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Misterioso Fuchsia OS aparece na Google I/O 2019

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Envolto em segredos e muitas "teorias", por parte do público geral, o Fuchsia OS é um sistema em pleno desenvolvimento pela Google. Uns dizem que ele será o substituto do Android e Chrome OS, enquanto outros teorizam que sua atuação será na internet das coisas, entretanto parece que nem mesmo a Google decidiu o foco final de seu produto.

fuchsia-google-android-chrome-iot-vr

Durante sua conferência para desenvolvedores deste ano, a Google I/O 2019, foram revelados diversas novidades sobre tecnologias, apps e smartphones da Google. E não é que o Fuchsia estava entre um desses pronunciamentos. Na realidade de forma discreta, entretanto podemos saber um pouco mais sobre o sistema.

Em um de seus pronunciamentos, a Google revelou a expansão de seu SDK Flutter, que é um kit de ferramentas para criação de interfaces de apps para Android e iOS. Com um post dedicado sobre o Flutter a Google informou que seu SDK está totalmente compatibilizado com a Web, e é executado sobre sistemas como: Windows, macOS e o Fuchsia OS.

Mais revelações sobre o Fuchsia


Em uma entrevista no podcast para o site The Verge, mais revelações sobre o Fuchsia vieram ao público. Um dos participantes, Hiroshi Lockheimer, chefe do Android e Chrome, compartilhou algumas informações sobre o sistema. Lockheimer explicou que o Fuchsia tem como foco "alavancar o estado da arte em termos de sistemas operacionais" e incorporar o conceito do Fuchsia em outros sistemas.

Falando um pouco mais sobre o SO, ele confirmou que o Fuchsia será um sistema completamente novo, desenvolvido com todas as experiências e lições aprendidas com todos esses anos de Android e Chrome OS.

Lockheimer enfatizou que o Fuchsia está em pleno desenvolvimento, porém tudo é muito novo e experimental, insinuando a possibilidade de que o sistema não será um substituto do Android e Chrome OS, e sim focado em produtos baseados em internet das coisas, como dispositivos para casa, wearables e quem sabe dispositivos VR.

Já o vice-presidente sênior da Google acredita que "há muito espaço para diferentes sistemas operativos, com focos e especializações distintas", sugerindo que de fato o Fuchsia não está sendo desenvolvido para substituir os atuais sistemas da Google, pelo contrário, atuando em outras áreas da tecnologia.

E aí o que acha sobre toda essa situação? Fique ligado no blog Diolinux, e conforme novas revelações apareçam você ficará sempre informado.

Continue esse bate-papo em nosso fórum Diolinux Plus, até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Fuchsia - Confira as primeiras imagens do novo sistema operacional do Google

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quinta-feira, 11 de maio de 2017

O Google vem trabalhando "secretamente" em um novo sistema operacional há algum tempo, mas até então ninguém tinha visto a aparência dele, se seria parecido com o Android, que conceito visual ele aplicaria, se seria mais parecido com o ChromeOS, em fim. Agora a curiosidade vai abacar!

Fuchsia OS Google Interface




Agora nós já temos mais informações sobre o novo sistema operacional que poderá ser o futuro da Google, há algum tempo atrás eu tinha feito um vídeo para falar sobre ele:



Sabemos atualmente que o "Fuchsia", como é conhecido agora, é provavelmente apenas o codinome do projeto, é possível que quando ele chegar ao mercado ele receba outro nome. O Fuchsia não é baseado em Linux como o Android e o ChromeOS, ele usa um Kernel baseado no LK chamado Magenta, que também é de código aberto.

Não somente a base do sistema será diferente do Android atual, como a interface também, confira algumas imagens da "Armadillo", a nova interface da Google:

Armadillo UI Fuchsia

Armadillo UI Fuchsia

Armadillo UI Fuchsia

Armadillo UI Fuchsia

O Google parece estar utilizando o Flutter SDK para desenvolver a nova interface, um SDK que permite que sejam criados Apps para Android e iOS usando o mesmo código fonte, graças a isso, o pessoal do ARS Technica conseguiu criar um APK para testar o Armadillo Shell no Android, particularmente não consegui fazer ele funcionar.

Teclado do Armadillo


A interface tem um ótimo suporte para telas de tamanhos e resoluções diferentes, o que aponta a sua objetividade de convergência, usar o Flutter pode fazer o Fuchsia compatível com Aplicativos Android também, mediante a uma "simples" nova compilação.

Fique ligado aqui no blog, assim que tivermos mais novidades sobre o sistema você ficará sabendo.

Até a próxima!

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Fuchsia, sistema da Google agora pode rodar no Pixelbook

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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Já fazia quase um ano que eu não falava mais do Fuchsia aqui no blog, se você não costuma acompanhar os novos projetos da Google de perto, existe uma grande possibilidade de você nunca ter ouvido falar dele, então, vamos dar um pouco de contexto para você.

Pixelbook






O Fuchsia (se fala "Fiúcha") é um sistema operacional que vem sendo construído pela Google que pode (ou deverá) ser aplicado em vários segmentos diferentes, como Internet da Coisas, computadores tradicionais e Smartphones.

Ele é um sistema de código aberto, mas diferente do Chrome OS e do Android, que são os sistemas que empresa trabalha atualmente, ele não é baseado no Linux, utilizando um Kernel chamado Zircon (antigamente chamado de Magenta), que por sua vez deriva do LK.

O Pixelbook foi um dos últimos dispositivos lançados pela "gigante de Montain View" e ele vem de fábrica com o Chrome OS, custando cerca de 990 dólares atualmente, sem a "Pixelbook Pen".

O pessoal do site Chromeunboxed descobriu lendo as novas documentações do Fuchsia que é possível fazer a instalação dele no Pixelbook, apesar de ser bem complicado, pois é preciso de dois computadores na mesma rede para enviar a maior parte do sistema via rede para o computador que roda o Chrome OS originalmente.

ꔷ Ficou curioso para ver algumas imagens do Fuchsia? Aqui temos algumas, mas não se empolgue muito.

O Fuchsia ainda tem muito caminho e muitos anos de desenvolvimento pela frente para se tornar um produto comercial, até lá, somente os entusiastas testarão qualquer build que ocorra provavelmente, neste momento ele não é compatível com processadores ARM, então, provavelmente você não conseguiria instalar em um Smartphone tradicional, limitando o nosso acesso ainda mais.

Muitos apontam o Fuchsia como um "Vaporware", um tipo de software que é anunciando muito antes de estar pronto e acaba nem sendo lançado. 

Alguém aí lembrou do Andromeda OS?

O Andromeda é um projeto da Google que não foi oficialmente descontinuado mas que também não recebeu mais implementações, caindo na nomenclatura de "vaporware". 

O objetivo era criar um sistema que rodasse como o Chrome OS, mas que rodasse também aplicativos de Android; no fim das contas, o Chrome OS atual acabou ganhando essa funcionalidade e a cada dia mais Apps de Android se tornam compatíveis, até o Microsoft Office foi para ele dessa forma.


Talvez o Fuchsia também possa acabar se tornando um laboratório para tecnologias que podem ser implementadas em outro projeto antes de se tornar algo relevante por si só, mas certamente vale a pena ficar de olho.

Até a próxima!
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A Google vai lançar um Notebook com um novo sistema operacional para concorrer com Windows e Mac

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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

A Google anunciou que vai lançar um novo Notebook no mercado com um sistema operacional chamado "Andromeda" que seria uma junção de Chrome OS com o Android, o sistema seria capaz de executar tanto as aplicações do Chrome como as do Android.

Andromeda OS Google




A Google começa a dar seus primeiros passos no mercado de computadores portáteis com um novo sistema operacional que junta o melhor dos dois sistemas operacionais de maior importância da empresa, o Chrome OS e o Android.

Andromeda OS
Imagem conceitual

O Notebook deve receber o nome de Pixel 3 e ainda não tem uma data em específico para o lançamento,  mas as especificações já foram divulgadas. O aparelho conteria 4 GB de memória RAM, processador da Intel, ainda sem especificação do modelo, duas portas USB-C, touchpad com 3D ativo e teclado retroiluminado, o corpo do Notebook teria apenas 10 mm de espessura, o que faz ele concorrer diretamente com o Macbook Air.

A ideia é rivalizar diretamente com aparelhos vendidos com Windows e Mac e alfinetar a Microsoft e a Apple em outro segmento também, pois além deste computador com o Andromeda,  a Google pretende também lançar um novo Tablet Nexus com o sistema em parceria com o Huawei que também teria 4 GB de RAM.

Caso você tenha pensando: "será este o sistema que estávamos chamando de Fuchsia?" Não, aparentemente não é, não existem detalhes mais profundos sobre ele, mas vamos ficar de olho para qualquer novidade e você vai ficar sabendo aqui no Diolinux. O Fuchsia vai ficar mesmo para IoT.

A Microsoft e a Apple estão recebendo um concorrente de peso? 

Certamente. Se existe uma empresa capaz de desbancar, ou no mínimo concorrer com estas gigantes, sem dúvida é a Google. Com a base de aplicativos que o Android já tem, ele pode se tornar interessante para muita gente.

O que você achou? Será que a Google vai chegar no topo deste mercado? Será que o Andromeda vai emplacar?

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Interface convergente da Microsoft é batizada de "Projeto Neon"

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terça-feira, 23 de maio de 2017

A Microsoft anunciou que a atualização do Windows 10 chamada atualmente de "Fall Creators Update", que sairá provavelmente em Setembro ou Outubro desde ano, trará para os usuários a chamada interface "Fluent Design System", batizado de projeto Neon.

Microsoft Projeto Neon




Lembra da convergência do Unity 8 no Ubuntu? Pois é, apesar da Canonical não ter conseguido implementar o projeto, ela não parece ser a única empresa que estava olhando para este lado. Recentemente vimos algumas imagens do Fuchsia da Google que tem este conceito e a agora a Microsoft também revela seus planos para o futuro do Windows.

A Microsoft já falava sobre esta questão de convergência de aplicativos e da interface do sistema em si há um bom tempo, mas até agora tudo que os usuários puderam experimentar era um Windows que tinha um modo Tablet e um modo Desktop, designado obviamente para sistemas que tem essas duas capacidades de interação (mouse e touchscreen) e algumas aplicações, a maior parte de autoria da própria Microsoft, que funcionam muito bem em ambos os ambientes, adaptando-se de acordo com o dispositivo em que são rodados, utilizando a ideia dos "Apps universais". A ideia agora é ir além e transformar todo o ecossistema Windows em algo convergente, ou como a empresa chama, algo "Fluente", daí o nome da interface que se adapta ao dispositivo em que está rodando, "Fluent Design System".

Até então o projeto que traria essa interface para os usuários pouco antes do final do ano não tinha nome, mas agora foi batizado de "Neon", confira abaixo um vídeo mostrando as ideias por trás deste conceito:


Não pude deixar de correlacionar o nome "Neon" ao "KDE Neon", um projeto feito pela comunidade responsável pelo KDE Plasma, que claramente serve de inspiração para o design do Windows 10 e foi anunciado em Fevereiro do ano passado.

O KDE Neon, é uma distro Linux baseada no Ubuntu LTS com a última versão do Plasma como interface gráfica, nós temos um vídeo no canal sobre ele. Para quem acha que a Microsoft copia o KDE há muitos anos, o nome do novo projeto parece ser só mais um.

Nomes a parte, a Microsoft enxerga um futuro com dispositivos únicos, provavelmente menores e mais portáteis e quer garantir que o Windows esteja presente no segmento, ou seja, nada mais natural. 

Para a questão do Ubuntu e do Unity 8 que já tinha este conceito há muito tempo, mas que acabou sendo deixado de lado recentemente, fica a lição de que não bastam boas ideias, mas é necessário uma forma de colocá-las em prática.

Vendo a Microsoft e a Google dando seus primeiros passos nestes aspecto e a Samsung já tendo criado um modo convergente para o no Galaxy S8, só falta a Apple mostrar um novo produto que siga estes moldes, ou será que "a maçã" vai seguir o seu próprio caminho?

Até a próxima!
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Windows 10 agora pode rodar em processadores de Smartphone

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domingo, 11 de dezembro de 2016

O Windows 10 e o projeto Continuum da Microsoft acabaram de receber um "upgrade" e tanto nas possibilidades de utilização. A Qualcomm, além de anunciar um processador de 48 núcleos para concorrer com a Intel, também anunciou que agora os processadores Snapdragon conseguem rodar o Windows 10 de Desktop, o que abre possibilidades interessantes.

Microsoft Continuum com processadores Snapdragon




Agora os processadores Snapdragon da Qualcomm conseguem rodar o Windows 10 tradicional, o que significa que a computação  convergente com o Windows pode ser levada para um próximo nível. 

O projeto Continuum da Microsoft consiste em conectar um Smartphone com Windows 10 em uma dock que permite "transformar" o Smartphone em um "mini computador tradicional" e utilizar os aplicativos universais desta forma. O problema, é que apesar de ser algo funcional até certo ponto, os Apps Continuum, segundo os próprios usuários não são tão bons e nem tão vastos, o que faz com que utilizar um computador com Windows de forma tradicional ainda seja algo muito mais produtivo do que usar o Windows através do Continuum.

O suporte de um dos processadores mais populares do mundo móvel para a plataforma permitirá que programas tradicionais do Windows possam ser rodados em um Smartphone, o que efetivamente faz com que a experiência com as aplicações ligadas através do Continuum seja a mesma de usar um computador tradicional, obviamente respeitando a potência do dispositivo. Isso certamente torna o Continuum muito mais interessante.

Um sistema convergente? Não exatamente.


Certamente há uma relação que muitas pessoas vão fazer com o Unity 8 e o projeto do Ubuntu Phone que está no mercado antes mesmo do Continuum, porém existem, pelo menos por enquanto, algumas diferenças entre os projetos na forma de operação. O Windows 10 não é um sistema tecnicamente convergente, apesar de na prática parecer isso, ele tem interfaces diferentes que "aparecem" de acordo com o dispositivo em que ele está rodando, entretanto, as aplicações, como o popular Adobe Photoshop, não foram feitas para interfaces de Smartphones, o que faz com que mesmo que os Snapdragons permitam que o software rode  nos dispositivos, ele só vai ser mesmo útil quando for ligado a um monitor, teclado e mouse através de uma dock.

Não deixa de ser um passo importante para a Microsoft e para Windows no segmento móvel, o Ubuntu Phone e o Unity já tem a capacidade de rodar em dispositivos móveis e computadores tradicionais há algum tempo, na verdade, ele já foi concebido para isso, mas de qualquer forma, podemos ver aqui um avanço sistemático para um novo modelo de computação, onde teremos o nosso computador de trabalho no bolso.

É claro que não basta somente a Microsoft para levar essa tendência à frente, ou mesmo a Canonical, precisamos de outras iniciativas também; acredito que podemos esperar algo interessante vindo da Google com os projetos Fuchsia e Magenta, enquanto isso acontece eu não vejo a Apple querendo entrar neste segmento com muita vontade, se estão, não estão falando muito sobre isso.

Parece que é mesmo uma nova tendência computacional. Você usaria um sistema operacional desta forma no seu dia a dia? Deixe seu comentário logo abaixo.

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