em aplicativos que rodam na nuvem, quando não está conectado à internet ele é praticamente inútil, e se tem uma coisa que o pessoal da Microsoft gosta de criticar nos aparelhos da Google é a ausência de aplicações famosas como o Adobe Photoshop.

Falei da Microsoft porque eles fizeram até alguns comerciais para tentar provar que o Surface deles é melhor que o Chrome OS do Google.


Como isso deve funcionar


Aparentemente o Google andou "mexendo os pauzinhos" para fazer a Adobe adaptar o Adobe Creative Cloud para rodar nos Chromebooks, isto na mais é do que uma espécie de Streaming onde é possível acessar o Photoshop online como se fosse uma "webapplication" , assim a aplicação deverá funcionar em qualquer sistema operacional que rode o Google Chrome, incluindo o Linux.

A primeira versão deverá vir "capada" com menos recursos do que o Adobe Photoshop tradicional para que depois isso possa ir melhorando e mais recursos possam ir sendo implementados, ela só estará disponível para assinantes da Creative Cloud em primeira instância, sendo liberado posteriormente para outros usuários.

Segundo a Adobe e o Google a aplicação será exatamente "o mesmo Photoshop que você ama" e no caso dos Chromebooks ele terá uma integração com o Google Drive.

Apesar de eu utilizar diariamente o GIMP não podemos deixar de reconhecer que o Photoshop tem muitíssimo valor especialmente para profissionais da área do Design que construíram suas carreiras nas costas dos programas da Adobe, ter eles no Linux vai ver mais um motivo para a migração de sistema, vai deixar de ser desculpa, e quem diria, o Photoshop para Linux pode estar vindo "pelas nuvens".

Via: The Verge

PhotoGIMP 2017.1 está disponível para download!

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

O blog Diolinux orgulhosamente apresenta a versão 2017.1 do projeto PhotoGIMP, o projeto que procura aproximar usuários do Adobe Photoshop ao GIMP, facilitando a transição entre as duas ferramentas.

PhotoGIMP 2017.1 Diolinux




A migração entre softwares é sempre trabalhosa, especialmente quando este programa é um dos pilares do seu trabalho, como é o caso de muitos profissionais com o Adobe Photoshop.

Eu admito que há casos em que o Photoshop será insubstituível para o usuário, mas francamente, isso depende mais do usuário do que do programa e de seus recursos, visto que existem vários profissionais que trabalham somente com o GIMP há muitos anos, você pode escolher as suas desculpas, mas em "90% dos casos" o motivo está simplesmente no dito workflow e na produtividade.

O costume com atalhos, aparência e localização das ferramentas são fatores eventualmente decisivos para quem não quer usar o GIMP.

O PhotoGIMP é um projeto criado especialmente para quem gostaria de utilizar a ferramenta mas é especialmente acostumado com o Adobe Photoshop, ou pessoas que precisam ou querem transitar entre ambos, sem precisar decorar teclas de atalho muito diferentes entre os dois softwares.

PhotoGIMP 2017.1


O PhotoGIMP não é um novo programa, nem sequer é um "concorrente" do GIMP, muito menos do Photoshop, ele é puramente "o GIMP", mas usando toda a liberdade que o software livre nos proporciona, ele foi modificado intencionalmente para ter um workflow mais parecido com o Photoshop, muitas coisas contidas na versão do ano passado se mantiveram, mas o projeto foi ajustado e simplificado.

PhotoGIMP 2017
PhotoGIMP no Linux Mint Cinnamon

No PhotoGIMP 2017.1 você encontra um novo tema GTK que é capaz de ignorar os outros temas, então, independente de qual tema você use, ao ativar o tema do PhotoGIMP ele se manterá o mesmo, isso garante a compatibilidade perfeita com outras distribuições que não sejam o Ubuntu com o tema Ambiance, como acontecia na versão passada. Esta versão do PhotoGIMP é compatível com todas as distros, independente da interface.

Usuários de Linux Mint comentaram que a versão passada simplesmente não se encaixava no tema do sistema e acabava ficando... bom... muito tosco, para dizer o mínimo, acredito que isso tenha se resolvido, como mostra a imagem acima.

PhotoGIMP 2017.1
PhotoGIMP no Windows 10

A versão para Windows também foi atualizada juntamente e agora suporta o mesmo tema, permitindo exatamente a mesma aparência no Linux e no Windows, o que facilita a migração entre plataformas também. Na verdade, agora não existe mais um PhotoGIMP para Linux e outro para Windows, como era antes, é apenas um que funciona nos dois, ou seja, o projeto foi simplificado.

Os ícones das ferramentas estão maiores também, os principais atalhos do Photoshop fazem parte do PhotoGIMP, assim você não precisa decorar tudo de novo, o tema escurecido garante que você não canse os olhos editando imagens o dia todo e a organização espacial das ferramentas também vai te ajudar a encontrar o que você quiser com maior facilidade. Por exemplo, ferramentas comuns organizadas na barra de ferramentas da esquerda como no Photoshop, camadas na direita em baixo, etc.

PhotoGIMP no Deepin 15.4
O projeto também conta com uma série de brushes novos pré-instalados, ideal para quem gosta de fazer desenho digital também.

Outra correção que foi feita é relacionada a adaptação do tema à resoluções diferentes. Este bug acabava fazendo com que o botão de maximizar "sumisse" do GIMP, agora ele deverá funcionar perfeitamente, independente do tamanho da sua tela e da resolução.


Créditos


Para construir o patch PhotoGIMP nós unimos vários projetos abertos em torno do GIMP condensando em um "produto" final, por isso temos que dar créditos a quem realmente merece, que são os desenvolvedores do GIMP (gimp.org), aos desenvolvedores do tema, este tema (ainda que tenha sido modificado por mim), partiu do tema que será liberado com a futura versão do GIMP (O PhotoGIMP é feito em cima do GIMP 2.8.x), agradecimentos também aos desenvolvedores dos brushes. E por último, mas não menos importante, agradeço a todos que me ajudaram testar a nova versão, especial o Ricardo Venturini Bugim que me ajudou a testar várias etapas do projeto passo a passo.

Como instalar o PhotoGIMP no seu sistema


Vamos aos preparativos: Como eu tinha comentado anteriormente, o PhotoGIMP é um patch, logo, ele necessita do GIMP original instalado previamente, por isso instale no seu sistema da maneira que preferir.

Windows: Faça o download do .exe à partir do site e instale normalmente usando o utilitário de instalação, basicamente você pode avançar nele, não há nenhuma propaganda ou "recurso" extra que será instalado indevidamente.

Linux: Dependendo da distribuição haverão formas diferentes de fazer a instalação, porém, o GIMP está nomeadamente no repositório de todas, basta procurar o pacote "gimp" sem aspas no seu gerenciador de softwares ou central de aplicativos.

GIMP na Central de Apps no Linux Mint


Quem prefere fazer pelo terminal pode usar estes comandos:

Ubuntu/Mint/Debian/Deepin/elementaryOS e derivados:
sudo apt install gimp
Fedora e derivados:
sudo dnf install gimp
Arch/Manjaro/Antergos e derivados:
sudo pacman -S gimp
openSUSE e derivados:
sudo zypper install gimp

Uma vez que o GIMP esteja instalado, agora você só precisa baixar o patch e extrair ele para o local indicado. Os arquivos são os mesmos, tanto para Linux, quanto para Windows.


Com o Patch baixado, você verá que tem "em mãos" um arquivo .zip, dentro dele existem instruções para instalação semelhante ao que você encontra aqui em um arquivo de texto, você pode consultar ele.

O que você deve fazer é substituir a pasta de configurações do GIMP pelo nosso patch PhotoGIMP, no Linux e no Windows ela fica dentro da sua pasta de usuários comuns.

Instalação PhotoGIMP no Linux (distros em geral)


Extraia a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário, ela deverá manter o ponto antes do nome para ficar oculta. (atenção para o ponto!)

Exemplo de local para extrair:

/home/diolinux(nome do usuário)/EXTRAIA AQUI!

Instalação do PhotoGIMP no Windows 7/8/10


Para o Windows o processo é semelhante ao do Linux, basta extrair a pasta .gimp-2.8 contida dentro do arquivo ZIP para a pasta do seu usuário que fica dentro do disco C.

Por exemplo

C:\Usuários\Diolinux(nome do usuário)\EXTRAIA AQUI!

Depois de extrair, basta abrir o GIMP normalmente.

Caso a modificação não apareça logo de cara, ou ao menos o tema, com o GIMP aberto, verifique se o tema está selecionado e habilitado.

Vá no menu editar>>preferências>>tema e na lista de temas disponíveis procure pelo "PhotoGIMPDiolinux", selecione e clique no botão "OK" e a mudança deverá ser instantânea.

PhotoGIMP Diolinux

Aproveite o PhotoGIMP e divirta-se! Lembre, este projeto não tem qualquer custo, é disponibilizado para você completamente grátis, então compartilhe a matéria como pagamento, indique para amigos que poderão se interessar! :)

Caso você encontre problemas ou tenha sugestões para edições futuras, por favor deixe nos comentários ou nos envie um e-mail contando as suas ideias, quem sabe elas ajudam a forma uma versão futura do projeto.

Até a próxima!
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