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UbuntuBSD - Conheça o Ubuntu sem Linux!

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segunda-feira, 21 de março de 2016

Eis uma coisa interessante do software de código aberto, especialmente os sistemas operacionais, todos eles são feitos em algumas camadas, sendo que uma das mais importantes (se não for a mais) é o Kernel. 

O Linux é um Kernel que é utilizado por inúmeros projetos, e as distribuições Linux como o Ubuntu são um exemplo disso, porém, da mesma forma que você pode mudar a interface gráfica do sistema, de Unity para Gnome, de Gnome para KDE Plasma, etc, você também pode mudar o Kernel, e é justamente isso que o projeto UbuntuBSD visa, disponibilizar o Ubuntu com o Kernel FreeBSD.

UbuntuBSD




Eu achei muito interessante este projeto, o Ubuntu com Kernel Linux já é base para muitos outros projetos que normalmente variam de acordo com as interfaces além das plataformas, como o Ubuntu Snappy Core, mas com uma variação de Kernel não é algo que se veja todo o dia.

O UbuntuBSD nasceu sob o lema "Unix para seres humanos", em inglês, "Unix for human beings", copiando de certa forma o lema do Ubuntu oficial (Linux for human beings), e a ideia por trás do UbuntuBSD é fazer o mesmo que o Ubuntu conseguiu fazer com o Linux nos últimos anos, torná-lo algo acessível até mesmo para leigos. A primeira versão do UbuntuBSD, ainda beta, está sob o codinome de "Escape From SystemD", (nome mais zoeiro impossível hehehe) e está disponível no Source Forge para quem quiser se aventurar e testar.

Ubuntu BSD


A versão beta atual é baseada no Ubuntu 15.10 Wily Werewolf e ao contrário da versão tradicional que usa Linux como Kernel, o UbuntuBSD usa o kernel FreeBSD 10.1 com interface gráfica XFCE, ficando desta forma mais parecido com o Xubuntu, com Central de Programas e tudo e suporte para o sistema ZFS que deu um pouco de dor de cabeça para integrar ao Linux na versão tradicional por conta das licenças de software.

UbuntuBSD

A instalação ainda é feita em modo texto, algo semelhante a instalação do Ubuntu Minimal com Linux ou do Windows XP para quem é das antigas, e você pode instalar facilmente um servidor BSD para várias finalidades ou utilizar apenas como um Desktop convencional, talvez no futuro um instalador gráfico seja incluso, talvez seja o Ubiquity, utilizado atualmente no Ubuntu tradicional ou talvez possa ser o mesmo utilizado no PC-BSD que também é muito simples de utilizar.

Cabe alertar que, apesar de interessante, o projeto não tem relação direta com a Canonical, pelo menos por enquanto.
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Opção de mover a barra do Unity no Ubuntu para a parte inferior agora é nativa do sistema

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Esta era uma das novidades esperadas para o Ubuntu 16.04 LTS. A nova versão do Ubuntu ainda não está pronta para o lançamento, que deverá ser lançado no dia 21 de Abril, e agora a Canonical liberou a modificação nativamente.

Como mover a barra do Unity no Ubuntu para baixo




Há algum tempo atrás eu mostrei para vocês em um vídeo essa função ainda em caráter experimental, porém, agora ela faz parte do sistema por padrão e a sua mudança é simples de fazer. Abaixo você vê o vídeo onde eu mostrei a função experimental, ele servirá para você ter uma ideia da aparência do sistema com a barra na parte inferior, não é necessário seguir o tutorial do vídeo pois agora ficou muito mais fácil.




Para fazer a modificação atualmente no Ubuntu 16.04 LTS (a função funciona apenas nele) é necessário instalar o DConf Dditor, para isto basta clicar no botão abaixo e instalar ele pela Central de Programas.

Com ele instalado, procure-o no menu do sistema e navegue pelas opções por com>>canonical>>unity>>launcher, e na opção "launcher-position" você pode alterar de "left" (esquerda/padrão), ou "Bottom" (parte inferior, como está na imagem abaixo).

Movendo a barra do Unity para baixo

Algumas coisas estão funcionando melhor agora, no vídeo acima você pode ver que apesar da barra estar na parte inferior o menu abria na parte superior, isso agora foi corrigido, a função ocultar automaticamente o lançador também funciona perfeitamente. Quem costumava usar uma Dock na parte inferior agora pode usar apenas a barra do Unity mesmo, interessante não? Confesso que eu ainda prefiro na esquerda nas para que curtiu a ideia está aí o recurso. 

Até a próxima!
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Verdade ou Mito? Linux é apenas para programadores e profissionais de T.I.?

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Linux é a cada dia mais simples de se utilizar, sempre estão surgindo ferramentas para facilitar a vida dos usuários, mas para quem procura "complicação", uma distro Linux pode ser um sistema bem complexo. Por conta destas e outras é que existe um mito na internet de que "Linux é apenas para programadores", vamos falar um pouco sobre isso...

Linux é para programadores apenas?




Recebi um texto muito interessante do nosso leitor Adriano Barbosa Silva, Desenvolvedor em Python de São Carlos, SP, para falar sobre este "mítico mito", eu tenho meus dois palitos para dar sobre o tema também mas o farei apenas no final, vamos ver o texto que ele nos mandou.

Vale lembrar que as opiniões logo abaixo não dizem respeito necessariamente à opinião do blog Diolinux sobre o assunto, este é um espaço que nós abrimos para que os nossos leitores possam se manifestar, se você quiser fazer como o Adriano e mandar o seu tutorial, texto ou sugestão pra gente consulte a área do leitor:

"É muito provável que você já tenha ouvido pelo menos uma vez alguém dizendo que o GNU/Linux é um sistema utilizado apenas por programadores e profissionais da área de TI. Embora seja comum ver este sistema sendo utilizado em setores como desenvolvimento ou administração de redes, indicando que seus usuários tem um conhecimento mais aprofundado na área de informática, isto não significa que a afirmação anterior seja verdadeira. 

Vamos tentar entender alguns dos motivos das pessoas verem o sistema como avançado ou específico para profissionais: 

Usuários antigos


Quando eu comecei a utilizar Linux, há 3 anos atrás, tudo era um pouco confuso e isto é natural, visto que se trata de um sistema operacional diferente do Windows que eu estava acostumado, era outro paradigma e outro tipo de experiência. Pedindo ajuda para alguns conhecidos que trabalham com computadores, eu ouvi o mesmo relato por diversas vezes: “Eu usei Linux em 2000, mas não dava não. Tinha que abrir terminal para fazer qualquer coisa e eu não conseguia compartilhar arquivos com ninguém, porque não abria no Word e no Excel.” 

Prestemos atenção em um 'detalhe' que nos dirá o motivo pelo qual nós não podemos deixar opiniões deste tipo influenciarem nossa experiência com algum sistema (sério, qualquer sistema). Leia a afirmação novamente e veja se você descobre… 

Sim, isso mesmo: 2000! Naquela época o Linux realmente era menos amigável e os processos de configuração do sistema eram mais complicados, muitos deles na linha de comando. Mas, com o tempo, as interfaces gráficas adicionaram cada vez mais assistentes para configurações e muitas distribuições passaram a oferecer gerenciadores de configurações próprios, uns muito bons outros nem tanto, mas mesmo assim no caminho certo. 

Tutoriais online 


Quando precisamos tirar dúvidas na internet, é muito comum vermos tutoriais nos ensinando a realizar algum procedimento usando, para isso, o terminal. Muitos usuários se sentem intimidados pela linha de comando, pensam que é necessário ser um super hacker para poder utilizá-la. 

Mas porque diabos os sites, blogs e comunidades postam tutoriais em linha de comando? 

Simples: porque há muitas interfaces gráficas disponíveis para o sistema e ela possuem gerenciadores de configurações diferentes. Para alguém postar um tutorial usando interface gráfica de maneira que ajudasse a todos os usuários, esta pessoa precisaria aprender a realizar as configurações em todas as interfaces existentes. Isso não é nada prático para uma pessoa que está postando o conteúdo com o intuito de ajudar sem receber nada em troca e também pode gerar outro problema: um usuário leigo saberia exatamente qual interface gráfica ele está usando ou como descobrir isso? 

A alternativa mais 'simples' é a linha de comando, pois não importa se você está utilizando o Gnome, o KDE, o Notion ou o WindowMaker, as chances do comando funcionar são muito grandes, todos os usuários podem utilizar e a pessoa que está postando o tutorial não precisa ter tanto trabalho assim. (Cá entre nós, não podemos exigir que o usuário de um fórum que quer nos ajudar de livre e espontânea vontade tenha que 'se matar' de pesquisar e testar algo em várias interfaces para, após nos ajudar, receber apenas um obrigado). 

Comunidade 


Infelizmente, em algumas comunidades existem usuários que tem comportamentos hostis com usuários novatos ou de outra distribuição (Entre no fórum do Debian e diga que você tem uma dúvida com o Ubuntu e você vai entender). Os comentários mais comuns que eu vi são: “Se você não consegue configurar sua interface de rede pelo arquivo de configuração, então você deveria desistir do Linux.”, “Não venha perguntar neste fórum, use o da sua distro e nos deixe em paz.”, “Não há motivos para você perguntar sobre a instalação aqui, na documentação ensina” e a que eu acho a melhor de todas, que eu vi o moderador de uma distro respondendo em um fórum: “No site tem o binário, é só baixar e compilar, estou fechando o tópico por ele não acrescentar nada de útil para a comunidade”. 

Este tipo de atitude, além de ser inaceitável, faz o usuário novato pensar que ele já deve saber fazer tudo isso para poder começar a utilizar o Linux. Com este tipo de usuários a comunidade Linux como um todo é prejudicada e ganha a falsa sensação de que todos os usuários são grandes entendedores do sistema, quando a coisa não é bem assim. A maioria dos usuários que dizem saber compilar seus softwares não sabem realmente fazer isso. Eles digitam make install e pronto: tem o software instalado com as opções padrão, tendo o mínimo de aproveitamento que este tipo de instalação pode oferecer, mas pensam que sabem realmente compilar. 

Muitos usuários que se vangloriam por instalar uma distribuição manualmente e fazendo uso da linha de comando não sabem realmente como fazer isso, eles seguem tutoriais na internet e, geralmente copiam muitos dos passos. Mas peça para algum deles instalar o sistema do zero sem seguir nenhum tipo de tutorial e você verá que poucos deles sabem de fato fazer isso. 

O que eu estou querendo dizer com isso é: todas as pessoas devem ter respeito com as outras. Não importa se você sabe instalar o Linux do zero e criar sua própria distribuição, ou se você sabe como alterar a arquitetura do sistema para ele ser mais rápido, em algum momento de sua vida você não sabia nada ou sabia muito pouco e foi graças a pessoas que te respeitaram que você chegou onde está, então lembre-se que a pessoa que você esta pensando em ofender pode ter potencial para mudar os paradigmas de computação e mudar a maneira como VOCÊ utiliza a sua máquina. 

Tendo analisado estes tópicos fica a mensagem para os usuários novatos no Linux: 

Não deixe que comentários, postagens, reportagens ou relatos te desanimem de usar o sistema. Sistemas operacionais tem seus altos e seus baixos e nem sempre todas as pessoas se agradam com eles. O interessante é você testar e verificar por você mesmo quais vantagens e desvantagens o Linux pode te oferecer. Muito do que é visto por aí não é necessariamente a realidade, é possível utilizar o sistema apenas pela interface gráfica, tendo que recorrer à linha de comando apenas uma vez ou outra, bem como é possível utilizar o sistema apenas pela linha de comando. Interfaces de rede, acesso a hardware, dispositivos e tecnologias geralmente são configuradas de maneira automatizada no Linux e você nem fica sabendo, apenas vê que funciona. Porém, se você quiser alterar ou criar suas próprias configurações, é possível também. Essa é uma característica muito interessante do Linux, você pode usá-lo como quiser seja você um usuário que entendo pouco de computação, um usuário casual, ou um power user que quer configurar tudo sozinho. 

Concluindo: Há muito tempo que o Linux deixou de ser um sistema que apenas usuários da área de computação conseguem usar e se tornou acessível a todos os tipos de usuários e situações. Qualquer dúvida ou dificuldade que você tenha com algum tutorial, provavelmente existem outros que podem ser mais claros e muitas pessoas que você pode recorrer e que podem te ajudar e te respeitar ao mesmo tempo, pois apesar de algum usuários hostis, a comunidade ainda se mantém muito prestativa, é necessário apenas engolir alguns pepinos de vez em quando."

Nota do blog


Eu gostaria de agradecer ao Adriano pela sua contribuição e instigar a você que também tem algo a oferecer e mostrar para os outros que o faça também. Realmente Linux não é um sistema só para programadores, é para programadores TAMBÉM, se fosse um sistema só para programadores eu não poderia usá-lo, a não ser que programar despertador conte também.

Até a próxima!
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Linux é utilizado no Carrefour #EuViLinux

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sexta-feira, 18 de março de 2016

Depois de um pequeno hiato neste tipo de post, a série #EuViLinux volta com tudo! Recebemos várias imagens de muitos leitores e aos poucos vamos postando todas. Para você que não conhece e não acompanhou as outras postagens, esta série consiste na sua participação como leitor do blog enviando fotos de onde você "viu Linux" por aí, Brasil e mundo à fora, a ideia por traz disto é mostrar o quando o sistema está presente em nossas vidas nos mais variados locais.

Eu vi Linux no Carrefour




A contribuição de hoje veio do nosso leitor André Luiz Santos Oliveira que nos mandou algumas imagens e um textinho por e-mail:

"Olá Dio! Beleza?!

Acompanho o seu blog faz um tempo e gostei muito desta sessão onde você quer mostrar o Linux sendo usando por aí... Gostei pois sabia que de uma certa forma algum dia iria contribuir com este quadro.

Moro perto do Autódromo de Interlagos e fui fazer uma compra no Carrefour que fica dentro do Shopping Interlagos (Zona Sul). Eis que minha surpresa vejo uma máquina sofrendo um boot do Linux. Infelizmente não deu para ficar muito tempo ali e esperar levantar o sistema. Mas com certeza o terminal do caixa (que as mulheres registram os produtos) são todos em Linux. Eu sei que a Renner também usa e até o Ponto Frio já notei que existe um sistema Unix por lá. Quando tiver oportunidade vou tentar registrar, como fiz aí.

Nem tem como dizer que foi montagem, rsrs...

Abraços!!"

Ele também deixou um link para o blog dele que você pode acessar clicando aqui. Confira as imagens:

Linux no Carrefour

Linux no Carrefour

Da próxima vez que você for ao mercado fique de olho nos monitores, quem sabe tem Linux perto de você e você nem sabia! :D

Muito obrigado ao André pela colaboração, se você viu Linux em algum lugar por aí também tire algumas fotos e mande pra gente, assim você participa deste quadro no blog Diolinux e ainda mostra para as pessoas um lugar curioso onde o Linux está presente.


Até a próxima!
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Kernel Linux 4.5 traz melhorias para driver AMDGPU

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Linus Torvalds liberou a nova versão do Kernel Linux, a versão 4.5 traz algumas novidades interessantes, especialmente para donos de placas de vídeo da AMD.

Kernel Linux 4.5 AMDGPU



A nova versão do Kernel traz uma boa notícia para os usuários da AMD, como você deve ter ficado sabendo o suporte para drivers proprietários for cortado pela empresa, obrigando os usuários que quiserem usar distribuições mais atualizadas a usar o driver open souce, o AMDGPU.
- Como instalar qualquer versão do Kernel Linux no Ubuntu
Ontem nós postamos uma matéria com os benchmarks comparando o driver proprietário com o driver open source em games e pudemos observar que em linhas gerais o AMDGPU (open source) ainda não oferece a mesma qualidade, porém, felizmente aos poucos ele vai melhorando. Com o lançamento no Kernel Linux 4.5 teremos uma melhora neste sentido.

Na versão 4.5 do Kernel foi adicionado suporte experimental para Powerplay no AMDGPU, isso deve melhorar a gestão de energia para quem usa placas AMD em Noteobooks e também melhorar um pouco o desempenho em jogos. Além da otimização do driver AMD, a nova versão do Kernel melhora o suporte de escalabilidade do sistema de arquivos Btrfs.

Saiba mais no site do Kernel.
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Ubuntu 14.04 com driver proprietário da AMD vs Ubuntu 16.04 com driver open source

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quinta-feira, 17 de março de 2016

Os benchmarks entre as duas versões são importantes para ilustrar o quanto os usuários de placas AMD podem ser afetados com a notícia do não suporte por parte da empresa da nova versão do servidor X que deve acompanhar as distribuições Linux à partir de Abril. Por conta deste empasse a Canonical, empresa por trás do Ubuntu, anunciou que apenas drivers de código aberto farão parte dos recursos do sistema, pelo menos em primeira instância, e isso deverá afetar as demais distribuições também, pelo menos as que usarem a mesma versão do X.

fglrx vs amdgpu




Para quem não entendeu as siglas, o fglrx é o driver proprietário da AMD para Linux até então, porém a empresa decidiu investir do desenvolvimento do driver open source, o AMDGPU, com a ajuda da comunidade Linux e das empresas que trabalham com o sistema, ele é um driver que vem diretamente com o Kernel Linux e em tese você não precisa instalá-lo, ao fazer a instalação do sistema a própria distribuição vai detectar a placa de vídeo que você está usando e vai ativar o driver correto.

O problema para os usuários da AMD, como eu comentei no vídeo abaixo, é que o AMDGPU tente a entregar menos desempenho que o driver proprietário, pelo menos por enquanto, a esperança é que ele melhore ao longo do tempo, para agravar a situação, quem quiser usar o driver proprietário no Ubuntu 16.04 LTS não poderá por conta da compatibilização que não foi feita por parte da AMD.




Para termos uma noção do quanto essa mudança afetará que tem hardware AMD e prefere usar Linux para jogar o pessoal da Phoronix fez um Benchmark comparando os dois drivers em ambos os sistemas, vamos analisar os gráficos.

Os testes foram realizados com as seguintes placas:

  • R9 270X
  • R9 285
  • R9 290
  • R7 370
  • R9 Fury

O Hardware utilizando em conjunto com estas placas no testes foi:

- Processador Intel Xeon E3-1280 v5 @ 4.00GHz (8 Núcleos)
- Placa-mãe MSI C236A WORKSTATION (MS-7998) v1.0
- Memória RAM 16GB (modelo não especificado)
- SSD 120GB Samsung 850

Benchmarks entre AMDGPU e driver proprietário

Benchmarks entre AMDGPU e driver proprietário

Benchmarks entre AMDGPU e driver proprietário

Benchmarks entre AMDGPU e driver proprietário

Estes foram os testes principais, com os os games mais populares, porém existem mais com resultados semelhantes que você pode conferir no site da Phoronix.

Podemos observar que em alguns casos o AMDGPU apresentou desempenho melhor do que o driver proprietário, como no Bioshock Infinite, podemos observar um ganho também em relação ao driver open source anterior existente no Ubuntu 14.04 LTS, mas mesmo assim, na maioria dos testes o drive proprietário ainda oferece um melhor desempenho.

Agora temos que esperar para ver como será o desenvolvimento do AMDGPU e torcer que com a integração dele com o Vulkan as coisas melhores.

Até a próxima!
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Arch Linux em 6 passos: Da instalação à personalização [Vídeos]

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Se você tem interesse no Arch Linux o post de hoje será especial. São seis vídeos produzidos pelo canal Finnor X com um passo a passo para você instalar o Arch e ainda algumas dicas para personalizar a interface gráfica, neste caso serão abordadas duas, XFCE e Gnome. Agora, de uma vez por todas, aprenda a "domar" o Arch Linux.

Arch Linux



Temos aqui uma playlist com 6 vídeos que abordam desde a instalação do sistema, configuração de repositórios e personalização de interfaces. Se você quiser ver apenas um tutorial mais rápida sobre a instalação do Arch confira este outro post do blog.
Veja também: Manjaro - o Arch Linux para iniciantes

Como instalar o Arch Linux (Parte 1) 



Como instalar o Arch Linux - XFCE (parte 2)



Como instalar o Arch Linux - Gnome (parte 3)



Configurando a lista de espelho no Arch Linux (parte 4)



Personalizando O XFCE no Arch Linux (Parte 5)



Personalizando o Gnome no Arch Linux (Parte 6/final)



Agora você já sabe tudo o que precisa para dar os seus primeiros passos no Arch Linux, agradecemos ao Júlio pelo vídeos.

Leia também: 3 distribuições baseadas do Arch Linux que vale a pena conhecer

Até a próxima!
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