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LibreOffice e GIMP são vítimas da “maldição do macOS Catalina”

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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

LibreOffice e GIMP estão entre as vítimas da “maldição Catalina”, assim como alguns programas no novo macOS, usuários estão enfrentando problemas.

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O macOS 10.15 Catalina foi lançado recentemente, com algumas novidades em suas aplicações, recursos e visual. Contudo, alguns inconvenientes provindos da nova política da Apple, que visa proteger seus usuários que utilizam softwares de terceiros, aborrecem usuários e desenvolvedores. 

Para mais detalhes do lançamento do macOS Catalina 10.15, assista o vídeo do MacMagazine, especializado em conteúdos voltados ao mundo da maçã.


Antes de adentrar ao assunto desta matéria, confira um vídeo na perspectiva de alguém que usa Linux diariamente ao utilizar o sistema operacional da Apple. É interessante notar as experiências que um usuário habituado ao Linux, possa ter com o sistema da maçã.


“Maldição Catalina”


Apelidado por vários usuários mac, como “maldição Catalina/maldição do Catalina” a forma que a Apple resolveu proteger seu sistema de possíveis ameaças vem ocasionando alguns transtornos para donos de computadores da empresa. Ao menos usuários sem conhecimento de tais mudanças e que estão sendo pegos de surpresa.

No início do mês a Apple lembrou aos desenvolvedores, por meio de nota, que os aplicativos da App Store e de fora, deverão ser autenticados para serem executados por padrão no macOS Catalina. Caso esses softwares não autenticados pela Apple sejam utilizados no sistema, avisos e alguns erros em seu funcionamento, poderão ocorrer.

“Para proteger ainda mais os usuários no macOS Catalina, estamos trabalhando com desenvolvedores para garantir que todos os softwares, distribuídos na App Store ou fora dela, sejam assinados ou autenticados pela Apple. Isso dará aos usuários mais confiança de que o software que eles baixam e executam, independentemente de onde eles o obtêm, foram verificados quanto a problemas de segurança conhecidos”.

Os desenvolvedores então são convidados a autenticarem suas aplicações perante a empresa, assim conseguindo um certificado digital de desenvolvedor, enviando seus aplicativos para avaliação. Após ser atestada a segurança do app, um ticket virtual é adicionado ao executável que o aprova perante o Gatekeeper (o recurso de segurança do macOS que verifica se os programas são seguros para execução).

Contudo, ao tentar executar o LibreOffice no macOS Catalina, uma mensagem com apenas duas opções é apresentada aos usuários, sendo elas: “Mover para lixeira” e “Cancelar”

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A equipe do LibreOffice afirma que “seguiu devidamente as instruções” e que o programa “foi reconhecido pela Apple”. Você pode ver essa alegação diretamente no blog oficial da The Document Foundation, responsável pelo LibreOffice. 

No link acima, a equipe do LibreOffice demonstra como contornar essa situação, enquanto tudo não é resolvido. Se você é usuário de macOS e gosta do LibreOffice, talvez seja interessante proceder conforme eles informam.

Outros softwares vêm enfrentando alguns problemas, devido a esse novo funcionamento do sistema, o programa de edição de imagens GIMP também entra na lista. Especificamente em seu caso, alguns problemas de permissão começam a aparecer ao tentar acessar arquivos em locais, como Área de trabalho e Documentos.

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Uma das hipóteses deste mau funcionamento, é que a devida janela de diálogo não está sendo chamada, ocasionando este bug. Usuários estão contornando esse empecilho, utilizando o GIMP via terminal e acessando seus arquivos desta mesma forma. Para mais detalhes, acesse o tópico de discussão de usuários da Apple.

A “maldição Catalina” não está apenas sob programas de código aberto, pelo contrário, softwares proprietários também estão sendo afetados. Um exemplo que posso citar é quanto ao app de configuração/gestão de mouse e teclados o Logitech Options, que precisa de uma série de passos para funcionar adequadamente no sistema.

Enfim, a medida de segurança é bem interessante, entretanto não parece ter sido implementada satisfatoriamente. Há quem diga que forçar tal segurança é um erro da empresa, e vários amantes da Apple estão aconselhando e atrasando as atualizações de seus sistemas. 

O que você acha sobre esse assunto? Deixe nos comentários a sua opinião.

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AMD anuncia entrada para o time "Patron" na Blender Foundation Development

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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Nesta quarta-feira (23), mais uma empresa de peso entrou para o time “Patron” da Blender Foundation Development, “engrossando” esse seleto grupo de empresas.


AMD anuncia entrada para o time "Patron" na Blender Foundation Development





Foi anunciado no Twitter oficial da fundação, que a AMD agora faz parte dos “Patron” da fundação, assim se juntando a Epic Games e a NVIDIA, essa última anunciamos a entrada dela nesta matéria bem completa para você conferir.




“Hoje a AMD ingressou ao Fundo de Desenvolvimento da Blender Foundation no nível Patron. Investiremos no desenvolvimento geral, na migração do Vulkan e para manter as tecnologias AMD bem suportadas por nossos usuários. Muito obrigado!”
Logo em seguida, foi a vez do Twitter oficial da AMD, fazer um tweet falando da entrada na fundação.

“A AMD tem orgulho de se juntar ao Fundo de Desenvolvimento da Blender Foundation como “Patron”, contribuindo para o sucesso das excelentes ferramentas de código aberto do Blender e mantendo as tecnologias AMD bem suportadas por todos os usuários.”

O nível Patron (Patrono ou Patrão), significa que a AMD estará destinando pelo menos €120 mil (na conversão atual, algo em torno de R$540 mil) por ano.

Mais uma vez, estamos vendo grandes empresas investindo “rios de dinheiro” em projetos open source, como o Blender, Krita e entre outros. Enfim estão percebendo o grande potencial de tais ferramentas e assim fazendo o famoso “Win-Win”, onde todos ganham e impulsionam o crescimento dos projetos.

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Will Cooke deixa a divisão de desktop do Ubuntu, entra Martin Wimpress

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Uma notícia pegou alguns usuários da comunidade Linux de surpresa, especialmente aqueles que usam o Ubuntu. Will Cooke saiu da empresa.


Will Cooke deixa a divisão de desktop do Ubuntu, entra  Martin Wimpress





Cooke ficou na Canonical como diretor/gerente do Ubuntu Desktop de 2014 a 2019, sendo um dos responsáveis pelo projeto Unity, que depois de muitos anos de vida, “morreu”, assim dando lugar novamente ao GNOME, como DE do Ubuntu.



Há alguns meses, fizemos uma entrevista com Cooke, e nela tem algumas declarações interessantes sobre o rumo do Ubuntu nos desktops foram ditas. Você pode conferir na íntegra a entrevista através do link.


Agora, quem assume a divisão de Desktops para o Ubuntu, é o Martin Wimpress, mais conhecido como o dev principal do Ubuntu MATE. Além de também trabalhar como engineer na Snapcraft, da Canonical.

Imagem de divulgação do Ubuntu MATE 19.10


Com essa mudança na diretoria, na divisão do Ubuntu Desktop, podemos esperar muitas coisas boas vindo por aí. Umas das façanhas do Wimpress, é “reviver” o Unity dentro do MATE, além é claro de fazer trabalhos relacionados aos laptops híbridos (Intel+NVIDIA), onde no Ubuntu MATE, algumas implementações como o applet mate-optimus, que faz a alternância (switch) entre as placas, além é claro, de ser uns dos primeiros a começar a implementar as novidades da NVIDIA para esses laptops. Além de que, o Wimpress está mais ativo nas redes sociais e comunidades do que o Cooke.

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GNOME escolhe lutar legalmente contra alegação por suposta violação de patentes

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GNOME Foundation decide lutar legalmente contra uma alegação de infringir patente em um de seus programas. Após recusar proposta de um possível acordo de licenciamento, a Fundação GNOME responde à reivindicação e chama empresa de “Troll de patentes”.

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Em setembro (25), a Fundação GNOME notificou em seu site que foi informada de um processo da Rothschild Patent Imaging, LLC alegando quebra de patente (9.936.086).

Essa alegação descrevia que a aplicação de código aberto para gerenciamento de fotos, o Shotwell, violava tal patente. Na época do ocorrido, Neil McGovern, o diretor-executivo da GNOME Foundation, declarou: “Contratamos advogados e pretendemos nos defender vigorosamente contra esse processo infundado. Devido ao litígio em andamento, infelizmente não podemos fazer mais comentários sobre o assunto”

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Após, quase um mês, houve um desenrolar desta situação. Mais declarações foram feitas no site do GNOME. Algumas bem alarmantes, que explicam mais sobre o ocorrido.

“É a primeira vez que um projeto de software livre está sendo alvo de algo assim, mas nos preocupamos de que não seja a última. A Rothschild Patent Imaging, LLC ofereceu-se para que nós pagássemos uma quantia alta de cinco dígitos, pela qual eles iam abandonar o caso e nos dariam uma licença para continuar o desenvolvendo do Shotwell”.

Podemos observar em um primeiro momento, a possível real intenção por trás desta ação, obter lucros de forma fácil. Não obstante, mais adiante a Fundação GNOME tem uma mensagem especial para o que eles apelidaram de “trolls de patentes”.

E agora, o que fazer?


Basicamente existiriam duas saídas, aceitar este “acordo”, pagar uma baita grana e subjugar-se e não se opondor. A segunda, e adotada pelo GNOME, é ir adiante e brigar legalmente, demonstrando que tais alegações não têm fundamento. Essa escolha, não é a mais cômoda, porém pode evitar que no futuro outros projetos de código aberto sejam afetados por essa alegação de patente. Quanto aos custos, talvez a primeira opção até seja mais em conta (e olha que eram 5 dígitos), pois todos esses encargos ao recorrer em tribunal podem acabar saindo mais caro; isso financeiramente falando, porém, as consequências para toda uma comunidade seriam catastróficas. 

Então, Neil McGovern instruiu o consultor jurídico da Shearman & Sterling (que representa o GNOME) a apresentar três documentos no tribunal da Califórnia, EUA. Sendo eles:

  • Uma moção para descartar o caso imediatamente. A GNOME Foundation não crê que a patente seja válida ou que um software possa ser patenteado dessa maneira. O objetivo é garantir que essa patente não seja usada contra ninguém, nunca;
  • Uma resposta oficial à reivindicação da RPI. Na concepção do GNOME não existe nenhum caso para o qual eles devem responder e que o uso do Shotwell, ou qualquer software livre em geral, não são afetados por esta patente;
  • E por último, um pedido de contra-reivindicação. Dando a certeza que a Rothschild não descarte a alegação de violação de patente, após perceberem que a Fundação GNOME irá lutar contra isso.

Ao que tudo indica, a RPI terá que pagar as taxas legais envolvidas na moção deste caso. Com essa investida feroz do GNOME, talvez empresas que se valem destes recursos pensem duas ou três vezes antes de usarem tais artifícios. 

Qual é essa patente e o que faz especificamente?


A patente (US 9.936.086) parece ser o mais genérico possível, englobando qualquer “Sistema e método de distribuição de imagem sem fio ou wireless”. Resumidamente nenhum software pode interagir com outro equipamento e trocar imagens via rede sem fio. Esse é justamente um dos recursos do Shotwell, permitir a transferência das imagens de um dispositivo para o computador via wi-fi.

Essa não é a primeira vez que a RPI tenta investir de tal modo contra outras empresas ou organizações. De acordo com a moção apresentada em tribunal pelo GNOME, ela usou esta mesma patente contra cinco outras organizações e seu responsável Leigh Rothschild, só nos cinco últimos anos, já se envolveu em mais de 300 casos de quebra de patentes. 

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Mensagem da GNOME Foundation, sobre o caso


Toda essa situação ainda não findou, mas não parece sensato dizer que a RPI sairá triunfante com isso tudo. Aliás, a GNOME Foundation deixou um recadinho para os “Trolls de patentes”:

“Queremos enviar uma mensagem para todos os trolls de patentes de software por aí — lutaremos contra seu processo, venceremos e teremos sua patente invalidada. Para fazer isso, precisamos de sua ajuda. Ajude a apoiar a Fundação GNOME no envio de uma mensagem de que os trolls de patentes nunca devem ter como alvo o software livre, fazendo uma doação ao Fundo de Defesa de Trolls de Patentes do GNOME. Se não puder, ajude a espalhar a notícia com seus amigos nas mídias sociais”.

Mensagem dada, espero que episódios como esses não venham a ocorrer mais. Sei que essa “indústrias de patentes” geram casos assim nos EUA quase que diariamente.

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Intel trabalha em nova loja para sua distro Clear Linux Project

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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

A Intel também é responsável por uma distro Linux, o Clear Linux Project, e parece que seu desenvolvimento está indo além de ajustes em performance e uma nova loja está a caminho. Considerando todo histórico do Clear Linux e seus resultados em benchmarks, podemos esperar um software de altíssima qualidade. 

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O Clear Linux Project é um sistema operacional desenvolvido pela Intel e baseado em Linux. Com o intuito de ser uma alternativa segura, customizável, eficiente e performática, seu objetivo é atrair desenvolvedores e tirar proveito de suas características e inclinação para contêineres. Contudo, não significa que apenas developers estão se interessando pela distribuição, ao passar dos anos o sistema vem adicionando aos seus repositórios aplicações, que “não se encaixam necessariamente com esse público alvo”.


Em julho deste ano anunciamos que o Lutris estava disponível nos repositórios do Clear Linux Project, e mesmo sendo voltada para desenvolvedores, computação na Nuvem, IoT e desenvolvimento em geral, era entregue como uma alternativa ao desktop. Naturalmente programas voltados ao lazer ou usos “menos técnicos” estariam à disposição de seus usuários, sendo a Steam e o Lutris exemplos. Outro ponto importante é seu foco no ecossistema Intel. Não é incomum ver matérias de comparativos em jogos, e o Clear Linux Project estar no topo dos testes. O sistema é minuciosamente otimizado para processadores Intel, como suas futuras GPU’s dedicadas

Novidades no Clear Linux


Sua equipe de desenvolvimento está trabalhando em diversos aprimoramentos no sistema, indo de ajustes internos à implementações mais visíveis aos usuários: 

  • Uso do Kernel Linux 5.4 (em sua versão final);
  • Substituição do Python 2 pelo Python 3;
  • Possível implementação do compilador LLVM Clang 9;
  • Desenvolvimento de uma nova loja, alternativa para atual GNOME Software;
  • Aprimoramentos em seu instalador, suportando LVM (Logical Volume Manager), melhorias na instalação de sistemas no-EFI (BIOS legacy), otimizações no desempenho e mais.

Logo abaixo você pode ver as considerações do canal Sir Rob Linux Brasil, quando testou o Clear Linux em maio deste ano.


Para mais informações sobre o Clear Linux Project, o desenvolvimento de sua nova loja e mais, acesse a postagem oficial em seu blog. Para quem deseja ser informado continuamente sobre o sistema, considere seguir o perfil no Twitter da gerente de comunidade do Clear Linux Project, Beatriz Palmero. Inclusive a postagem no blog oficial, com as features que em breve irão chegar ao sistema, foi de sua autoria. 

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Mozilla Firefox 70 é lançado com Enhanced Tracking Protection ativado por padrão

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Nesta terça-feira (22), a Mozilla anunciou uma nova versão do seu browser, agora chegando na versão 70.0, com algumas novidades e melhoramentos de recursos.

Mozilla Firefox 70 é lançado com Enhanced Tracking Protection ativado por padrão





No anúncio em seu blog oficial, foram mostradas às seguintes novidades:




Social Tracking Protection (proteção de rastreamento social), que bloqueia cookies de rastreamento entre sites como Facebook, Twitter e LinkedIn, agora é um recurso padrão da Enhanced Tracking Protection.

● Os relatórios para proteções de privacidade passa a mostrar uma visão geral, com detalhes, dos rastreadores que o Firefox bloqueou. Ele fornece relatórios consolidados do Monitor e Lockwise.

● O Lockwise for desktop permite criar, atualizar e excluir seus logins e senhas, assim sincronizando com todos os seus dispositivos , incluindo os aplicativos mobiles Lockwise e os navegadores Firefox.

● Alertas para violação de integrados do Firefox Monitor, alertando quando os logins e senhas salvos são corrompidos online.

● Geração complexa de senhas, para ajudá-lo a criar e salvar senhas fortes para novas contas online.

O anúncio completo você pode conferir aqui.

Para experimentar as novidades do Firefox 70, você pode esperar a sua distro atualizar ele (que não deve demorar muito), ou baixa-lo através do site.

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Middle Earth: Shadow of Mordor recebe nova versão do seu porte para Linux

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Sabe aquela sensação de quando o seu jogo favorito é portado para Linux? É muito boa, não é? Então imagine quando um jogo já portado para o sistema do pinguim ganha uma nova versão, capaz de utilizar tecnologias mais recentes, entregando um melhor desempenho. É para aplaudir em pé! 😁

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Faz algum tempo que a Feral Interactive portou o jogo Middle Earth: Shadow of Mordor para Linux. O jogo foi portado em 2015, o que pode não parecer tanto tempo assim, mas no mundo da tecnologia, 4 anos são gerações. 

Recentemente falamos sobre os anúncios de Shadow of the Tomb Raider e Total War Saga: TROY, que devem chegar no Linux muito em breve.

Os sistemas operacionais baseados em Linux evoluíram de uma forma surpreendente nos últimos anos. Se você testou alguma distribuição pela última vez há quatro anos, ou mesmo há dois anos, é bem provável que os resultados obtidos ao executar os mesmos testes hoje em dia sejam bastante diferentes. E “diferentes”, para melhor.

Na época em que Shadow of Mordor foi portado, tecnologias como a API gráfica Vulkan ainda estavam em um nível de desenvolvimento extremamente abaixo do que temos hoje em dia. Na época, nem mesmo tínhamos o Proton. Com isso, é compreensível a razão pela qual certos portes feitos naquele período não sejam tão otimizados quanto os feitos hoje em dia.


Na última quarta-feira (16), a Feral disponibilizou uma nova versão do porte de Middle Earth: Shadow of Mordor para Linux. O porte original do jogo funcionava utilizando OpenGL, já essa nova versão faz uso da API Vulkan, e promete melhorias significativas no desempenho do game.

A seguir você confere resultados de testes feitos pelo pessoal do site GamingOnLinux, comparando as versões OpenGL (porte original), Vulkan (nova versão do porte), e SteamPlay (versão de Windows do game, rodando no Linux através do Proton). Os testes foram feitos utilizando um processador Intel i7 5930X, e uma GPU Nvidia 2080Ti rodando o driver na versão 430.40. O jogo foi testado com a resolução em 1080p, e 4k. A versão do Proton utilizada foi a 4.11-7.

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Observando os gráficos acima é perceptível como a nova versão do porte, utilizando Vulkan, consegue obter um desempenho superior às demais. A diferença fica ainda mais notável quando o jogo é testado em 4k. Os testes feitos rodando a versão de Windows do game através da SteamPlay, deram resultados relativamente bons, chegando próximo à versão com Vulkan. Já o porte original, feito em 2015 e rodando em OpenGL ficou atrás, e por muito.

Segundo o que foi informado por alguns usuários, a qualidade da Ambient Occlusion das versões do jogo para Linux é inferior à versão de Windows. Com isso, a equipe do GamingOnLinux fez mais alguns testes, agora com a Ambient Occlusion desativada, e também incluindo o Windows 10 na comparação.

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Como você pôde perceber nos gráficos acima., os resultados no Linux, com a Ambient Occlusion desativada, foram um pouco diferentes dos primeiros testes. Nesses casos, tanto em 1080p quanto em 4k, foi a versão do jogo rodando via SteamPlay que ficou ligeiramente à frente da versão com Vulkan. Com a versão OpenGL ficando bastante atrás.

Todavia, a versão rodando no Windows 10 ainda obteve um desempenho razoavelmente superior, mas se você tiver um bom hardware, com certeza não fará a menor diferença. Porém, se o seu hardware for de entrada, essa diferença pode ser a chave entre o game ser ou não jogável.

Como jogar essa nova versão do game


Para ter acesso a essa nova versão do porte, clique com o botão direito do mouse sobre o nome do jogo, clique em “Propriedades”, então na aba: “Betas”, selecione “linux-vulkan-beta”.

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É importante deixar bem claro que essa nova versão do porte de Middle Earth: Shadow of Mordor está em fase Beta, e é bem provável que melhorias sejam implementadas com o passar do tempo. Sendo assim, tenha em mente que os resultados que você vê nos gráficos acima retratam apenas o desempenho do software quando recém lançado. Desempenho esse que pode vir a ser muito superior nos dias, ou meses a seguir.

Por fim, não possuo esse jogo na minha biblioteca, e nunca o joguei, mas acho louvável o fato da Feral estar dando atenção a um jogo, já relativamente antigo, e tornando-o melhor para nós, Linux Gamers, praticamente a troco de nada. Digo isso porque, como bem sabemos, jogos e portes antigos não são, nem de longe, a melhor fonte de lucro da empresa.

Você possui Middle Earth: Shadow of Mordor na sua biblioteca? Gostaríamos que você nos contasse qual é o seu hardware, e qual é o desempenho desse jogo nele. Se possível, conte-nos qual foi a diferença antes e depois do novo porte.

Você gosta de Linux e tecnologia? Tem alguma dúvida ou problema que não consegue resolver? Venha fazer parte da nossa comunidade no Diolinux Plus

Isso é tudo pessoal! 😉

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Google contrata ex-chefe do Microsoft Office para sua suite de escritório

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terça-feira, 22 de outubro de 2019

Google contrata ex-executivo da Microsoft para liderar o G Suite, e demonstra que não está de brincadeira e faz frente ao Microsoft Office, fomentando a concorrência. 


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Quando o assunto é office, comumente a primeira alternativa a ser mencionada é o famoso Microsoft Office. Não é atoa que termos, como: “tenho que criar uma apresentação de slides” é substituído por: “tenho que criar um PowerPoint”. Trabalhei durante um tempo fazendo manutenção de computadores em uma Rádio e algumas escolas, e sempre ouvia algo assim.

Confira logo abaixo 6 alternativas ao MS Office.


Sem dúvidas a Microsoft é muito forte no setor corporativo e no meio estudantil, contudo, os Chromebooks do Google vem ganhando esse mercado. Atualmente o G Suite, alternativa da empresa ao Microsoft Office/Office 365, já supre uma grande parcela dos usuários. Talvez em países como o Brasil, que não possui uma internet de altíssima qualidade, sua adoção não seja tão massiva quanto a outros países.

Reforçando o time do G Suite


Para diminuir essa distância entre o G Suite e o Microsoft Office, o ex-chefe para estratégia de software e produtividade do Office, Javier Soltero foi contratado. Mas, “vale isso Arnaldo?”. Claro, que vale! Considerando o currículo e todo o envolvimento em projetos que Javier teve na MS, podemos dizer que a escolha foi mais que acertada.

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Javier Soltero quando era executivo da Microsoft - Wikimedia Commons

O ex-executivo da MS passou a fazer parte da companhia em 2014, assim que a Gigante de Redmond adquiriu a startup de e-mail móvel Acompli. Neste período Javier era o CEO da startup, que co-fundou. Graças a essa compra, o app da Acompli tornou-se a versão do Outlook para iOS e Android. Então, ele passa a ser o líder do Outlook em todas as plataformas e, em março do ano passado ajudou a implementar os recursos da Cortana (assistente digital da Microsoft) no Office 365. No entanto, após reorganizar sua divisão do Microsoft Office, Javier Soltero foi dispensado.

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Com ampla experiência e familiaridade em projetos, como o MS Office e a Cortana, o Google contrata o veterano em tecnologia para atuar em áreas de seu domínio. Sendo agora responsável por supervisionar o G Suite, gerenciando a produtividade e ferramentas de colaboração do Google para o meio corporativo. Lembrando que os aplicativos do G Suite que possuem versões gratuitas, são oferecidos para clientes corporativos através de mensalidades (recentemente passou a receber pagamento em Real). Obviamente que recursos extras são oferecidos, como um melhor e-mail comercial, espaço em armazenamento ilimitado, melhor infraestrutura para trabalhos e colaborações em equipe e muito mais. Aliás, caso não saiba o G Suite suporta arquivos do Microsoft Office

Veja neste vídeo, porque utilizamos o Google Docs no Diolinux.



Um ponto que podemos destacar, é que Javier pode contribuir de alguma forma para uma integração semelhante entre a assistente pessoal do Google e seus apps de escritório, como já fez no passado ao trabalhar para Microsoft. Outro detalhe é o aperfeiçoamento das aplicações mobiles, diariamente trabalho com algumas e sei de várias deficiências e dificuldades que algumas impõe em sua usabilidade. Espero que com essa adição importante, as ferramentas da empresa possam evoluir ainda mais e beneficiar seus usuários. Tanto os corporativos, como os comuns.

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O que fazer depois de instalar o Ubuntu 19.10

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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

O Ubuntu 19.10 está sendo elogiado pela maioria dos usuários, com uma versão atualizada do GNOME o sistema vem demonstrando maior performance ao realizar as tarefas. Aprenda quais passos tomar após instalar o Ubuntu 19.10.

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Aguardado por muitos, essa é a última versão até o próximo lançamento de longo suporte, o Ubuntu 20.04 LTS. Caso tenha alguma dúvida com seu pós-instalação, iremos demonstrar quais ações devem ser tomadas com o novo Ubuntu.

Atualizando do Ubuntu 19.04 para o 19.10, sem reinstalar o sistema


Está usando o Ubuntu 19.04 e quer migrar para o 19.10? Talvez uma boa alternativa é atualizar o sistema, sem precisar baixar uma ISO, e fazer todo o trabalho de criar um pendrive bootável ou “queimar” um dvd. 

Antes de tudo, backup é a “nova lei” (😁️😁️😁️). Brincadeiras à parte, faça o backup de seus arquivos, para evitar problemas. Então, abra o programa “Softwares e Atualizações” e execute uma verificação por atualização, caso exista a ferramenta lhe informará.

Outra maneira é via terminal:

sudo do-release-upgrade -c

Configurações iniciais


Ao iniciar o sistema pela primeira vez, aparecerá a tela de “Bem-vindo”, basta ir completando os passos desejados e ignorando outros. Cada escolha é bem particular, como: Conectar ou não às suas contas on-line, ceder dados a equipe do Ubuntu para construir um sistema melhor (apenas informações simples de seu hardware e coisas do tipo, nenhum dado pessoal), habilitar ou não o serviço de localização, e até instalar alguns Snaps antes mesmo de usar o sistema pela primeira vez.

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Escolha o melhor servidor e habilite os parceiros da Canonical


Para tornar as atualizações e instalações mais rápidas, podemos escolher algum servidor que esteja mais próximo de nossa localização. Pesquise por: “Programas e atualizações”, selecione a aba “Aplicativos Ubuntu”, clique em “Baixar de: Outro…” e na nova janela em “Selecionar o Melhor Servidor”. Um teste será iniciado testando os espelhos mais próximos e você pode escolher o melhor clicando em “Escolher Servidor”.

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Finalize clicando em “Fechar” e caso o sistema solicite para “Recarregar” proceda desta maneira.

Na segunda aba do programa, existe a opção de habilitar “Parceiros da Canonical”, este repositório é composto de alguns softwares proprietários e seus extras. Marque ela e faça como anteriormente, para finalizar a ação.

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Atualize o sistema


Esse passo sempre é importante, antes de tudo ele deve ser o principal a ser feito. Pesquise por “Atualizador de programas” e se houverem atualizações, basta clicar em “Instalar agora”.

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Complete a instalação dos pacotes de idioma


Mesmo instalando o sistema em “portuguê brasil”, ainda é necessário instalar completamente o suporte ao idioma. Uma tarefa bem simples, abra o app “Configurações”, vá até à sessão “Região & idioma” e clique em “Gerir Idiomas Instalados”. O Ubuntu verificará se todos os pacotes já estão instalados, caso não, ele informará.

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Instale codecs multimídia


Abra a “Software Ubuntu”, sua loja de programas, clique na categoria “Complementos” e depois em “Codecs”. Instale quais deseja.

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Instale o Synaptic


A loja do Ubuntu pode ser bem interessante quando o assunto são pacotes Snaps e Flatpaks, entretanto ela tem uma deficiência que pode limitar sua experiência de uso. Mesmo sendo versátil em alguns casos em outros ela deixa a desejar, estou falando especificamente em sua limitação em não oferecer softwares sem ícones. No caso, pacotes, como libs, programas para linha de comando entre outros.

Nesse quesito um software que pode auxiliar, e muito, é o gerenciador de pacotes Synaptic. Com ele será possível fazer vários procedimentos sem a necessariamente do terminal, demonstrando que é possível sim usar Ubuntu sem obrigatoriamente fazer tudo via terminal.

Pesquise na loja do Ubuntu por: “Synaptic” e instale o software. Por exemplo, irei instalar o pacote de codecs “ubuntu-restricted-extras” via Synaptic. Não precisa nem se preocupar com quais codecs, este pacote instala os essenciais.

pós-install-instalação-ubuntu-19.10-linux-canonical-gnome-instalar-atualizar-guia-synaptic

Não sabe como usar o Synaptic, assista o vídeo abaixo e domine essa ferramenta.


Instale o OpenJDK, caso utilize aplicações em Java


Você pode instalar o OpenJDK em seu sistema, basta pesquisar pela versão desejada. Suponhamos que queira a versão 13, instale o pacote “openjdk-13-jdk”. Se preferir, instale apenas a máquina de execução “openjdk-13-jre”. Fica ao seu desejo. Outro pacote existente é a versão “padrão” do OpenJDK no Ubuntu. Essa se chama “default-jdk”.

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Instale os drivers Intel


Para quem possui um processador Intel de 3ª à 8ª geração, pode ser interessante proceder da seguinte maneira: abra a loja do Ubuntu, vá em “Complementos” e na aba “Drivers de hardware” selecione “Beignet” e instale esse driver.

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Instale o driver de vídeo para sua placa de vídeo


Caso possua uma GPU dedicada da AMD, nenhum procedimento é necessário (o driver aberto já vem no próprio Kernel). Isso no caso dos modelos mais recentes, se estiver em dúvida, acesse nossa postagem e veja como instalar o driver correto para sua placa de vídeo AMD. Inclusive até mesmo a versão do Mesa Driver contida no Ubuntu 19.10 é superior à versão estável do PPA do Padoka.

Donos de GPU’s NVIDIA podem pesquisar diretamente no sistema por: “Drivers Adicionais” e instalar o driver para sua placa de vídeo. Lembrando que a adição do PPA da NVIDIA não é mais obrigatória. Você pode acessar nossa matéria demonstrando e explicando um pouco mais sobre os Drivers proprietários NVIDIA no Ubuntu.

Habilite o suporte ao Flatpak e adicione o repositório Flathub


Infelizmente o Ubuntu não vem configurado por padrão com o suporte ao Flatpak, apenas Snap. Contudo, a tarefa é muito simples e rápida. Acesse essa postagem para configurar seu sistema, e comece a usar Flatpaks no Ubuntu. Depois pesquise na loja por apps neste formato.

Instale programas em Snap


Por default o Snap já vem configurado, então basta acessar a loja e instalar apps neste formato. O Spotify é um que sempre utilizo, ouvir músicas enquanto trabalho acaba aguçando minha criatividade (isso ao criar alguma arte ou coisa do gênero).

Baixe e instale programas em DEB


Particularmente utilizo vários programas, em diferentes formatos de empacotamento. Sendo que pacotes DEB estão presentes em meu pós-instalação. Esse ponto é bem particular e cabe a você escolher quais apps baixar. O 4K Vídeo Downloader e Google Chrome “”são de lei”. Para baixar o Navegador Google Chrome, por exemplo, acesse seu site oficial e baixe a opção em DEB.

Finalizado o download, abra com dois cliques ou com o botão direito do mouse e depois “Abrir com Instalação de programa”. Daí basta instalar como qualquer outro programa via loja do Ubuntu.

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Esse procedimento é semelhante com todos os demais pacotes neste formato.

Preparando o sistema para jogos


Você pode configurar seu sistema para inúmeros tipos de uso, caso queira jogar em seu Ubuntu, criamos um post demonstrando todo o preparo. Algumas partes podem estar obsoletas, como a indicação de um PPA para quem usa Mesa Driver ou PPA NVIDIA. Não aplique essas partes, dê preferencia as demonstradas nesse pós-instalação. As demais, aplique e deixe seu Ubuntu pronto para a jogatina.

Customizando o sistema


Esse passo é muito pessoal, você pode substituir wallpapers, mudar a posição da dock, retirar a função de suspensão de tela por inatividade, entre outras. Acesse o programa “Configurações” e personalize conforme seu uso. Assim como os navegadores de internet, o GNOME Shell pode ser modificado com a adição de extensões. Mas cuidado, adicionar extensões em demasia pode ocasionar instabilidades no sistema. Faça por sua conta e risco.

Temos uma matéria demonstrando algumas extensões interessantes para potencializar seu uso no GNOME Shell, porém não adicione a extensão “Pixel Saver” (a dica número 7 do link acima). Opte por outra suportada e que acaba sendo bem superior, segue a postagem da extensão Unite o “Pixel Saver compatível com o Ubuntu 19.10”

Essas são as dicas de pós-instalação do Ubuntu 19.10, caso queira dicas adicionais acesse outra matéria de pós-instalação que escrevi na época do Ubuntu 19.04. Algumas dicas ainda são válidas, mas tenha como preferência aplicar essas do Ubuntu 19.10 (se houver algum aparente conflito).

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Até o próximo post, e bom uso do Ubuntu 19.10 Eoan Ermine, SISTEMATICAMENTE! 😎


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Ainda vale a pena usar o Ubuntu 18.04 LTS?

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A Canonical acaba de lançar a última versão não LTS até, seu próximo sistema de longo suporte, o Ubuntu 20.04 LTS. Aliás, já cobrimos o lançamento do Ubuntu 19.10. Mas, a pergunta que não quer calar: ainda vale a pena utilizar o Ubuntu 18.04?

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O Ubuntu 20.04 LTS é aguardado com muito apreço pelos usuários, tendo em vista todas as otimizações e novidades de sua recém lançada versão 19.10 (momento curiosidade: você sabia que o codinome do Ubuntu 20.04 já foi revelado? Saiba mais em nossa matéria). Contudo, o Ubuntu 18.04 é um sistema com um longo período de atualizações. Sabemos que conforme o tempo passa, as versões LTS vão ficando mais maduras e lapidadas. 

Antes de nos aprofundarmos um pouco mais, voltemos alguns anos. Com o fim do Unity 7 (de ser empregado como interface padrão), a Canonical resolveu adotar o GNOME Shell. Uma escolha sensata e já aguardada, não é segredo para ninguém que a empresa utilizava a DE em versões passadas do Ubuntu, e continuou a adotar aplicações do ecossistema GNOME (mesmo após desenvolverem o Unity 7).

Veja logo abaixo um comparativo entre GNOME-Shell e Unity 7:


Chegamos a 2018, após algumas versões do Ubuntu com o GNOME-Shell por padrão, em que a empresa constrói sua LTS. Nessa época já se discutia sobre uma repaginada visual do sistema, entretanto seu novo tema Yaru não foi considerado maduro o suficiente e deixou de ser adotado. Ok! O visual não foi tão lapidado, mas até que fizeram uns ajustes rápidos no tema. Todavia, a interface parecia estar pesada demais, e com sérios problemas de vazamento de memória.


A versão do GNOME no Ubuntu com o tempo recebeu correções de bugs, mas por conta de ser uma LTS ficou estagnada. O GNOME está longe de ser esse monstro pintado por alguns, porém são notórias as melhorias em suas últimas releases.

Vale apena ou não usar o bendito Ubuntu 18.04 LTS?


Estou com o Ubuntu 18.04 LTS instalado em minha máquina, e trabalhando com ele desde seu lançamento (mais ou menos uma semana depois, para ser sincero 😁️😁️😁️). Faço todas as minhas tarefas com ele, trabalho, edito, jogo, estudo e muito mais.

Para ser honesto com vocês, o sistema tem atendido minhas expectativas e não perco tempo resolvendo problemas. Simplesmente faço minhas tarefas do cotidiano, mas já estou me planejando a migrar para às novas versões. Mas o porquê dessa minha decisão?

O Ubuntu 18.04, por ser um sistema focado em estabilidade, entrega uma enorme gama de aplicativos e é compatível com uma maioria esmagadora de apps de terceiros (a exemplo o Insync). Mas peca em entregar uma versão relativamente antiga do GNOME-Shell e um visual antiquado. Não digo que o GNOME esteja inutilizável, como alguns querem pintar. Afinal, estou com ele neste exato momento em meu computador principal. Fiz até testes para desmistificar falácias sobre a interface, demonstrando na prática e não apenas ficando no campo das idéias. 


Não obstante, querer comparar o GNOME 3.28 com o 3.34 é como “por um gavião para competir em voo com uma águia”. A diferença é mais que notória.

Por na balança os seus objetivos, é o segredo, para chegar a conclusão se ele vale ou não manter o Ubuntu 18.04 em seu computador.

Ele está funcionando bem em seu hardware? 

Se não existir aparente motivo para uma troca, melhor deixar como está. A não ser que goste de desbravar e conhecer os novos detalhes. Atualmente o Ubuntu 18.04 encontra-se em minha máquina principal e também de meu irmão caçula. Sendo que ele é mais hard core quando o assunto é jogatina, não tem um dia que ele não esteja jogando. Seja na Steam, via Proton, algum emulador, Wine, etc. O Ubuntu 18.04 está atendendo muito bem ao seu uso diário. Obviamente que algumas customizações são necessárias, pois como mencionado, o visual é bem antiquado. Uma extensão que não conseguimos ficar sem é o “Unite”. Você pode saber mais acessando nossa postagem, se quer economizar espaço em tela ela é perfeita. Caso não saiba instalar extensões no GNOME Shell, recomendo outro post.

A nova versão atende todos os requisitos de seus softwares?

Mudar para outro sistema não é assim tão “vamo que vamo”. Mesmo sendo o Ubuntu, uma versão difere bastante de outra. Com isso, alguns softwares poderão não estrar compatíveis em um primeiro momento, por conta das libs diferentes e coisas do tipo. É comum os PPA’s levarem algum tempinho até serem plenamente compatíveis. A maioria das empresas empacota seus softwares pensando nas versões LTS, entretanto graças aos novos formatos de empacotamento esse encalço pode ser contornado em muitos casos.

Tendo ciência que versões não LTS duram apenas 9 meses, vale mesmo a pena formatar, ou atualizar para a próxima versão?

Essa sempre acaba sendo uma dúvida dos iniciantes, inclusive pessoas acabam confundindo o Ubuntu 19.04 com uma LTS. Por conta de sua numeração terminar com “04”.

Você pode entender todo esse processo de desenvolvimento e releases, com um vídeo bem didático e de fácil compreensão.


Dependo de suas respostas, vale a pena testar algo novo. 

Já para os outros sabores do Ubuntu, não vejo uma mudança significativa para justificar sair da base 18.04 LTS. Não sei quanto a você, mas sempre indico as LTS. Mas sempre tem uma exceção, não é mesmo? Eis que o Ubuntu 18.04 é uma delas.

Não me entenda mal, o sistema está longe de ser ruim. No entanto, em minha concepção, essa foi a pior LTS do Ubuntu. E não culpo a Canonical, a transição nunca é um momento agradável e com grandes frutos imediatos. O resultado demora um pouco, e pelo andar da carruagem podemos dizer que o Ubuntu está rendendo bons frutos com seus recentes lançamentos.

Resumindo


O 18.04 ainda vale a pena, mas caso queira experimentar e se beneficiar das melhorias do GNOME (e também está disposto a não ter a comodidade de uma LTS), recomendo o teste de uma nova versão. Digo “teste”, pois seria imprudência afirmar a mudança sem ao menos tirar suas próprias conclusões.

Usuários de flavours, como o Kubuntu, por exemplo, não vejo vantagens em sair do 18.04. Se deseja um KDE Plasma mais recente, usar o KDE Neon seria uma decisão mais sensata.

Uma mudança de LTS para não LTS, em minha perspectiva, só se torna interessante para usuários da versão principal com GNOME. Obviamente, que você é livre para usar a que bem entender. Longe de mim, cercear a sua liberdade de escolha.

Veja se os PPA's que utiliza são suportados, se as libs das aplicações que usa são atendidas, assim migrar pode ser uma boa pedida. Se for mais precavido, tenha em mente que em “time que tá ganhando, não se mexe”. Não desinstale seu sistema que funciona ao seu agrado, só por “moda”.

No fim, quem usa o sistema é você, e quem julga se vale ou não também é você. Estou pensando seriamente em migrar, só esperando um pouquinho mais e avaliando a situação. Confesso que estou inclinado em mudar de versão nessa minha máquina de trabalho, tudo isso devido aos testes que venho fazendo de sistemas, como o Fedora, Ubuntu 19.04 e Ubuntu 19.10. Volto a mencionar, o sistema tem me atendido e não passo por dificuldades ou me estresso com ele. Já customizei de modo a se encaixar perfeitamente em meu fluxo de trabalho e usabilidade. Uma possível mudança é motivada por experimentar as novidades e sentir um gostinho do Ubuntu 20.04 em meu dia-a-dia.

Você utiliza o Ubuntu 18.04 LTS e pretende migrar para os últimos lançamentos?

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Até o próximo post, que vou fuçar mais numas distros Linûx, SISTEMATICAMENTE! 😎


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