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NuConta agora pode receber transferências via DOC

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quinta-feira, 6 de junho de 2019

O Nubank vem  dia a dia evoluindo um dos seus principais produtos, a NuConta. Agora, além da função “Guardar Dinheiro”, obter empréstimo pessoal (só para alguns usuários) e investimento em RDB, chegou a funcionalidade de transferência por DOC.

NuConta agora  pode receber transferências via DOC






Até então, para receber transferências de outros bancos para a sua NuConta, você só poderia via TED, podendo ter uma taxa sobre esta operação. Quem tiver uma conta somente poupança, vai poder transferir diretamente para a sua NuConta, significando que não é mais necessário resgatar o seu dinheiro da poupança para depois transferir para a NuConta – a transferência é feita em um único passo.

Agora quem for cliente NuBank com NuConta, tem três meios para receber dinheiro na conta, são elas: via Boleto e transferências via DOC e TED. Para quem não está habituado a essas letrinhas, as principais diferenças entre DOC e TED são:

- No caso da TED (Transferência Eletrônica Disponível), a transferência é concluída no mesmo dia quando feita até as 17h e pode ser de um valor superior a R$ 5 mil.

- Já transferências via DOC (Documento de Ordem de Crédito) caem no dia seguinte à ordem, mas podem demorar mais tempo, caso seja feita após as 22h; além disso, elas têm como limite o valor de R$ 4.999,99.

As transferências da sua NuConta para outros bancos, ainda continuam sendo feitas via TED e sem taxa ou limites. Os depósitos via boleto também são possíveis, com valor mínimo de R$20 e com limite de emissão de 15 vezes ao mês. O valor cai em até 3 dias úteis.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum.

Espero você até a próxima, um forte abraço.

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openSUSE pode mudar de nome e criar uma Fundação

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quarta-feira, 5 de junho de 2019

Em um tweet recente, Richard Brown (presidente do projeto openSUSE), divulgou um link de uma lista de discussão sobre "o projeto deve mudar seu nome?", e isso vem tornando interessante a repercussão em cima do assunto.

openSUSE pode mudar de nome e criar uma Fundação





Nesta lista, Richard pondera alguns pontos sobre essa mudança de nome do projeto para acomodar a futura fundação “openSUSE” , abordados no texto logo abaixo:



“Do meu ponto de vista, há uma série de benefícios de renomear o

Projeto openSUSE, especialmente quando se considera o anunciado no oSC intenção de formar uma “Fundação openSUSE” para ser um entidade que representa o projeto.

Para qualquer entidade que deseja ser totalmente autônoma e funcional, será necessário ter pelo menos algum controle/propriedade/direitos para o seu próprio nome e marca comercial. O nome atual do openSUSE torna essas coisas bastante complicadas. Marcas registradas são aplicáveis ​​apenas se forem consideradas exclusivas.

No momento, operamos em uma situação onde tanto o SUSE quanto o openSUSE são de propriedade da SUSE, portanto, são considerados 'exclusivos'. Isso tem alguns efeitos colaterais práticos - por exemplo, com nomes de domínio. A SUSE não pode permitir a ampla reutilização de sua marca sem arriscar a obrigatoriedade de sua marca registrada principal do SUSE, portanto, o SUSE efetivamente tem que se registrar e possuir todos os possíveis * opensuse *. *domínio que o Projecto ou qualquer das nossas comunidades ancilares usam, em para proteger sua marca registrada SUSE.

O SUSE faz um ótimo trabalho em disponibilizar esses domínios para o openSUSE usar nas circunstâncias atuais, mas isso ocasionalmente leva a situações que são desajeitadas e desconfortáveis ​​para todos os envolvidos. Por exemplo, a comunidade do openSUSE na Indonésia teve que transferir o domínio que eles registraram para executar seus sites da comunidade local / espelhos para o controle do SUSE, que ninguém realmente queria fazer e era logisticamente problemático, dado os detalhes de como registrar um domínio na Indonésia . Descobrir como / se a futura Fundação poderia possuir / controlar qualquer dos domínios do openSUSE é um tópico em aberto.

Falando especulativamente, baseado em conversas casuais e sem conselho (ainda), minha expectativa pessoal é que, se o Projeto decidir continuar operando sob o nome "openSUSE", então não há como o projeto ser o dono da marca registrada ao redor do projeto. Enquanto estou confiante de que o SUSE fará todo o possível para suportar o openSUSE nesta área, todos nós seremos limitados no que podemos fazer no áreas de nomeação, marcas registradas, subprojetos, domínios, etc, como resultado.

Renomear o Projeto, por outro lado, permitiria que o openSUSE formasse a fundação sob esse novo nome. Dado a amigável natureza cooperativa da nossa transição para este modelo de governança "menos dependente", posso prever uma situação em que, se o projeto decide renomear, operamos sob o nome novo e o antigo para um período, para evitar uma mudança muito perturbadora do "openSUSE" para "whatever" - isso funcionou muito bem nos dias do SUSE Linux 10.0 / 10.1 que foram produzidos "pelo openSUSE" por exemplo.

Então, apesar dos desafios e interrupções que qualquer renomeação poderiam causar, eu vejo os benefícios, especialmente em torno das partes mais complicadas das próximas negociações da Fundação.  Dito isso, minha opinião é apenas uma, se a comunidade é contra a ideia de renomear, é bom saber, e a Diretoria ter este feedback como fator em nossas negociações com o SUSE enquanto trabalhamos no sentido de formar a Fundação.

De qualquer maneira, nós realmente precisamos ter uma boa compreensão do que a comunidade em geral se sente sobre este tópico. Se não tivermos a discussão agora, provavelmente será tarde demais uma vez que entidades legais e acordos entre SUSE e openSUSE são formalizados.

Então, quaisquer que sejam seus pontos de vista, por favor, soem fora desta discussão, mesmo que a sua visão já seja ecoada por outros.  Você acha que o openSUSE deve mudar seu nome?”

O link para o começo da lista de discussão, você pode acessar aqui. Já para ver o texto do Richard em inglês, você pode consultá-lo aqui.

Agora queremos saber a sua opinião, sobre a possível criação da Fundação “openSUSE” e a possível troca de nome do projeto. Deixe aí nos comentários o que você acha.

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Mozilla Thunderbird na loja do Windows 10 [Update!]

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Mesmo com um cliente de email pré-instalado no Windows 10, diversos usuários preferem alternativas. Com um visual atraente e utilização simplificada, o app de email do Windows 10 atende a muitas pessoas. Porém, ainda lhe faltam alguns recursos mais avançados. Nessas horas opções como, Outlook, Mailspring e o próprio Mozilla Thunderbird desempenham um ótimo papel.

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A cada dia os sistemas operativos estão mais práticos oferecendo lojas para instalação de seus apps. No macOS, Linux e Windows são assim. Entretanto, mesmo a Microsoft sendo uma gigante e seu sistema operacional um campẽao entre os desktops, sua loja carece de apps. Isso obriga o usuário do sistema sair internet afora em busca de aplicativos, ou manter em algum pendrive seus programas. Confesso que acho interessante a Windows Store, mas por não conter a maioria dos softwares que meus clientes usam, acabo nem utilizando a loja da MS (uma pena).

O Mozilla Thunderbird é um exemplo, na real “era”. Pois, agora o cliente de email da Mozilla encontra-se na loja do Windows 10. Isso possibilita usuários do modo “Windows 10 S” utilizarem o cliente “do passarinho azul”. Por ter uma política de segurança diferenciada de sua versão comum, o Windows 10 é impossibilitado de instalar programas de outras fontes que não sejam a sua loja. Além de dar mais uma alternativa aos usuários do Windows 10 S, o Thunderbird na loja traz maior conforto aos utilizadores da plataforma.

Versão “não oficial”


Vale destacar que a versão contida na Windows Store não é disponibilizada diretamente pela Mozilla pelo contrário, um grupo denominado Store Ports fez todo o processo. Mesmo não sendo uma versão adicionada na loja por sua própria desenvolvedora o grupo disponibiliza todo o código do Thunderbird, adicionado na loja, em seu Github. O software tem seu instalador convertido para adequar-se às diretrizes da Microsoft, passando por verificações de autenticidade, segurança e qualidade. Todo esse processo é garantido pela licença da empresa, MPL (Mozilla Public License) 1.1, caso queira testar essa versão contida na loja, acesse o link ou procure na loja do Windows (não preciso dizer que a versão é para Windows, né? 😂😂😂). [O Thunderbird foi retirado da loja da Microsoft. Se o mesmo retornará, não sabemos]. Então, baixe diretamente do site da Mozilla.

mozilla-thunderbird-windows-s-10-store-loja-ms-microsoft-portsmozilla-thunderbird-windows-s-10-store-loja-ms-microsoft-ports-cliente-email

É interessante ver essas iniciativas, lembrei do Flathub quando me deparei com a notícia. Agora cabe saber se o desenvolvedor irá manter a versão da loja da MS atualizada, e em quanto tempo esses updates ocorrerão, em comparativo a versão distribuída oficialmente. [Como informado logo acima, a versão "não oficial" foi retirada da loja. Não sabemos se momentaneamente ou permanentemente].

Você utiliza a loja do Windows para efetuar a instalação de seus softwares? Que tal participar de nosso fórum Diolinux Plus, ao contrário do que muitos pensam, o fórum é sobre tecnologia em geral. Não importa se você usa macOS, Android, Windows, BSD ou o que for. Venha fortalecer a comunidade e usufruir de ambos os mundos.

Até o próximo post, sejam complacentes com a opinião alheia. Não se esqueçam de compartilhar o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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Distros Linux de 32 bits dão adeus ao novo LibreOffice

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Famoso entre os usuários de Linux, uma ótima alternativa ao Microsoft Office, a suíte LibreOffice é sucesso e vem por padrão na maioria das distribuições. Uma próxima versão está por vir, o LibreOffice 6.3, porém, nem todos os usuários poderão usufruir dos últimos lançamentos.

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A versão 6.3 ainda está em fase beta, entretanto, diversas melhorias estão entre os planos da The Document Foundation. Melhorias adicionais de desempenho, em recursos e ferramentas são esperadas na próxima versão. Além de melhorar a compatibilidade com outros formatos office. É notório que conforme o tempo passe, mais softwares e sistemas começam a abandonar arquiteturas antigas como a dos processadores de 32 bits. A mudança da TDF não é arbitrária, muito menos uma surpresa. Afinal, nas notas do lançamento da versão 6.2 do software, a possibilidade foi cogitada.

“As versões binárias do Linux x86 (32 bits) serão descontinuadas. Não haverá versões do Linux x86 produzidas pela TDF após o 6.2. Isso não significa que a compatibilidade com o Linux x86 será removida”.

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Aos poucos o 32 bits está finalmente deixando de ser suportado!


Não é nenhuma surpresa que vários softwares estão começando a abandonar a arquitetura de 32 bits (x86-32). A versão principal do Ubuntu já não conta com a versão de 32 bits, o Google Chrome perdeu o suporte em 2016 e recentemente o Xubuntu também entrou na lista. Devido a suas limitações o seu sucessor começou a se popularizar no mercado, e dificilmente caso tenha adquirido um computador a partir de 2010, seu processador é 32 bits. Infelizmente ao possuir um hardware datado, a solução é óbvia. Faça um upgrade, ou será obrigado a utilizar versões antigas do LibreOffice.

A suíte de documentos mais famosa do mundo Linux está em beta, caso seja curioso (e saiba o que está fazendo), você poderá baixar a versão 6.3 neste link.

Utiliza algum computador com um processador 32 bits? Até pouco tempo tinha um, bem velhinho (😁😁😁). Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e fique por dentro das novidades.

Até o próximo post, compartilhe e indique o blog Diolinux, SISTEMATICAMENTE! 😎
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elementary OS anuncia melhorias no Bluetooth e mais novidades!

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terça-feira, 4 de junho de 2019

Umas das distribuições Linux que está ganhando destaque nos últimos anos, o elementaryOS, vem ao longo do tempo trazendo melhorias e ajustes na interface gráfica que entrega com o sistema. Nesse release de Maio eles detalham melhor essas mudanças, que foram quatro as mais importantes.


Novidades no update de Maio do elementaryOS





A primeira foi referente ao indicador do Bluetooth, que contou com melhorias pontuais, entre elas a exibição adequada dos dispositivos plugados, isso incluindo aqueles tenham caracteres como o “&” e também a classificação correta dos mesmos. Quando o dispositivo não reportar o seu tipo corretamente (como mouse, teclado, alto-falante e afins), será mostrado o ícone do Bluetooth. Foi implementado também um “selo” do status da conexão para os dispositivos conectados, assim facilitando a visualização dos mesmos.



Segunda mudança aplicada pelo pessoal do elementaryOS, foi em relação ao “Menu de Aplicações”, onde foi adicionado algumas palavras-chave referente às ações do sistema, como, por exemplo buscar por “reboot” e mostrar a ação de “Restart”. Eles fizeram isso para que as ações possam ser encontradas usando o termo em inglês, mesmo quando seu idioma é diferente do inglês. Esperam que isso ajude com a descoberta de usuários bilíngues!

Na terceira novidade lançada, agora vai ser possível selecionar os arquivos através do teclado. Usando as teclas Ctrl + Alt com as setas (movendo a seleção), e também podendo usar as teclas + ou = (para selecionar o item) ou a tecla - (para deselecionar o item).



A quarta e “última novidade” apresentada, foi uma correção no Gerenciador de Janelas do elementaryOS. Como a correção da animação quando uma janela era “movida” de um “desktop” para outro, como também corrigindo o encaixe do “Alt+Tab” na hora de alternar entre os aplicativos. 

Para maiores detalhes das “news” do mês de Maio do elementaryOS, você pode conferir neste link.

Diga aí nos comentários, se usa o elementaryOS e se já chegou essas novidades para você.

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Olivia, um elegante player para streaming de áudio

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Dizem as más línguas que “Linux não tem programas”. Ao contrário desta “afirmação”, a cada dia conheço um app novo para Linux. Particularmente, amo isso. Hoje irei apresentar um player de música voltado a streaming, que conheci recentemente, ao “procurar por programas novos”.

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux

Player de música é um assunto muito pessoal, e no Linux existem inúmeras alternativas. Caso tenha um player favorito, não é crime algum ter predileções, permita-se experimentar coisas novas. Sem mais delongas, conheça o software Olivia, um player de música escrito em Qt5, open source e que pode lhe chamar a atenção. 

Olivia um player focado em streaming


Ao contrário da maioria dos tocadores de som (essa é para “os das antigas”), Olivia tem foco no streaming de áudio. Seja procurando por músicas no Youtube ou em rádios online. O app está em constante desenvolvimento e conforme o tempo passa, novas features são esperadas. Com mais de 25.000 estações de rádio da internet, o programa poderá muito bem agradar aos ouvintes de rádio (confesso que este não é o meu caso).

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux

O reprodutor de música está em alfa, e por ser relativamente novo, problemas em sua interface podem ocorrer. Caso isso acontece, os próprios desenvolvedores pedem para executar o app via terminal, com um comando que aparentemente resolve o problema (quando executado via linha de comando). No entanto, ao menos em minha instalação no Ubuntu 18.04, não obtive problema algum. Veja o comando abaixo:

QT_STYLE_OVERRIDE='gtk' olivia-test.olivia

Caso o Olivia tenha erros como: fontes grandes demais, e aparência fora de resolução, o comando acima deve contornar.

Alguns recursos e características do Olivia


Com funcionalidades interessantes, creio que vale o teste do Olivia, irei citar alguns que me chamaram a atenção.

  • Pesquisa e reprodução de artistas, álbuns e músicas online;
  • Reprodução de música do Youtube (apenas áudio, economizando a banda de sua internet);
  • Rádio online, com mais de 25.000 estações do mundo inteiro;
  • Interface personalizável, com cores, transparência, tema conforme a música e muito mais;
  • Mini-player, player convencional e modo tela cheia;
  • Recomendação de músicas, conforme músicas relacionadas;
  • Opção de ouvir as músicas offline;
  • Entre outras funcionalidades (não quero “estragar” sua descoberta 😁😁😁).

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux-mini-player

No momento que escrevo este post o Olivia não possui a função para apagar o cache local, das músicas que você vá salvando para reprodução offline. Caso queira excluí-los, navegue com seu gerenciador de arquivos (no meu caso estou utilizando o Nautilus) e apague os arquivos.

~/snap/olivia-test/current/.local/share/org.keshavnrj.ubuntu/Olivia/downloadedTracks

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linuxolivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux-offline

Instalando o “cloud player music” Olivia


Por estar em desenvolvimento e considerado como “software alfa”, o player poderia trazer um certo risco ao seu sistema. Isso se o mesmo não estivesse em Snap. Neste formato o Olivia estará à parte de seu sistema, garantindo segurança e caso não goste do player, desinstale ele sem comprometer sua máquina. Para instalar o programa em seu sistema será necessário ter o Snap configurado, no caso do Ubuntu ele é padrão. Está utilizando outro sistema? Não tem problema, acesse este artigo e configure facilmente o Snap.

No caso do Ubuntu você pode simplesmente pesquisar por “Olivia” em sua loja e efetuar a instalação.

olivia-snap-player-cloud-music-musica-streaming-youtube-rádio-app-linux-loja-ubuntu

Ou se possui o Snap configurado em seu sistema, e prefere o terminal. Instale com o comando abaixo:

sudo snap install olivia-test

Para remover o programa, utilize o comando:

sudo snap remove olivia-test

Já conhecia o player Olivia? Depois do Spotify passei a não utilizar mais players, porém, fiquei curioso em testar esse. Acesse nosso fórum Diolinux Plus, quem sabe a galera tem indicações de players de música interessante.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎
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GPUs “AMD Radeon” em smartphones

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Após ter anunciado uma parceria com a Samsung, a empresa norte-americana AMD, teve um crescimento de 7% em suas ações na bolsa de valores (Nasdaq). Então uma grande mudança de mercado poderá acontecer.

amd-samsung-qualcomm-snapdragon-nasdaq-smartphone-radeon-nvidia-nintendo-switch-microsoft-xbox

Em 2009 a AMD vendeu sua divisão Imageon, de processadores para celulares, para a Qualcomm. Agora a empresa faz uma parceria com a sul coreana Samsung, esquentando o mercado mobile e fomentando a concorrência dos processadores Samsung contra os da Qualcomm. Maiores detalhes não foram revelados, porém, sabemos que a AMD licenciará sua propriedade intelectual (IP) de processadores gráficos a Samsung. A utilização será em dispositivos móveis, sendo quaisquer tipos de gadgets inclusos nessa premissa, incluindo obviamente os smartphones da empresa.

“Esta parceria estratégica estenderá o alcance de nossos processadores gráficos Radeon de alto desempenho para o mercado de telefonia móvel, expandindo significativamente a base de usuários e o ecossistema de desenvolvimento Radeon”, afirma Lisa Su, atual presidente-executiva da AMD. 

Com isso a Samsung pagará royalties a AMD ao utilizar sua tecnologia. É interessante citar que nos consoles a AMD é “campeã”, pois, tanto a Sony quanto a Microsoft utilizam soluções gráficas da empresa. Já o Nintendo Switch possui um processador gráfico NVIDIA.

Essa notícia me alegrou bastante, fico muito empolgado com as possibilidades. Conforme uma empresa desenvolve e aperfeiçoa seus produtos, a concorrência é “obrigada” a fazer o mesmo ou ficar para trás. No final da história, somos nós consumidores que saímos beneficiados.

Curtiu a novidade? Faça parte de nosso fórum Diolinux Plus e continue esse assunto.

Até o próximo post, SISTEMATICAMENTE! 😎

Fonte: Reuters.
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