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GNOME está removendo a função de abrir aplicativos dando dois cliques no Nautilus

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quinta-feira, 17 de maio de 2018

O GNOME vem removendo vários funcionalidades do chamado "Desktop tradicional" nos últimos tempos. Além da área de trabalho em si, agora o gestor de arquivos Nautilus não poderá mais manusear aplicativos, permitindo que ele sejam abertos pelos usuários dando dois cliques com o mouse.

Nautilus GNOME






A mudança deverá ser incorporada nas próximas versão do GNOME Desktop onde o Nautilus não será mais capaz de abrir arquivos binários de software e scripts à partir do gestor de arquivos.

Essa medida afeta, por exemplo:

- Arquivos .bin;
- Arquivos .run;
- AppImages;
- Atalhos de programas;
- Shell Scripts, entre outros.

A ideia por trás do projeto consiste em tentar aumentar a segurança dos usuários que não poderão rodar aplicativos de fora da loja de uma forma tão simples. Ainda será possível rodar qualquer aplicativo binário (como os AppImages) através do terminal por exemplo, ou utilizando outro gestor de arquivo.

O que você acha dessa medida?

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Sobre o malware encontrado na Snap Store do Ubuntu

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Neste semana tivemos a notícia de que existia um game dentro da Snap Store da Canonical que tinha propriedades de mineração de cripto moedas. Algo que ligou os alertas da comunidade Linux, vamos discutir sobre isso.

Ubuntu Snap com malware






Como os nossos amigos do OMG!Ubuntu fizeram um belo artigo sobre o ocorrido, eu vou me reservar a debater e levantar alguns tópicos referentes ao ocorrido. 

Como um pouco de contexto é interessante para você entender o que aconteceu, o motivo do alarde é que um desenvolvedor submeteu com sucesso na Snap Store um game que tem licença MIT chamado "2048", um game muito popular inclusive, que por conta da sua licença permite a redistribuição com softwares proprietários inclusos. O problema é que este software além de rodar o game de fato, alocava recursos da máquina para minerar cripto moedas, sem que esta atividade estivesse descrita na loja.

Um problema não exatamente do Snap


Acho que o meu ponto de debate reside aqui. Uma falha como esta fez com que muitos "entendidos" por aí condenassem pacotes como Snap, Flatpak e AppImage, dizendo que eles são "um perigo" para os computadores...

Problemas de segurança são inevitáveis em qualquer plataforma, mesmo utilizando Linux é importante se preocupar com rotinas básicas de segurança online, ainda mais atualmente, onde cada vez mais as distros vem sendo utilizadas por pessoas com menor ou nenhum conhecimento técnico.

O problema que ocorreu com este Snap poderia ter ocorrido de outra forma qualquer, Flatpak, AppImage, um pacote .deb,um script, etc, ou seja, o formato em si não é culpado, como muitos apontam, mas o sistema de segurança no entorno dele, este sim que deverá ser aprimorado sempre.

Assim como no Android ou mesmo no iOS, a intenção de Google e Apple, respectivamente, é nunca ter softwares nas lojas de aplicativos que possam prejudicar os usuários, ainda assim, alguma coisa passa despercebida eventualmente.

Os sistemas de análise de segurança de aplicativos como os Snaps geralmente são automatizados, e esse processo eventualmente pode falhar, isso é natural e até esperado, ainda que seja indesejável.

Nessas horas, assim como diz o Linus Torvalds: "às vezes é mais importante a velocidade da correção do problema do que evitá-lo".

Uma vez identificado e comprovado o problema, a Canonical tirou do ar o Aplicativo que estava causando-o, ou seja, a correção foi efetiva. Assim como no Kernel Linux, quando um problema for descoberto é importante que a solução seja rápida e eficiente, uma vez que adivinhar por onde o ataque pode vir é quase que literalmente "prever o futuro", sendo assim é importante sempre reforçar as rotinas de verificação e segurança para evitar qualquer implicação ao máximo no futuro, aprendendo com as falhas.

Mesmo que problemas assim possam acontecer, os formatos Snap e Flatpak (e AppImage) acabaram fomentando um novo mercado que sempre teve dificuldade de oferecer software para distribuições Linux e acabaram viabilizando que empresas que antes não lançavam softwares para a plataforma do pinguim agora o fizessem. Não podemos esquecer que problemas de segurança no Linux sempre existiram e sempre existirão, mesmo que sejam muito menores e corrigidos (geralmente) com grande velocidade. Antes dos Snaps e Flatpaks ficarem mais populares, problemas de segurança envolvendo o Linux já existiam.

O que muda com a chegada desses formatos e que agora a cada dia mais desenvolvedores e empresas vem fazendo softwares para a plataforma e com a pluralidade vem também a possibilidade de pessoas mal intencionadas aparecerem neste meio.

A questão é que softwares proprietários não podem ter seu código verificado e por mais que sempre pensemos que o ideal é usar código aberto, boa parte do mercado detém seu maior valor no software em si e não no serviço oferecido (isso quando existe um serviço), os pacotes Snap permitiram que empresas colocassem seus softwares proprietários pela primeira vez no mundo Linux e para todas as distros ao mesmo tempo, oferecendo mais opções para as pessoas, um pequeno passo para o "lado 'Open Source' de ser", mas inegavelmente algo positivo para o mercado.

O problema do Ubuntu não exigir um login para instalar Snaps (ou outra distro qualquer) é que isso faz com que seja difícil saber quantas pessoas efetivamente baixaram esse App malicioso. Em sistemas como o Android, quando um App é considerado perigoso, a Google consegue removê-lo dos Smartphones automaticamente, ou enviar alguma mensagem ao usuário. Essa possibilidade não existe ainda nos desktops Linux, muito por conta da preocupação com privacidade.

Eu poderia dizer que uma das formas mais simples de evitar todos esses problemas é utilizar 100% de software livre com software vindo somente do repositório curado da distro, mas uma vez que o mundo não é feito de pessoas que pensam da mesma forma e sempre haverão pessoas que achem que é melhor para o negócio ou produto que desenvolvem usar licenças proprietárias (e elas tem o direito de agirem assim), as distros precisam se adaptar a esse tipo de coisa, a tecnologia é feita de uma mescla de tipos de softwares e dificilmente uma dia haverá qualquer hegemonia, de um lado ou de outro.
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Veja aplicativos de Linux rodando no Chrome OS

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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Nesta semana nós noticiamos aqui no blog que os Chromebooks estarão aptos a rodar aplicativos comuns do mundo Linux através de containers e não demorou para aparecerem os primeiros testes na internet, confira:

Chrome OS rodando Linux Apps






O canal "Chrome Unboxed" produziu um vídeo muito interessante sobre a nova feature disponível atualmente apenas no Pixelbook. A possibilidade de rodar aplicativos que são comuns do mundo Open Source, como GIMP, Inkscape e até mesmo jogos ainda está em fase de testes, mas promete muito.

Apesar de a maior parte dos serviços que as pessoas utilizam hoje em dia (falando de público doméstico) poder ser acessada através de um simples browser, ainda existem certas tarefas nas quais aplicativos que rodam instalados no sistema operacional tem preferência, como é o caso de edição de vídeos por exemplo.

No vídeo demonstrativo em questão você pode ver o YouTuber mostrando o Inkscape rodando através de um container, ele parece rodar muito bem, sem travamentos ou engasgos, pelo menos ao realizar atividades simples como as que foram feitas:


Na demonstração podemos ver até mesmo o game Open Source "Open Arena" sendo executado, porém, com baixíssimo desempenho, o que é um claro indicativo de que ainda se faz necessário muitas otimizações para gráficos 3D, ainda assim não torna a "demo" menos impressionante.

Cada usuário tem suas preferência e seu modo de trabalhar, mas eu me agrado muito com a forma com que o Chrome OS funciona, com compatibilidade com Apps Android e talvez com maior compatibilidade para Apps Linux "tradicionais" no futuro ele possa ser o meu sistema padrão. Quem sabe, né?

Até lá temos muito o que observar ainda, então fique ligado no Diolinux para saber mais e me conte o que você achou desta bela demonstração.

Até a próxima!
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ONLYOFFICE Documents chegando ao Android, veja como testar o Beta!

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O ONLYOFFICE é uma suíte office que inclui aplicativos de planilhas, edição de texto e apresentação que lembra muito o Google Docs em forma de funcionamento, mas que tem vários diferenciais interessantes conforme comentamos em vários artigos aqui do blog, sendo um deles o suporte nativo a Linux nos desktops.

OnlyOffice para Android






Os desenvolvedores nos informaram da disponibilidade da versão Beta do ONLYOFFICE Documents para Android. Para deixar o aplicativo mais estável e ainda melhor para os usuários eles precisam de testadores, e é aí que você entra!

Dentre as novidades inclusas nesta versão Beta estão a possibilidade de editar documentos, planilhas e apresentações, visto que antes era possível apenas visualizar os arquivos, e mais do que isso, além de "simplesmente" editar os documentos, agora você pode co-editar os arquivos em tempo real.

Outras novidades incluem a possibilidade de definir níveis de permissão de acesso aos documentos e conectar a vários sistemas de armazenamento em nuvem de terceiros, como o Google Drive, Dropbox, Nextcloud, OneDrive, Yandex Disk, Box, SharePoint, ownCloud e qualquer outro que utilize o protocolo WebDAV.

Para testar o aplicativo no seu Smartphone basta clicar no botão abaixo:
Bons testes, até a próxima!
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Como ter aplicativos portáteis através do Orbital Apps

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terça-feira, 15 de maio de 2018

Sempre que estamos longe dos nossos desktops e notebooks e não temos um acesso a internet muito boa para baixar os nossos programas acabamos recorremos a Apps "portáteis", nesse artigo vamos mostrar mais uma alternativa para isso.

Como ter aplicativos portáteis através do ORB






Procurando uma alternativa em executar os programas mais básicos sem precisar a instalação dos mesmos? No mundo Linux eu achei duas boas alternativas: o Appimage e o ORB, este último menos conhecido e é o que vamos abordar nesta matéria.


O Appimage vem ganhando popularidade nos últimos tempos por ter alguns programas famosos em seu formato, como Audacity, Inkscape e Kdenlive por exemplo, mas procurando nas "águas vastas" da internet, achei um site chamado OrbitalApps que tem a "filosofia" parecida com o Appimage, porém, com algumas peculiaridades.


● Rodar out-of-the-box;

● Não precisar de nenhum "runtime" para instalação;

● Não precisar de permissões especiais e nem precisar habilitar o root no app;

Clickable  que seria clicar e rodar o programa, sem precisar de mais permissões.

No site deles tem explicando melhor como funciona, você pode acessar aqui e aqui.

A instalação do Launcher ORB, esse que facilita o manuseio dos programas empacotados no formato .orb ajuda um bocado, então o primeiro passo é instalá-lo:


Primeiro vamos baixar o Launcher, que você acessa aqui, ele vai estar no formato .iso.

Depois que o arquivo estiver baixado, você vai clicar com o botão direito em cima do arquivo e depois clicar em "Abrir com", e depois abrir com o "Gerenciador de Montagem de Disco".

Feito isso, vai aparecer uma janela dizendo que o "orb" contem um software que se inicia de forma automática e se você gostaria de executar ele. Click em "Run" ou "Executar".

Depois disso é só por a sua senha do sistema e esperar a instalação finalizar e está feito.


Como ter aplicativos portáteis através do ORB


E para acessar os apps portados para o formato .orb, você pode acessar aqui e baixar os que você quiser.

Diga para nós quais programas você gostaria de ver portado para esse novo formato. =)

Até a próxima, grande abraço!
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Participe do sorteio e concorra a um kit de produtos BlitzWolf!

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Quem não gosta de presentes, não é? Hoje você vai ter a oportunidade de participar de um Giveaway em parceria com a empresa BlitzWolf, confira:

Sorteio BlitzWolf






A empresa nos forneceu 10 kits de 3 peças para sorteio, ou seja, as suas chances são muito boas de ganhar, os itens que fazem parte do Kit são:

Pack BlitzWolf


- Organizador de Cabos BlitzWolf;
- Carregador veicular USB;
- Carregador de celular Solar.

Para concorrer aos produtos você precisa fazer um simples cadastro logo abaixo e cumprir dois requisitos, estar inscrito no nosso canal no YouTube e curtir a fan page da BlitzWolf no Facebook, além disso é necessário ter mais de 18 anos para poder participar.

Giveaway BlitzWolf - Diolinux

O sorteio se encerra em uma semana, boa sorte a todos!
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Chrome OS suportará Apps de Linux e o impacto dessa mudança no mercado

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domingo, 13 de maio de 2018

A Google anunciou uma atualização que pode ajudar ainda mais a popularizar o Chrome OS, os Chromebooks e por consequência o Linux. Agora os equipamentos serão capazes de rodar aplicações Web, Apps de Android e aplicativos offline comuns do universo Linux, como o GIMP.

Chrome OS rodando aplicativos Linux







A confusão é comum, muitas vezes não entendemos "Linux" como a plataforma para as tecnologias e chamamos de "Linux" um tipo de sistema operacional com um certo padrão de funcionamento e que usa este Kernel como base.

As chamadas "distros" mais comuns realmente tem muitas semelhanças., inclusiove podemos dizer que, respeitando suas particularidades, Ubuntu, Fedora, SUSE e Arch são sistemas "primos" neste exemplo, no entanto, existem muitos outros projetos e sistemas que usam o Linux como base, o Android é um ótimo exemplo e o Chrome OS também.


Apesar do Chrome OS ser um sistema baseado em Linux, a sua forma de funcionamento sempre impediu que os softwares que as pessoas geralmente usam nas distribuições voltadas ao uso doméstico e profissional, como Debian e Red Hat, Ubuntu e Fedora, Linux Mint e Manjaro, e tantas outras, fossem instalados diretamente no Chrome OS.

Os Chromebooks nasceram com a ideia de serem computadores 100% focados em serviços em nuvem, mas a ideia de ter de estar sempre conectado à internet para o Chrome OS "ser útil" nunca agradou a todo mundo, tanto que a Google, conforme o tempo passou, começou a implementar mais e mais recursos que funcionam sem a necessidade de conexão.
Podemos dizer com segurança que o Chrome OS é um sistema em constante adaptação e com crescente público.

Muitos ainda reclamavam que faltavam alguns aplicativos para o sistema e a resposta da Google foi compatibilizar e permitir a instalação de aplicativos Android diretamente nos Chromebooks, ampliando as possibilidades em games e produtividade, no entanto, ainda assim há reclamação de que não existem programas para trabalho pesado, como edição de fotografias, edição de vídeo,  tarefas envolvendo programação também deixavam a desejar em alguns aspectos... ao menos até agora.

Um Linux não compatível


O Chrome OS é uma distro Linux por usar o Kernel Linux e um monte de softwares Open Source relacionados, mas a verdade  é que talvez esta realmente seja a maior semelhança entre o sistema dos Chromebooks e uma distro como o Ubuntu, justamente o uso do Kernel Linux.

As aplicações rodam no Chrome OS de forma diferente do que rodam em uma distro "convencional" como o Ubuntu, impedindo que os softwares que a galera geralmente usa fossem utilizados no sistema da Google, porém, para contornar o problema a "Gigante de Montain View" liberou uma atualização, disponível atualmente apenas para o Pixelbook, que roda uma distro Linux dentro do Chrome OS em uma espécie de "máquina virtual" (um Debian para ser mais específico), o que acaba permitindo a instalação de softwares nativos das distros mais tradicionais no Chrome OS.

O recurso vem para suprir uma lacuna e uma demanda por softwares mais parrudos, agora as pessoas poderão editar imagens no GIMP, instalar a Steam (talvez), instalar o Kdenlive, entre outras ferramentas no Chrome OS, tornando-o mais versátil e mais completo.

Os aplicativos instalados dessa forma seriam adicionados ao launcher do Chrome OS e abririam como se fossem aplicativos nativos.

Não é para todo mundo


A atualização deve chegar em breve a outros dispositivos que rodem o sistema e apesar da notícia ser ótima, a Google comenta que a utilização de softwares mais pesados pode não ser uma boa ideia para todos os usuários de Chromebook, pois existem muitos modelos que possuem um hardware básico, que ainda que sejam perfeitos para a utilização do Chrome OS, não vão conseguir lidar com softwares que exijam muito da máquina.

Muitos Chromebooks tem apenas 2GB de RAM e um processador Celeron por exemplo, e estes seriam modelos que não lidariam bem com o novo recurso, no entanto, computadores com este hardware não lidariam com softwares equivalentes independente do sistema operacional, então basta usar a cabeça e não reclamar por coisas deste tipo, que são óbvias.

Um leque de possibilidades


Há algum tempo eu mostrei no canal uma forma de instalar um sistema operacional "Chrome OS Like" chamado "CloudReady":


A Neverware, empresa por trás do sistema, vem investindo pesado para torná-lo uma plataforma competitiva. Recentemente a empresa adquiriu outro projeto de sistema baseado no Chromium OS chamado "Flint OS", uma das novidades que surgiram logo após isso é o suporte experimental para aplicativos em Flatpak

Se você acompanha o blog ou o canal com frequência sabe o quanto eu já falei sobre eles e o quanto eles quebram um paradigma de distribuição de softwares entre as muitas distros Linux, se o Chrome OS também começar a aceitar este tipo de pacote teremos uma aceitação ainda maior do formato.


Claro que é cedo para dizer até onde a compatibilidade de Apps nativos das distros Linux tradicionais pode chegar no Chrome OS, mas se realmente funcionar bem, imagine coisas como:

- Steam no Chrome OS e mais um motivo para desenvolvedoras fazerem jogos para Linux;
- GIMP, Kdenlive, DaVinci Resolve, Lightworks, Blender, Krita e tantas outras aplicações profissionais podendo ser usadas na plataforma que tem como grande divulgadora a Google;
- Instalar o Firefox no Chrome OS (essa é só pra provar o quanto louco que o negócio é);
- Mais impacto ainda no Linux para desktop;

Melhor que isso só se houver a possibilidade de baixarmos e instalarmos o Chrome OS em qualquer computador. Isso atualmente ocorre com alguns "Chrome OS Like" apenas, como o já mencionado CloudReady, mas o Chrome OS em si, possui apenas o código fonte aberto, ainda que existam algumas comunidades que gerem imagens constantemente, eles foram criados inicialmente para funcionar como os Androids nos celulares e tablets, otimizados para os aparelhos, mas tanta coisa já mudou que talvez isso possa mudar também.

O que você achou da novidade?

Até a próxima!

Fonte
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