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Kernel Linux dentro do Windows? Como assim?

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quinta-feira, 9 de maio de 2019

A Microsoft anunciou a segunda versão do Windows Subsystem for Linux (WSL), anúncio esse feito na Build 2019, prometendo desempenho, velocidade e o aumento da gama de aplicativos Linux a serem executados. No mesmo evento a Microsoft anunciou um novo aplicativo de Terminal para Windows, com várias funções interessantes, incluindo a funcionalidade de “conversar” com as distros Linux instaladas via WSL, além do provável lançamento do reformulado Microsoft Edge, agora baseado no Chromium, para Linux.


 Kernel Linux dentro do Windows? Como assim?





As mudanças vieram depois do feedback dado pelos usuários,  assim melhorando a primeira versão, que foi lançada em 2016 e amplamente distribuída em 2018.

Em seu blog para devs, a Microsoft fez a seguinte ponderação sobre a nova versão do WSL:

“O WSL 2 é uma nova versão da arquitetura que alimenta o Windows Subsystem for Linux para executar binários ELF64 Linux no Windows. Essa nova arquitetura altera a forma como esses binários do Linux interagem com o Windows e o hardware de seu computador, mas ainda fornece a mesma experiência do usuário que no WSL 1 (a versão atual, amplamente disponível). 
As distribuições individuais do Linux podem ser executadas como uma distro do WSL 1 ou como uma distro do WSL 2, podendo receber upgrade e downgrades a qualquer momento,  você pode executar distros do WSL 1 e do WSL 2 lado a lado. O WSL 2 utiliza uma arquitetura inteiramente nova e usa um kernel Linux real.” , segundo Craig Loewen, Program Manager, Windows Developer Platform.

O WSL 2 contará com um Kernel Linux integrado e customizado pela Microsoft para ter a compatibilidade total com as chamadas de sistema (sendo adaptado ao funcionamento do Windows), atualizações via Windows Update, utilizando  a versão 4.19 do Linux. Ele ficará disponível para testes até o final de Junho para os usuários inscritos no programa Windows Insider.

O Windows agora roda Linux?


Oficialmente o Windows passa a trazer dois Kernels para o sistema, sendo o Kernel NT tradicional ainda o principal, fazendo toda essa comunicação do Windows com o hardware do computador para a maioria das tarefas, a pergunta inevitável é: Até quando? Será que em algum momento o Kernel Linux será a base única do sistema da Microsoft?

Adivinhar o futuro é difícil, mas dada a junção entre as duas plataformas, não é tão complicado de imaginar algo assim acontecendo num futuro, certamente a Microsoft economizaria alguns milhões de dólares em desenvolvimento em seu próprio Kernel, isto é, se a mudança for tecnicamente possível. 

Vemos também a Microsoft ajudando, ainda que não muito, o projeto Wine através de Drivers do Windows e relacionados, tudo isso pode acabar gerando uma plataforma híbrida bem interessante, muito mais open source do que em qualquer momento no passado, mas ainda Windows.

Continue acompanhando o blog para ficar ligado nas notícias.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá  no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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Red Hat leva software open source para outro nível

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A Red Hat, Inc. lançou nesta Terça-feira (7), o Red Hat Enterprise Linux 8 (RHEL 8) durante o Red Hat Summit 2019, principal convenção mundial da companhia que acontece em Boston, nos Estados Unidos. A novidade amplia o uso do Linux empresarial na cloud híbrida com maior ecossistema de software open source comercial da indústria.

Imagem: Reprodução






Construído para suportar qualquer aplicação, em qualquer ambiente, em qualquer lugar, o Red Hat Enterprise Linux 8 mantém o compromisso da Red Hat em gerar valor por meio de todo o stack de tecnologia empresarial, com o apoio de muitos líderes de TI. Desde o lançamento do Red Hat Enterprise Linux 7, em 2014, o ecossistema do Red Hat Enterprise Linux cresceu.

Centenas de fornecedores de software independentes (ISVs) agora entregam mais de 5 mil aplicações certificadas para o RHEL. 

“O Red Hat Enterprise Linux 8 fornece uma plataforma poderosa para ajudar empresas a abranger todas as estruturas de TI, desde servidores bare-metal até clouds públicas, mas para aproveitar completamente todas as estratégias de cloud híbrida, as organizações precisam de um stack de software abrangente. O amplo ecossistema de parceiros da Red Hat está cheio de soluções e conhecimentos necessários para que as empresas construam totalmente suas estratégias de cloud híbrida com toda aplicação e configuração de hardware testados e certificados para trabalhar efetivamente com a plataforma líder em Linux empresarial no mundo”, afirma Craig Muzilla, vice-presidente sênior de Principais Produtos e Serviços de Cloud da Red Hat.


Por meio do programa Red Hat Certified Cloud and Service Provider (CCSP), o Red Hat Enterprise Linux está disponível em uma ampla série de provedores de serviços de infraestrutura -- desde as maiores provedoras de cloud pública globais, como Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Platform e Microsoft Azure, até provedores de serviços gerenciados e de cloud, regionais e especializados. Mais de mil Red Hat CCSPs oferecem o Red Hat Enterprise Linux em suas infraestruturas de cloud pública, servindo como base para organizações adotarem estratégias nativas em cloud.

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App brasileiro é premiado pela Google

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A conferência anual para desenvolvedores, Google I/O, além de apresentar novidades do Android Q e novos aparelhos da Google. Também foi palco para prêmios e aplicativos inovadores. Entre várias aplicações, um app brasileiro destacou-se e foi um dos vários contemplados pela empresa.

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Entre os 20 aplicativos selecionados pela Google para receber U$1,25 milhões (aproximadamente R$ 5 milhões), o app brasileiro Hand Talk, foi um dos vencedores do Desafio Google de Impacto em IA. 

Responsável pelo aplicativo Hand Talk ("mãos que falam"), a empresa de mesmo nome receberá o crédito e muito mais benefícios. A Google oferecerá ajuda pessoal sobre inteligência artificial, consultoria do Google Cloud, e a inserção em seu programa de aceleração Google Developers Launchpad.

Mas o que esse aplicativo tem de tão especial?


O app Hand Talk proporciona acessibilidade e facilidade ao aprender a Língua Brasileira de Sinais. Sendo um tradutor de voz e texto do português para Libras.

Por meio de um avatar 3D, o Hand Talk analisa o texto ou áudio e transforma em Libras. Ou ouvintes poderão utilizar o app para comunicação com amigos ou familiares surdos ou deficientes auditivos. Outro aspecto interessante do app são seus complementos como: 

  • Dicionário; 
  • Vídeos ensinando os sinais conforme cada área (por exemplo informática); 
  • A possibilidade de enviar uma Gif com a mensagem em Libras;
  • E muito mais...

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Para os mais esforçados a utilização do app pode ir além, ajudando no aprendizado da língua. E sinceramente seria uma ótima notícia as escolas adotassem o aplicativo e criassem matérias sobre a nossa língua de sinais, afinal a mesma é reconhecida em lei como segunda língua oficial do país e deveria ser ensinada em todas escolas (LEI 10.436/2002).

Libras permite a interação entre ouvintes, surdos e deficientes auditivos, proporcionando engajamento no mundo na qual vive o indivíduo, tornando-o cidadão com direitos, deveres e responsabilidades.

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O desafio da Google premia organizações que propõem ideias inovadoras, que visam enfrentar problemas e situações do cotidiano. No total foram 2.602 inscrições de 119 países.

Você pode efetuar o download do Hand Talk para Android e iOS, de graça.

Acesse o anúncio oficial da Google, e veja os demais vencedores.

O que achou do app? Conhecia há algum tempo, mas confesso que ele evoluiu bastante e que com o incentivo da Google possa crescer ainda mais e fomente o debate em nosso país.

Que tal continuar esse assunto em nosso fórum Diolinux Plus? Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Chromebooks vendidos em 2019, vão vir com suporte a aplicativos de Linux

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A Google I/O 2019 veio com grandes anúncios e novidades para os devs e usuários de Android. Umas dessas novidades é utilizar os apps de Linux no ChromeOS.


 Chromebooks vendidos em 2019, vão vir com suporte a aplicativos de Linux





O suporte para apps Linux foi lançado de forma “formal”  no ano passado (2018) na versão 69 do ChromeOS através de uma ferramenta de containers chamada “Crostini”, desde então, vem contando com melhorias e correções.
Na versão 75 do ChromeOS, o recurso ainda se encontra como Beta, mas já está se tornando popular entre os usuários, principalmente entre os desenvolvedores.

Para funcionar os aplicativos de Linux dentro do ChromeOS, os usuários vão precisar habilitar a função, assim liberando todas as funcionalidades do Linux Desktop que conhecemos, como as ferramentas de linha de comando, utilitários de user-space de forma nativa, tudo isso graças a tecnologia de containers. 

Há uma melhoria de recursos como, aceleração de hardware, suporte a gráficos e som, que já estão em fase de conclusão. Foi adicionado também o suporte aos apps de Linux, a possibilidade de utilizarem as portas USBs dos Chromebooks.

E o melhor de tudo, os aplicativos de Linux serão integrados ao ChromeOS e não como se fossem rodados em uma máquina virtual.

Por enquanto os Chromebooks recomendados para uma experiência satisfatória, são os high-end, como os Acer Chromebook Spin 13, Samsung Chromebook Pro, ou Google Pixelbook 2R. Para rodar “um sistema dentro do outro”, esses Chromebooks oferecem um processador potente (família Core da Intel), memória ram e armazenamentos “fartos”, assim podendo executar os apps de uma forma tranquila. E como falaram que os todos os Chromebooks vendidos em 2019 terão este suporte, é de se esperar que os mais modestos também venham com essa facilidade, rodando os Apps melhor ou pior, dependendo das suas capacidades, como já ocorre hoje em qualquer computador.
Esse recurso também torna possível a utilização de pacotes “universais” no Chromebook, como os Flatpak.

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Microsoft lança o novo Terminal do Windows, com integrações com Command Prompt, PowerShell, e WSL

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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Em mais um anúncio feito na sua conferência para desenvolvedores, a Build 2019,  a Microsoft anunciou a reformulação total do seu terminal. A principal novidade é poder utilizar em um só lugar o Command Prompt, PowerShell e o WSL. O anúncio também consta no blog oficial da Microsoft.


 Microsoft lança o novo Terminal do Windows, com integrações com Command Prompt, PowerShell, e WSL






O novo terminal do Windows se chamará, Windows Terminal (nada muito criativo 😁) e terá agora a possibilidade de abrir múltiplas abas, como já víamos nos terminais das distros Linux, mas no caso do Windows, podendo ser utilizado em cada aba uma função diferente, como em uma o Command Prompt (Prompt de Comando), em outra o PowerShell e em uma terceira aba podendo abrir o terminal do Ubuntu via WSL. Assim trabalhando com as três ferramentas em um só lugar.



O mais curioso, foi que a Microsoft fez um vídeo promocional de 50 segundos para divulgar essa nova versão do Terminal. Tanto que chamou a atenção do Alan Pope, um dos devs da Canonical que trabalha na parte dos Snaps, que fez o seguinte comentário:

“Eu nunca tinha visto um vídeo de marketing para um terminal antes. E não esperava que a Microsoft iria fazer um e tão bem feito…”

O comentário foi feito tanto no vídeo da Microsoft quanto no seu Twitter.

       

Algo que sempre estamos pontuando aqui no Diolinux é a carência de marketing no Linux, claro que na parte de servidores sistemas como o Suse Linux possuem uma ótima pegada com suas paródias, mas marketing vai além. Curiosamente o terminal que é sempre taxado como algo “intocável e retrógrado” ganha uma atenção por parte da MS com esse vídeo promocional. Será que enfim estaremos vendo o fim de um tabu, usar o terminal? Visivelmente o anúncio tinha como foco os desenvolvedores (e também esse era o objetivo da conferência). Entretanto alguns anos atrás não era de se esperar um vídeo desses encabeçado pela Microsoft, não foi atoa que o Alan Pope e muitos ficaram surpresos.

Claro, um terminal é só um terminal, mas isso não quer dizer que ele precise ser “feio” ou desagradável de usar, essa versão do terminal da Microsoft me lembra um pouco o terminal do Deepin, misturando conceitos também do terminal do KDE e do GNOME, o resultado final acabou sendo “de encher os olhos”.

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Novo Microsoft Edge, baseado no Chromium, pode estar chegando ao Linux

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Na Build 2019, conferência para desenvolvedores da Microsoft, a empresa realiza vários painéis, e um desses era sobre o progresso do novo navegador Edge, que vai utilizar o Google Chromium como base, como noticiamos ano passado.


 Novo Microsoft Edge, baseado no Chromium, pode estar chegando ao Linux






Quem obteve esse slide, foi o pessoal do site Neowin. Podemos ver claramente abaixo que o Linux (Desktop) está nos planos. Antes já estava certo que o novo Edge estaria presente nas plataformas Windows (7, 8.1 e 10), no macOS e nas plataformas mobiles, como o Android (Linux) e iOS. Agora podemos ter o Linux (desktop) também suportado.




O vídeo abaixo, é como a Microsoft pensa na utilização do Edge pelas pessoas.

        


Segundo o site Neowin, versões para macOS e Linux são importantes, pois uma grande parte dos devs para web utilizam essas plataformas. Como a Microsoft quer ter o seu navegador no máximo de lugares possíveis, essa estratégia de lançar em todas as plataformas não é de se estranhar.

Mesmo sendo a “última” plataforma a receber o Edge, creio que quando for lançado, será no formato Snap e talvez nos “tradicionais” .deb e .rpm.

Para mais detalhes, acesse o post no blog oficial.

No vídeo que lancei no final do ano passado (28/12/2018), tinha falado que muito provavelmente o Microsoft Edge viria para o Linux, assim como o pacote Office também. Quem sabe né (lol). Você pode conferir logo abaixo.

        

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Veja o novo codinome do Ubuntu 19.10 e de todas as versões já lançadas

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O Ubuntu 19.04 foi lançado há pouquíssimo tempo, e a Canonical já está em pleno vapor com o desenvolvimento da próxima versão de seu sistema. E há uma curiosidade nos lançamentos do Ubuntu, seus codinomes peculiares, então saiba qual o nome da próxima versão da distro mais famosa do mundo Linux. (Não me crucifiquem, acessem essa matéria e entenderão a afirmativa).


O Ubuntu tem como costume utilizar uma combinação de nomes para os codinomes de suas versões. Essa "brincadeira" é uma "marca registrada do Ubuntu", sendo utilizado pela distribuição desde seu primeiro lançamento em Outubro de 2004.

Como "via de regra" o nome é composto de um adjetivo mais um animal que seguem o alfabeto e ambas possuem as mesmas iniciais, e são combinações um tanto que inusitadas. Veja loga abaixo todos os codinomes do Ubuntu (até o momento).


Versão Codinome Data de lançamento
Ubuntu 4.10 Warty Warthog 20 de outubro de 2004
Ubuntu 5.04 Hoary Hedgehog 8 de abril de 2005
Ubuntu 5.10 Breezy Badger 13 de outubro de 2005
Ubuntu 6.06 LTS Dapper Drake 1 de junho de 2006
Ubuntu 6.10 Edgy Eft 26 de outubro de 2006
Ubuntu 7.04 Feisty Fawn 19 de abril de 2007
Ubuntu 7.10 Gutsy Gibbon 18 de outubro de 2007
Ubuntu 8.04 LTS Hardy Heron 24 de abril de 2008
Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex 30 de outubro de 2008
Ubuntu 9.04 Jaunty Jackalope 23 de abril de 2009
Ubuntu 9.10 Karmic Koala 29 de outubro de 2009
Ubuntu 10.04 LTS Lucid Lynx 29 de abril de 2010
Ubuntu 10.10 Maverick Meerkate 10 de outubro de 2010
Ubuntu 11.04 Natty Narwhal 28 de abril de 2011
Ubuntu 11.10 Oneiric Ocelot 13 de outubro de 2011
Ubuntu 12.04 LTS Precise Pangolin 26 de abril de 2012
Ubuntu 12.10 Quantal Quetzal 18 de outubro de 2012
Ubuntu 13.04 Raring Ringtail 25 de abril de 2013
Ubuntu 13.10 Saucy Salamander 17 de outubro de 2013
Ubuntu 14.04 LTS Trusty Tahr 17 de abril de 2014
Ubuntu 14.10 Utopic Unicorn 23 de outubro de 2014
Ubuntu 15.04 Vivid Vervet 23 de abril de 2015
Ubuntu 15.10 Wily Werewolf 22 de outubro de 2015
Ubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus 21 de abril de 2016
Ubuntu 16.10 Yakkety Yak 13 de outubro de 2016
Ubuntu 17.04 Zesty Zapus 13 de abril de 2017
Ubuntu 17.10 Artful Aardvark 19 de outubro de 2017
Ubuntu 18.04 LTS Bionic Beaver 26 de abril de 2018
Ubuntu 18.10 Cosmic Cuttlefish 18 de outubro de 2018
Ubuntu 19.04 Disco Dingo 18 de abril de 2019
Ubuntu 19.10 Eoan Ermine ?? de Outubro de 2019
Ubuntu 20.04 LTS ??? ?? de Abril de 2020

Como noticiado aqui no blog Diolinux, através das daily builds do Ubuntu 19.10, ficamos sabendo a primeira parte do codinome do sistema, sendo o adjetivo “Eoan”. O nome me chamou a atenção, tendo segundo o dicionário Collins um significado como: “de, ou relativo a, o amanhecer”. Em outros dicionários o adjetivo é relacionado a “do leste”, e ao escrever o post sobre o desenvolvimento inicial do Ubuntu 19.10, logo me veio à mente a segunda parte do nome (que julgava ser um forte candidato), “Eagle”. A lógica era simples: “relativo a o amanhecer, do leste”, pensei no Sol e sua relação com o leste e o lado do nascente e poente do Sol. O “amanhecer” também remetia a nossa grande estrela amarela que fortalece os kryptonianos (essa fica para os geeks 😁😁😁). Logo o animal com a inicial “E” e que majestosamente se aproxima do Sol, era a águia. Veja a capa que fiz com essa ideia na cachola.



Eu não poderia estar mais equivocado (erroooooou), o novo codinome do Ubuntu 19.04 é “Eoan Ermine”. Parece que a imponente águia não foi a resposta correta. O animal Ermine, é um tipo de doninha de rabo curto, também conhecida como “Arminho”, mas que tem como nome científico Mustela erminea L., 1758. O animal é característico das florestas temperadas, árticas e sub-árticas da Europa, Ásia e América do Norte.


O Arminho é comumente usado em outros países para descrever uma pessoa com casaco ou pele muito branca, pois as espécies de localidades que atingem baixas temperaturas possuem um pelo branco como a neve. Outra curiosidade é que o pelo do Arminho é usado para revestir as vestes de importantes figuras que se sentam na Câmara de Lordes britânicos.

O que podemos esperar do Ubuntu 19.10?


Sem sombra de dúvidas essa versão é muito importante para a próxima versão “Stable” do sistema, afinal ela antecede o Ubuntu 20.04 LTS. O Ubuntu 19.10 é “a última” chance de algum recurso novo entrar no 20.04, que é focado em estabilidade, sendo o 19.10 a porta de entrada para novidades e experimentações.

No momento já sabemos que o Ubuntu 19.10 contará com o Gnome 3.34, uma tela inicial de boas-vindas renovada, suporte à instalação do ZFS etc.

Está ansioso para o lançamento do Ubuntu 19.10? Que tal continuar esse assunto lá em nosso fórum Diolinux Plus? Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

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