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EA lança engine experimental Halcyon com suporte para Linux e VULKAN

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quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Durante o evento “Meetup Khronos” em Munique (Alemanha) que aconteceu no final de semana passado (dias 26, 27 e 28), a EA mostrou a sua engine experimental para jogos com suporte para VULKAN e surpreendentemente para Linux também. 


 EA lança engine experimental Halcyon com suporte para Linux e VULKAN






Quem apresentou foi o Engenheiro Senior de Renderização II, Graham Wihlidal da SEED ( Search for Extraordinary Experiences Division ou “Divisão de Procura por Experiências Extraordinárias”) divisão da EA que procura por projetos “Extraordinários”.

O que foi surpresa, foi a EA a começar a usar VULKAN em uma engine para jogos, essa já sendo usada em outras engines como a Unreal Engine e a CryEngine, além de trazer o suporte para Linux também.


O projeto vai trabalhar com as APIs mais modernas do momento, como DX12 (Windows), Vulkan 1.1 (Windows, Linux) e Metal 2 (Apple). Uma amostra de como será a Engine com o vídeo abaixo da EA.

          

Como podemos ver, é um projeto promissor e ao que tudo indica, traz uma melhor qualidade aos jogos e um realismo muito maior.

Muitos vem se perguntando se a EA vai trazer os seus jogos para essa nova Engine e assim disponibilizar eles para Linux, uma pergunta difícil, mas esse é o primeiro passo. Se um dia não tínhamos a Steam no Linux e agora temos, quem sabe o futuro com a EA, não é?

Um movimento assim é muito bom para a concorrência no mercado e abre um leque maior de opções, trazendo novas ferramentas multiplataforma,

Se você quiser ver mais afundo o projeto, pode acessar aqui e aqui.

Espero você até uma próxima e um forte abraço.
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Curso Completo de Sed - Editor de Fluxo

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Hora de dominar os recursos avançados do terminal Linux e editar múltiplos arquivos facilmente com o Curso Completo de Sed - Editor de Fluxo.

Curso Sed Editor de Flux






O que é o Sed - Editor de Fluxo


Sed é utilitário via linha de comando (para Linux, BSD, macOS e outros sistemas baseados em Unix, existe também uma versão para Windows) . O Sed é utilizado para editar múltiplos arquivos de uma só vez com eficiência e rapidez. É uma das ferramentas mais utilizadas via Shell Scripting.

O que vou aprender ?


Ao final desse curso você será capaz de entender o que significa esse comando:
sed -e ':a ; $!N ; s/\n\s+/ / ; ta ; P ; D' file.txt

Pré-requisitos


Um PC ou um notebook e vontade de conhecer e aprender.

Quanto custa ?


O Investimento será de R$ 29,99 e você poderá baixar todo o conteúdo pro seu computador (os programas e scripts, apostilas PDF e videos).

Promoção


Existe também o conteúdo disponível na Udemy, que possui um custo diferenciado, no entanto, eles constantemente promovem descontos bem em conta, porém, lá não haverá a possibilidade de baixar o conteúdo.
Nós também disponibilizamos 10 CUPONS de DESCONTOS, ou seja, os 10 primeiros a adquirir pagará somente R$ 20 pelo Curso Clique Aqui Para Adquirir o Curso com o Preço PROMOCIONAL.

Pacote Completo Promocional


Com uma promoção exclusiva para os leitores do Blog Diolinux, você poderá adquirir 5 cursos, incluindo:
  • Shell Script do Iniciante ao Avançado - que custa R$ 39,90;
  • Curso do Editor Vim para Iniciantes - que possui o valor de R$ 29,90;
  • Curso Completo de Expressões Regulares - essencial para trabalhar juntamente com Sed, por R$ 29,80;
  • Curso Extremamente Avaçado de Shell Script - para aprender como criar games, instaladores, animações via Shell, por 174,90
  • Além do Curso Completo de Sed - Pelo valor de R$ 29,99, como foi citado acima.
Se somarmos os valores de cada curso, sairá por R$ 304,49 , no entanto, com essa promoção, você poderá adquirir todos os cursos, por apenas: R$ 179,99

Tudo isso fará você dominar a linha de comando de uma vez por todas e passar nas mais importantes provas que exigem esse conhecimento.



* Essa promoção é por tempo limitado
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Novos Mac Mini com chip T2 bloqueiam Linux

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Os novos “Mac Mini” da Apple estão vindo com os novos chips de segurança T2, e dentro das novidades estão a criptografia APFS no sistema de armazenamento, validação do Secure Boot e UEFI, manipulação do ID Touch, entre outras funcionalidades.


 Novos Mac Mini com chip T2 bloqueiam Linux






O T2 restringe bastante o processo de inicialização e verifica cada etapa do processo usando chaves de criptografia assinadas pela Apple. E com isso trazendo uma dor de cabeça para quem quiser usar Linux nessas máquinas.

Por padrão, as máquinas da Apple são habilitadas para não permitir nenhum sistema operacional, nem mesmo o Microsoft Windows, mas se você quiser instalar o sistema vai precisar habilitar a opção no Assistente Boot Camp,  assim ele instalará o certificado Windows Production CA 2011,autenticando os sistemas da Microsoft para serem usados nos equipamentos da Apple. Mas….

Isso não instala e não habilita o suporte aos certificados UEFI da Microsoft, esse certificado é usado por muitos parceiros da Microsoft, dentre eles algumas empresas que oferecem distribuições Linux, como Canonical (Ubuntu), Red Hat/IBM (Fedora), Suse (openSUSE) entre outras, e assim não possibilitando a instalação das distribuições Linux nos Macs Mini.

Na hora da instalação do sistema, você terá uma tela com os vários níveis de segurança oferecidos pela Apple, como Full Security, Medium Security e No Security (como se observa na imagem abaixo).



Você pode clicar aqui para ter maiores informações de cada opção ali apresentada.


Até o momento ainda não foi adicionado o suporte para o UEFI, o que possibilitaria a instalação de sistemas Linux nos hardwares da Apple com esse novo chip de segurança T2, mesmo desabilitando os métodos de segurança os usuários ainda não conseguiram dar boot com Linux. Se tiver algum update sobre o caso vamos atualizar o artigo trazendo as novidades, então fique ligado no blog. =)


Se você quiser acompanhar a “saga” dos usuários, pode acompanhar através deste fórum.

Um agradecimento ao pessoal do Phoronix que trouxe essa notícia à “luz do dia”.

Um forte abraço e até a próxima.
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Mark Shuttleworth comenta que compra da Red Hat pela IBM pode ajudar o Ubuntu

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Mark Shuttleworth fez uma postagem no blog do Ubuntu, comentando sobre a aquisição da Red Hat pela IBM e que isso é uma boa notícia para o Ubuntu.

 Mark Shuttleworth comenta que compra da Red Hat pela IBM pode ajudar o Ubuntu






Como noticiamos semana passada, a Red Hat foi vendida para a IBM pela bagatela de 34 bilhões de dólares e assim se tornando a maior compra feita no mundo corporativo de tecnologia. E o dono da Canonical se pronunciou sobre o assunto

Na postagem, Mark parabenizou a Red hat pelo papel feito perante a implementação do Open Source como uma alternativa altamente viável do UNIX, assim tendo um papel fundamental neste movimento. Ainda complementou que “a aquisição é uma uma progressão significativa do open source para o quadro mainstream”. Mas não deixou de dar aquela alfinetada na Red Hat, visto que eram concorrentes nos segmentos de IoT, Cloud, Kubernetes, OpenStack, com as seguintes declarações:

“Nos últimos dois anos, muitos clientes proeminentes da Red Hat selecionaram o Ubuntu e contrataram a Canonical para criar uma infraestrutura e soluções de código aberto mais eficientes e enxutas para novas iniciativas e importantes. Entre eles, contamos com os principais bancos, empresas de telecomunicações, governos, universidades, companhias aéreas, seguradoras, gigantes da tecnologia e conglomerados de mídia. Vários têm falado publicamente e com crescente confiança, de seu sucesso no Ubuntu.”

Se você quiser ler o post original de Mark, clique aqui.

Também debatemos o assunto no Diolinux Friday Show, onde colocamos as nossas ideias e como isso poderia impactar em outras empresas que oferecem Linux (como a Canonical e Suse) e também se o Fedora seria afetado.

Também é bom ver que a Canonical esteja atenta nos movimentos do mercado e se posicionando como uma força para em áreas bem lucrativas, como a “Cloud Public”, “OpenStack”, Governos, Universidades entre outras.

Mark Shuttleworth é um homem de negócios e aproveitou o momento para fazer um “jabá” da sua empresa, apresentando-a como uma solução para aqueles que não gostam da IBM e são clientes Red Hat. O que você achou das declarações?

Até a próxima!
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PhotoGIMP v.2018 - O GIMP para quem vem do Photoshop

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sexta-feira, 2 de novembro de 2018

É com muito prazer que anunciamos a atualização do projeto PhotoGIMP, um patch que facilita a vida de quem está migrando do ecossistema da Adobe, com o Photoshop, para o GIMP e para quem gosta de um software de edição de imagens simplificado.

GIMP - PhotoGIMP 2018






Como todo software de código aberto, o GIMP é plenamente modificável e possui uma infinidade de possibilidades de configurações em sua interface para deixá-lo adequado para qualquer tipo de profissional. 

Nós usamos essa liberdade para criar um Patch que traz para você os atalhos de teclado e organização, visualmente equivalente ao Adobe Photoshop, facilitando a vida de quem está migrando de plataforma.

No vídeo abaixo nos ensinamos a fazer customizações no GIMP, para que você mesmo possa fazer as suas e demonstramos a versão mais recente do PhotoGIMP, confira:


Você encontra no PhotoGIMP um software com visual simplificado, apenas as ferramentas mais comuns de quem manipula imagens e faz montagens estão exibidas em uma coluna de ferramentas mais sucintas que a do GIMP original, a ordem das ferramentas também está de acordo com as ferramentas equivalentes no Photoshop, assim como as teclas de atalho para seleciona-las, facilitante na intuitividade de quem já está habituado com o software da Adobe.

PhotoGIMP 2018

Outra modificação implementada ocorre nos painéis de configuração, reduzindo a quantidade para as ferramentas essenciais de manipulação de imagens. Colocando o painel de camadas e canais na mesma região que é encontrado no Photoshop e adicionando uma aba para seleção de fontes de forma mais eficiente.

Configuração de camadas no PhotoGIMP

Esses ajustes devem deixar o GIMP menos "assustador" para novatos também, simplificando as múltiplas ferramentas e painéis de configuração, além de acolher melhor aqueles que estão habituados ao Photoshop.

Como baixar e instalar o PhotoGIMP


O PhotoGIMP não é um novo software, ele é apenas um Patch de configurações para o GIMP 2.10. Isso significa que você precisa instalar o GIMP tradicional normalmente antes e depois aplicar o PhotoGIMP sobre ele. 

1 - Baixe o GIMP

O GIMP está disponível através do site gimp.org para Linux, macOS e Windows. Nas distros Linux você provavelmente o encontra na loja de aplicativos ou gerenciador de pacotes.

Atualmente existem versões Flatpak, Snap e AppImage do GIMP 2.10 também, em todos os casos, em todas as plataformas mencionadas, o PhotoGIMP 2018 deve funcionar, você só precisar identificar o local onde ficam os arquivos de configuração do programa para poder substituí-los pelos arquivos do Patch.

2 - Baixe o PhotoGIMP

O PhotoGIMP 2018 está hospedado no Google Drive, então o download deve estar sempre disponível, o Patch tem apenas 4MB de tamanho. Ao clicar no botão abaixo para fazer o download, você acessará a página onde existe um arquivo compactado, e os arquivos individuais separados. Você pode escolher a opção que desejar baixar, não há diferença.

3 - Instale o PhotoGIMP

Como comentado e explicado no vídeo que acompanha este artigo, basta extrair os arquivos para a pasta correta de configuração do GIMP 2.10. Observe que pode ser necessário abrir o GIMP sem o patch uma primeira vez para que todos os arquivos sejam criados, após isso será possível aplicar o Patch. Em caso de dúvidas, confira o vídeo disponível acima neste artigo.

As pastas onde os arquivo devem ser extraídos são:

##No LINUX, dependendo do tipo de instalação que você faça##

**GIMP Instalado via Repositório tradicional (APT, DNF), extraia para:

           /home/$USER/.config/GIMP/2.10/

**GIMP Instalado via FLATPAK, extraia para:

          /home/$USER/.var/app/org.gimp.GIMP/config/GIMP/2.10/

**GIMP Instalado via SNAP, extraia para:

          /home/$USER/snap/gimp/47/.config/GIMP/2.10/

##WINDOWS 10, como só há uma forma de instalar##

**GIMP Instalado via .EXE extraia para:

          C:\Users\SEU_USUARIO\AppData\Roaming\GIMP\2.10

Uma vez copiados e colados os arquivos do patch, substituindo todos que possuírem arquivos de mesmo nome, o procedimento já terá acabado. Basta abrir o GIMP novamente e você já estará usando o PhotoGIMP.

Como remover?

Você quer voltar a usar o GIMP padrão? Não tem problema. Basta apagar a pasta de configuração para a qual você copiou os arquivos, quando você abrir o GIMP novamente sem esses arquivos eles serão criados novamente com a configuração padrão do software.
_

Esperamos que o PhotoGIMP seja útil para você, ele foi possível graças a ajuda da comunidade Linux e Open Source, incluindo (principalmente) os próprios desenvolvedores do GIMP, que fizeram um trabalho fantástico. Gostaria de fazer um agradecimento especial para o nosso amigo e designer Felipe Cereda, que foi o responsável a imagem de Splash dessa versão.

Até a próxima!
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SUSE expande educação em software open source em todo o mundo

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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A SUSE® está expandindo seu apoio para a próxima geração de desenvolvedores de software open source, por meio do crescimento global do Programa Acadêmico SUSE.

 SUSE expande educação em software open source em todo o mundo






O programa está preparando desenvolvedores em indústrias de todos os setores para atender às novas demandas da economia digital, fornecendo conhecimento em open source, materiais de treinamento e um projeto de compras de soluções de ensino com baixo custo para a comunidade educacional.

Fundado em maio de 2017, o Programa Acadêmico SUSE tem crescido vertiginosamente e já inclui mais de 400 universidades, escolas, bibliotecas e outras instituições acadêmicas. O programa também aumentou seus recursos e pretende dobrar seu número de participantes nos próximos seis meses.

"A SUSE tem sido uma defensora da educação em open source, e nossos links existentes com o meio acadêmico nos permitiram trabalhar com um grande número de escolas em um curto período de tempo", afirma Sander Huyts, vice-presidente da SUSE e líder do Academic Program.

"Estamos comprometidos com o desenvolvimento de habilidades e educação em open source no nível acadêmico, porque os consideramos críticos para a saúde a longo prazo da nossa indústria. São elementos fundamentais para a tecnologia moderna. Continuaremos a aumentar os recursos e o suporte para garantir que o open source continue a prosperar”, complementa.

A demanda por habilidades em open source está em alta e aumenta a cada ano. De acordo com o Open Source Jobs Report (em uma tradução livre, o Relatório de Empregos em Open Source de 2018), realizado pela Linux Foundation, a contratação de talentos em open source é uma prioridade para 83% dos gerentes de contratação, o que representa um crescimento de 76% em relação a 2017.

O Programa Acadêmico SUSE oferece uma variedade de serviços para atender a demanda por talentos e o conhecimento avançado de open source. Isso inclui treinamento para obter o certificado em Linux e outros cursos, materiais curriculares dos estudantes para professores e funcionários, produtos SUSE gratuitos para uso educacional ou de laboratório, um programa especial de compras da SUSE para instituições educacionais, ferramentas de desenvolvimento e acesso à base de conhecimento, fóruns e suporte técnico.

Participantes do Programa Acadêmico SUSE


O programa da SUSE está impactando positivamente as vidas de educadores e estudantes em todo o mundo, inclusive nas Universidades de Oxford, Cambridge, Czech Technical, Estadual de San Diego, British Columbia, além da Faculdade de Tecnologia de Nova Iorque.

"Nossa universidade tem utilizado o programa para vários alunos como parte do currículo para especialistas em sistemas, para fins internos de ensino e aprendizagem", relata Werner Degenhardt, diretor acadêmico e CIO da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação na Universidade Ludwig Maximilian de Munique.

"Nós amamos o programa. É muito fácil aplicá-lo e ele já nos trouxe excelentes resultados".

"Os materiais fornecidos no Programa Acadêmico são muito impressionantes. Estou usando o programa para desenvolver um laboratório para os estudantes instalarem uma pequena nuvem e incorporarem o SUSE OpenStack Cloud em nossa disciplina de teoria do sistema operacional" , comenta Philip Chee, tecnólogo em ciência da computação e professor da Faculdade Fleming em Peterborough, Ontário, Canadá.

Para mais informações sobre o Programa Acadêmico SUSE, clique aqui.
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Os gêneros e videogames mais jogados no Linux em 2018

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O ano de 2018 tem sido muito interessante em termos dos jogos disponíveis para as distribuições Linux, já que a oferta de títulos de diferentes gêneros aumentou exponencialmente. Com o boom de plataformas como Steam e melhorias em projetos como o DXVK, Proton (Steam Play), assim como a abertura de plataformas online, o número de ofertas de diferentes gêneros aumenta para os gamers de Linux.

Games de Linux






Com a chegada do Steam Play, muitos games passaram a funcionar no Linux normalmente, atualmente são praticamente 3 mil títulos, sem falar os outros milhares que já rodavam nativamente. Hoje Linux pode ser considerada a segunda plataforma para jogos em computadores com facilidade, superando em quantidade, graças ao Steam Play especialmente, os jogos para macOS, ficando atrás somente do Windows.

Jogos de ação e o boom dos eSports


Os jogos de ação encontraram um ano muito lucrativo em todas as plataformas, e o Linux não foi exceção.

Nesta categoria, destacam-se títulos como o Counter-Strike: Global Offensive, que foi um dos melhores shooters para o Linux, através da plataforma Steam. Tanto tem sido o sucesso deste título em 2018, que se tornou um dos videogames com mais seguidores dos eSports no Brasil.

Nesse sentido, e como publicado pelo site SporTV, o Brasil é o país com o terceiro maior público cativo de eSports do mundo, ficando atrás apenas da China e dos Estados Unidos.

Com um público brasileiro que ultrapassa 7,8 milhões de seguidores, o país está na vanguarda da América Latina no mercado de eSports, com a projeção de movimentação de US$ 905,6 no final do ano, e para ultrapassar US$ 1,6 bilhões para 2021.

Jogos de estratégia e crossovers de RPGs


Outro gênero que ganhou mais seguidores em 2018 é o de jogos de estratégia, incluindo jogos de cassino.

Neste contexto, o crescimento deveu-se à abertura dos melhores cassinos online, que disponibilizaram a sua oferta em jogos como a roleta, o poker ou o blackjack, bem assim como que alguns deles também funcionam como casas de apostas desportivas. 

Essas plataformas abriram seu conteúdo para serem facilmente accessíveis pela internet e, na maioria dos casos, também através de smartphones.

Por outro lado, títulos como XCOM 2, Civilization V ou Age of Wonders III também ganharam vários seguidores dentro das plataformas disponíveis para Linux, como Steam ou Wine, oferecendo uma mistura de jogos de estratégia por turnos, com outros gêneros como shooter ou RPG.  Nós mesmos estamos nos divertindo muito jogando Warframe no nosso canal da Twitch, hoje mesmo tem live! :)

Jogos de corridas


Os jogos e simuladores de corridas também se tornaram alguns dos favoritos dos gamers em 2018, já que eles também ganharam um lugar nos eSports, misturando sua oferta com simuladores e expandindo sua plataforma de alcance para o Linux.

Um dos títulos mais marcantes é o Rocket League, que é um jogo de futebol, no qual os jogadores são carros de controle remoto com foguetes acoplados. Esta mistura de gêneros tem sido uma das opções mais chamativas para os competidores de eSports em todo o mundo.

No entanto, uma opção dentro dos títulos de corrida para os puristas, que foi muito bem recebida este ano, foi o Dirt Rally, que se destacou como um dos títulos de corrida esportiva mais jogados no Linux através do Steam em 2018.

Tão boa foi a recepção deste videogame, que o site IGN Brasil anunciou que o Dirt Rally 2.0 já tem sua data de lançamento prevista para 26 de fevereiro de 2019, buscando melhorar a experiência oferecida por seu antecessor.

Linux Gaming

O Linux está ganhando mais e mais espaço na competição dos videogames, pois, está desenvolvendo cada vez mais facilidades para os jogadores desfrutarem de seus gêneros favoritos de videogames, independentemente da distribuição de Linux que preferirem.

É claro que existem ainda certos títulos que ainda são incompatíveis, mas (literalmente) há dois meses mais ou menos, muito menos jogos eram compatíveis, há um ano, tínhamos menos jogos, então, parece ser uma questão de tempo e adaptação. Quem ainda insiste em dizer que Linux não serve para jogar também só pode estar desinformando.

Qual o seu game favorito? Ele já está rodando no Linux?

Até a próxima!

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