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Software Base da Netflix é Open Source

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Cada vez mais tecnologias baseadas em contêineres estão ganhando espaço no mercado, e uma gigante como a Netflix não poderia ficar de fora.

Titus-netflix-opensource


Titus, é o nome do poderoso software da Netflix, um gerenciador de contêineres a lá Docker (Não sabe o que é Docker ou contêineres? Veja este Diocast, um especialista explica todos os detalhes desta tecnologia). Responsável por questões como: Codificação de mídia, treinamento de algoritmos, processamento de fluxo, tecnologia de estúdio, ferramentas internas de engenharia, tarefas de Big Data etc. 

Titus tem integração nativa com a nuvem da Amazon, AWS (Amazon Web Service) e EC2 (Elastic Compute Cloud), possibilitando maior escalonamento e configuração com o mínimo de esforço possível, maior velocidade ao iniciar novas instâncias no servidor e dimensionamento de recursos conforme a demanda do cenário atual.

Possui integração completa com outros serviços da Netflix, Spinnaker , Eureka , Archaius e Atlas, entre outros, além da possibilidade de execução nativa de contêineres do Docker, incorporando mais segurança, confiabilidade e estabilidade.

O Titus foi projetado tendo em mente a escalabilidade e utilização de recursos necessários, dando ênfase ao “disponível” e com a filosofia de “apenas o suficiente”, visando claro, as necessidades da Netflix e beneficiando-se da estrutura da nuvem Amazon.

A vantagem de ser Open Source


Se é um software da Netflix, qual a vantagem do Titus? Estando sob a Licença Apache, Versão 2.0 e sendo Open Source, outros projetos podem tirar proveito desta tecnologia, independente de serem pequenas ou grandes empresas, esse é justamente o desejo da Netflix. Outro intuito, seria possibilitar que seu software seja incorporado em outros projetos, e ao mesmo tempo amadurecendo e tendo um retorno à empresa (com a evolução do software, seja por implementações de novas funcionalidades ou desenvolvimento colaborativo e acelerado), tudo isso evidenciado na publicação de anúncio em meados de 2017.

Open Source é o futuro?


Cada modelo de desenvolvimento tem suas vantagens, o mercado parece estar adotando cada vez mais softwares de Código Aberto e modelos proprietários estão deixando de ser o padrão. Open Source não é o futuro apenas, já é o presente também.

Desenvolvimento colaborativo, uma comunidade forte e ativa por trás de um projeto, podem potencializar e dar sobrevida, o que uma iniciativa fechada muitas vezes não pode oferecer. Outras vantagens baseadas em sua adoção seriam: o crescimento, novas features e “partilha de gastos” entre as empresas e indivíduos interessados, não apenas a Netflix investindo, mas outras empresas contribuindo, seja com código ou capital. 

Dia após dia o Open Source está dominando o mundo. Você sabia que um software de Código Aberto era um dos pilares da infra-estrutura da Netflix? Deixe nos comentários se acredita que o “modo Open Source de ser” conquistará o posto de padrão de mercado.

E como sempre, espero você até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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Google lança sua versão do “Paint”

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domingo, 6 de janeiro de 2019

Com diversos aplicativos, a Google vem cada vez mais adicionando novos programas a sua coleção, e dando maiores possibilidades aos usuários de ChromeOS. Como já noticiado aqui no Diolinux, recentemente o sistema da gigante das buscas passou a suportar aplicações em outros formatos, DEB e Flatpak. Agora traz uma novidade que poderá acarretar lembranças de quem “é das antigas”, e já usou o Paint.

canvas-google-chrome-apps-paint



Desenhar é algo simples, mas divertido


Muitos artistas antes de dominarem ferramentas consagradas de edição de imagens ou desenho digital, começaram por hobbie ou por simples inocência, ao rabiscar, quando mais jovens, em programas como o Paint. Aplicativos dessa natureza transparecem simplicidade para alguns usuários, mas podem ser a porta de entrada, e quem sabe o começo de um novo artista, é sabido que crianças ou o público mais jovem gosta de passar um tempinho desenhando na frente do computador.

Canvas, o “Paint” da Google


Chamado por muitos sites de “O Paint da Google”, o Canvas veio para facilitar usuários de ChromeOS, e usuários num geral, de outras plataformas, com uma ferramenta que possibilite desenhos simples, rabiscos rápidos e anotações. Então não espere recursos elaborados como os existentes no Krita ou programas do gênero.

(Observe que sou um artista nato, com traços inigualáveis... 😂😂😂 )

canvas-desenho-web-app-chrome

O Canvas traz a praticidade de uma web aplicação, não exigindo ser instalado no sistema e sendo multiplataforma, podendo ser executado em distribuições Linux, Windows, Mac, Android etc. Bastando ter um navegador com suporte a tecnologia “WebAssembly”, ou Google Chrome.

Se interessou pelo Canvas? Acesse o site da aplicação e desperte o artista que existe dentro de ti.


Deixe nos comentários se em sua infância utilizava Apps como o Paint, ou se atualmente utiliza programas profissionais como o Krita.
Espero você até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Como instalar o DaVinci Resolve via .deb com o MakeResolveDeb

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Muitos profissionais da área de audiovisual vêm ao longo dos anos migrando os seus trabalhos para a solução da Blackmagic Design, com o DaVinci Resolve, que é multiplataforma (Windows, macOS e Linux). Apesar de excelente, o poderoso DaVinci Resolve para Linux tem um “probleminha”, ele só tem suporte para Red Hat ou CentOS, assim “limitando” as opções de quem quiser usar por exemplo, a base Debian (Ubuntu, Mint e derivados), para contornar esse problema, o o arquiteto de TI, Daniel Tufvesson, está propondo uma solução chamada “MakeResolveDeb”, através do projeto dele, vamos instalar a poderosa ferramenta em sistemas com base Debian, Ubuntu e Mint.


 Como instalar o DaVinci Resolve via .deb com o MakeResolveDeb






O projeto


O intuito do Daniel é facilitar a instalação do Davinci Resolve, visto que, segundo ele, existem muitos tutoriais de como fazer esse processo de instalação, mas são muitos confusos e alguns podem até deixar o sistema instável, aqui no blog você encontra um destes tutoriais, eu não chamaria ele de confuso, mas definitivamente não coisa de iniciante.
O método que o Daniel lançou é o “MakeResolveDeb”, um script que usa o instalador oficial do Resolve e o transforma em um pacote .deb, para que seja possível instalar dando dois cliques

Para cada versão do DaVinci Resolve é feita uma versão nova do ‘MakeResolveDeb”, assim limitando a quantidades de testes necessários antes de cada lançamento, visto que esse processo é feito no “tempo livre” do Daniel.

Baixando o MakeResolveDeb


Você precisa baixar a mesma versão do “MakeResolveDeb” e do DaVinci Resolve, garantindo assim a compatibilidade e funcionalidade do processo, por exemplo, a versão atual é a 15.0 do DaVinci Resolve, então você deverá baixar a versão idêntica ou mais recente, que no caso seria a 15.0-2, do MakeResolveDeb.

Feito isso você tem que deixar os dois pacotes no mesmo diretório ou pasta, para não ocasionar erros e imprevistos.Tanto o Davinci Resolve, quanto o MakeResolveDeb, serão baixados no formato .tar.gz, basta descompactá-los, ao final do processo você deverá ter os seguintes arquivos:

- DaVinci_Resolve_Studio_15.0_Linux.run
- DaVinci_Resolve_Studio_15.0_Linux.zip
- Linux_Installation_Instructions.pdf
- makeresolvedeb_15.0-2.sh.tar.gz
- makeresolvedeb_15.0-2.sh

O arquivo *.run é importante para o processo junto com o *.sh, então não os exclua.

Executando o MakeResolveDeb


Quando estiver tudo pronto, vamos para a parte onde iremos reempacotar o DaVinci Resolve para o formato .deb usando o script, 

O makeresolvedeb_15.0-2.sh  precisa saber qual versão do DaVinci você está usando, se a “normal” ou a versão “Studio”, a versão grátis ou a paga, em outras palavras, para isso você precisar por o indicador na hora de executar o .sh. Isso pode ser feito de duas formas:

./makeresolvedeb_15.0-2.sh studio  

ou


./makeresolvedeb_15.0-2.sh lite

O procedimento pode demorar alguns minutos dependendo do hardware do seu PC e o quanto você tem de espaço de armazenamento. Se houver algum problema, será informado no terminal, mas se não ocorrido nada de errado, vai aparecer uma última linha dizendo “[DONE]” e número de erros igual a 0.

Instalando o pacote .deb


Depois de tudo ocorrer de forma bem sucedida, o .deb já pode ser instalado no seu sistema baseado no Debian, Ubuntu, Mint ou derivados. A Blackmagic Design não fornece as dependências que você vai precisar, então é preciso verificar se todos os verificar se todos os pacotes necessários estão instalados, eles são requeridos pelo Resolve antes de continuar a instalação. Depois disso você pode instalar o Resolve de duas formas, via terminal ou dando dois cliques. Se for o caso do terminal, você vai usar o utilitário dpkg para fazer a instalação, apenas observe a versão que você está instalando, se é a normal ou a studio.

sudo dpkg -i davinci-resolve-studio_15.0-2_amd64.deb

ou

sudo dpkg -i davinci-resolve_15.0-2_amd64.deb

Uma observação importante, caso a versão ou o nome do pacote mude, você precisa alterar o comando para garantir que ele funcione, os dois comandos acima são exemplos.

Se tudo ocorrer bem, você terá o DaVinci Resolve 15 instalado no seu Debian, Ubuntu, Mint e derivados. Se precisar de suporte adicional ao MakeResolveDeb, você pode entrar no site do Daniel.

O DaVinci Resolve é mais que um editor de vídeos extremamente profissional, hoje ele também é um compositor de gráficos, graças a integração com o Fusion, sem falar em uma das ferramentas pelas quais ele é mais reconhecido, a correção de color com color grading. Ele é um programa muito pesado e é muito interessante ter um computador com 16GB de RAM e placa de vídeo dedicada para roda-lo de forma satisfatória.

Espero você na próxima, forte abraço.

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Conheça o Bat, um clone do cat com Asas

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Não estamos falando de morcegos e gatos literalmente, mas sim do famoso comando "cat" que permite que você visualize o conteúdo dos arquivos no Linux. Uma das curiosidades do mundo open source e que até coisas básicas, relativamente simples e consolidadas como o comando "cat" podem possuir alternativas. Conheça hoje o "bat".

Comando bat em substituição ao cat



O Bat é um clone do comando cat que possui Syntax Highlighting (colorização da saída de acordo com o tipo do documento), numeração de linhas e ainda possui integração com o Git, mostrando partes que foram alteradas do arquivo de acordo com o último commit.

Além disso, ele ainda possui temas para realce de sintaxe para linguagens de programação e de marcação, concatenação e paginação de arquivos e entre outras facilidades.

Como instalar?


Para instalar o "bat" no Debian, Ubuntu, Mint e derivados rode os comandos abaixo em ordem:

Para sistemas 64 bits:
wget https://github.com/sharkdp/bat/releases/download/v0.9.0/bat_0.9.0_amd64.deb
sudo dpkg -i bat_0.9.0_amd64.deb
Para sistemas 32 bits:
wget https://github.com/sharkdp/bat/releases/download/v0.9.0/bat_0.9.0_i386.deb
sudo dpkg -i bat_0.9.0_i386.deb
Caso você use Arch, Manjaro, Antergos e derivados:
sudo pacman -S bat
Caso você outra distro (ou qualquer uma), use:

Para sistemas 64 bits:
wget https://github.com/sharkdp/bat/releases/download/v0.9.0/bat-v0.9.0-x86_64-unknown-linux-gnu.tar.gz
tar zxvf bat-v0.9.0-x86_64-unknown-linux-gnu.tar.gz
cd bat-v0.9.0-x86_64-unknown-linux-gnu/
sudo mv bat /usr/local/bin/
sudo mv bat.1 $(man -w echo | sed 's/echo.*//')
Para sistemas 32 bits:
wget https://github.com/sharkdp/bat/releases/download/v0.9.0/bat-v0.9.0-i686-unknown-linux-gnu.tar.gz
tar zxvf bat-v0.9.0-i686-unknown-linux-gnu.tar.gz
cd bat-v0.9.0-i686-unknown-linux-gnu/
sudo mv bat /usr/local/bin/
sudo mv bat.1 $(man -w echo | sed 's/echo.*//')

E como se usa? 


Brincar com o "morcego" é tão fácil quanto com o "gato" e acho que só no mundo Linux essa frase faz algum sentido, não é, não? 🤣🤣🤣

Para começar usar o Bat, você pode simplesmente rodar o comando bat [seu_arquivo] ou se quiser iniciar aos poucos, rode o comando bat --help para ter uma ajuda, se preferir, leia diretamente pelo manual com o comando man bat.

Alguns exemplos para você entender


Vamos ler um arquivo de Shell Script para ver a saída:

Bat Instagram

Existem muitas outras opções de configuração, leitura e personalização de cores que você pode fazer no Bat, basta usar o help ou o manual para ter uma noção melhor, outro lugar legal para você visitar é o repositório do software no GitHub, lá você também encontra muitas informações.

Caso você não tenha um bom domínio com comandos do terminal ou deseja ampliar ainda mais, recomendo você adquirir os treinamentos oferecidos aqui no blog Diolinux, juntamente com o Terminal Root e aproveitar os pacotes exclusivos. Saiba mais clicando aqui.

Abraços!
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Emulador de Nintendo 3DS no Linux

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Que tal poder jogar numa resolução maior os games do seu console portátil no Linux e ter uma nova experiência. Hoje iremos conhecer o poderoso Citra, emulador de Nintendo 3DS.

citra-emulador-3ds-linux
 O Citra é um emulador de Nintendo 3DS multiplataforma (Linux, Mac e Windows) escrito em C++ que utiliza o framework QT em seu desenvolvimento, de código aberto sobre a licença GPLv2, vem há alguns anos ganhando destaque por suas implementações aceleradas e alta compatibilidade com os títulos de Nintendo 3DS, console este que é campeão de vendas na categoria de portáteis, chegando até desbancar seu concorrente direto, o PS Vita da empresa japonesa Sony.

Durante estes pouquíssimos anos de existência, desde 2014 (comparado a outros emuladores famosos como PPSSPP, Dolphin, PCSX2, ZNES, etc.) o Citra vem amadurecendo com diversas funcionalidades e performance, por exemplo com atrativos que o próprio console não possui como: possibilidade de utilização de resoluções até 10 vezes maiores que a nativa (400x240). 

Funcionalidades que tornam o Citra incrível


Possibilidade de jogar online em servidores não oficiais Nintendo, em salas públicas ou privados, de até 16 players simultâneos (dependendo do jogo).

citra-emulador-3ds-linux-online

Multiplayer local, caso tenha algum outro computador na mesma rede, sendo possível partidas em games como Pokémon Omega Ruby.

citra-emulador-3ds-linux-multiplayer-local

Aceleração de jogos via GPU, caso possua uma  placa de vídeo dedicada a performance melhora drasticamente, dando uma melhor experiência.

citra-emulador-3ds-linux-performance-gpu

Configuração de uma webcam, ou até mesmo a utilização de um arquivo (imagem)  simulando as câmeras do console N3DS, para jogos que façam uso da função (particularmente nunca usei).

citra-emulador-3ds-linux-camera-webcam

Configuração nativa de joysticks, inclusive simulando o toque da tela do portátil da Nintendo (anteriormente esta função era por meio de arquivo de configuração).

citra-emulador-3ds-linux-joystick

Importação de Amiibos, para desbloqueio de funcionalidades ou objetivos em determinados jogos.

citra-emulador-3ds-linux-amiibo

Estilos de visualização de tela durante o game (duas telas, uma apenas ou uma menor e outra maior).

citra-emulador-3ds-linux-screenview

Lista de compatibilidade dos games locais e tema dark.

citra-emulador-3ds-linux-compatibilidade-tema

A compatibilidade de jogos é documentada na Wiki oficial do emulador, nela você  pode ver separado por categorias com cores que representam se o game tem emulação perfeita, jogável, ruim etc.

Baixe o Citra para sua distro Linux


Distribuído oficialmente de duas formas no Linux (ou três se contar a compilação pelo Github deles), executável com versões diárias direto do site e em Flatpak (existia uma opção de um instalador criada por eles, mas parece que foi substituído pelo Flatpak), o emulador possui duas versões, a Nightly, que contém os mais recentes recursos testados e estáveis e a Canary, versão de teste com códigos incompletos para quem gosta de testar. 

Se você quer evitar problemas com dependências ou versão do QT em seu sistema, além de receber atualizações, é recomendável a instalação da versão em Flatpak, caso não saiba o que é Flatpak e como habilitar em seu sistema, temos uma matéria de como proceder (Como Instalar e Gerenciar Flatpaks no Linux).

Você pode simplesmente baixar o arquivo Flatpakref e dar dois cliques caso a central de aplicativos de sua distro tenha tal suporte (segue como habilitar essa função na gnome software, loja do Ubuntu) e instalar.

Versão Nightly (estável)
citra-emulador-3ds-linux-download- estable-nightly


Versão Canary (teste)
citra-emulador-3ds-linux-download-beta-canary

Ou utilizar via terminal os seguintes comandos,  para instalação de respectivas versões.

Versão Nightly (estável):
flatpak --user install https://flatpak.citra-emu.org/citra-nightly.flatpakref

Versão Canary (teste):
flatpak --user install https://flatpak.citra-emu.org/citra-canary.flatpakref

O modo manual de instalar o Citra


Caso queira o download manual da versão “não-flatpak”, basta acessar este link e clicar na opção “Manual Download”, como no exemplo abaixo.

citra-emulador-3ds-linux-download


Depois disso extraia  o arquivo  “.targz”, navegue até o diretório, localize o arquivo citra-qt, e no terminal abra com o comando:
./citra

Lembre-se,desta maneira você terá de baixar toda vez que sair uma versão nova do Citra manualmente e poderá ter problemas com o versionamento do QT em seu sistema. Por experiência, não recomendo esta forma, pois o Citra atualiza com muita frequência (em torno de 15 - 20 versões por semana).

Fazendo backup dos seus Saves


Caso queira fazer backup dos seus saves no Citra, basta navegar até sua pasta pessoal, exiba os arquivos ocultos e navegue até o diretório:
.local/share/citra-emu/sdmc/Nintendo 3DS
Basta copiar o conteúdo da pasta em um local seguro para salvar o conteúdo.

Já a configuração do seu joystick fica na sua home também, na pasta oculta: 
.config/citra-emu
salve o arquivo “qt-config.ini”.

Para eventuais dúvidas acesse a Wiki oficial do Citra e veja a resposta de seus desenvolvedores para assuntos como: “shared fonts” (arquivos necessários  para alguns games funcionarem, como Pokémon). Como obter jogos e Amiibos para funcionamento dentro do emulador e muito mais.

Já conhecia o Citra? Quais seus games favoritos? Deixe nos comentários se já usava o emulador ou se gostou da novidade de ser distribuído em Flatpak.

Te espero no próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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OpenToonz agora está disponível para ser instalado via Snap

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

No seu perfil oficial no Twitter, o Ubuntu anunciou que o OpenToonz está agora nos seus repositórios oficiais via Snap e que vai poder ser instalado em qualquer distro que tenha suporte para o snapd.


 OpenToonz agora está disponível para ser instalado via Snap






Na tarde desta Quinta-feira (3), o Ubuntu mostrou que o OpenToonz, umas das ferramentas de animação 2D mais populares mundialmente, agora está disponível para instalação via Snap. Em um primeiro momento o Snap do programa é suportado pela comunidade Snapcraft, mas que não fecha as portas para que a equipe possa se juntar e dar updates frequentes e afins.



Como instalar o OpenToonz?


Instalar o OpenToonz é muito simples, mas antes, se você está em um sistema que não tem o snapd instalado (é esse carinha que vai habilitar o snap na Distro),temos um artigo bem completo explicando como instalar ele, confira.

Como ele ainda não aparece nas lojas que suportam o snap, vai ser preciso por hora usar o terminal, mas não significa que em um futuro bem próximo ele não esteja já nas lojas, por hora o processo é o seguinte:
Abra o terminal e digite o seguinte comando:

sudo snap install opentoonz

Aí é só esperar a instalação terminar e depois procurar o OpenToonz no menu da sua distro favorita.  😁

Com esse simples movimento, podemos ver que o formato Snap da Canonical pode ser uma porta de entrada para as empresas no mundo Linux, como comentamos no Diolinux Friday Show, facilitando a sua migração para a plataforma e derrubar alguns “mitos”, como a fragmentação do sistema e a impossibilidade de atender a todas as diferentes distros, mas que com a utilização do Snap isso “cai por terra”.

Diga aí nos comentários se você usa o OpenToonz e se gostou da novidade dele ser distribuído via Snap.

 Espero você na próxima, forte abraço.

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Os pacotes Snap mais baixados do ano!

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Na última Quinta-feira de 2018 (27), a Canonical soltou em seu blog uma lista com os Top 10 aplicativos mais baixados no formato Snap, baixados através da Snap Store ou do site Snacraft, site onde você tem todas as instruções para a instalação. A empresa não informou o número de downloads, apenas a ordem de aplicativos mais baixados.


 Os pacotes Snap mais baixados do ano!





Vale mencionar a grande gama de empresas portando os seus aplicativos para Linux e usando o Snap como uma porta de entrada para tal, assim dando uma chance para a plataforma. 

Confira agora a lista dos Snaps mais populares do ano, repare que temos vários nomes famosos na lista! 





O Spotify lidera a lista, o popular serviço de streaming de música foi um dos primeiros grandes do  mercado a adotar o formato Snap como padrão para distribuir o software.

2 - Slack



Na segunda posição aparece o Slack, uma ferramenta que se tornou muito popular nos últimos anos em empresas, como uma forma simples e eficiente de organizar projetos e times.

3- VLC 




O player mais versátil do mundo aparece na terceira opção. Agora com suporte ao formato Snap, as novidades do VLC chegam ainda mais rápido ao Ubuntu e a qualquer sistema que o uso dessa forma.

4 - Discord




O Discord é um dos métodos preferido dos gamers de comunicarem, mas além disso ele se tornou uma ferramenta de fórum muito interessante também, com comunicação via chat, voz e imagem. Um quarto lugar neste Top 5 é mais do que justo.

Aproveite para conhecer a comunidade #L2G que nós temos lá no Discord.




Os desenvolvedores agradeceram a possibilidade de instalar uma ferramenta tão completa quanto essa com um simples clique, fechando o Top 5 de aplicativos Snap mais baixados neste ano, o que mostra o grande interesse de desenvolvedores Android no Ubuntu como plataforma também.


O futuro é o Snap?


A popularidade do formato mostra que o Snap vem se tornando muito atrativo para as empresas que querem portar os seus produtos para um sistema com suporte empresarial, no caso o Ubuntu, ainda que esse formato automaticamente porte o software para todas as distros Linux compatíveis com o Snapd.

Apesar do Snap ser muito atrativo, ele não é o único, formatos como Flatpak e AppImage também vem ganhando maior atenção, esperamos em breve ter dados para poder mostrar um “top” desses formatos também.

A lista acima representa apenas alguns dos Snaps mais populares, outros que fazem parte do Top 10 de Snaps mais baixados incluem também o Next Cloud, o servidor de streaming Plex, o editor de texto Notepad++, o editor de vídeo Shotcut e o game Xonotic.

Até a próxima!

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