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elementaryOS 5.1 Hera é lançado com várias novidades e suporte ao flatpak

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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

O elementaryOS é lembrado na comunidade Linux por tentar trazer ao máximo a integração dos aplicativos com a interface gráfica do sistema e assim tendo uma harmonia para o mesmo. Na nova versão do sistema, não poderia faltar mais melhorias no “capô” do sistema como na “lataria”, que vamos ver a seguir.

elementaryOS 0.5.1 Hera é lançado com várias novidades e suporte ao flatpak






Podemos começar com a nomenclatura e a versão do sistema, que ainda se baseia na versão Juno 5, mantendo os mesmos repositórios e bibliotecas. Segundo o anúncio no blog do elementaryOS, a versão 5.1 é uma atualização importante, mas não uma nova versão, que ocorre a cada 2 anos, mas que esse grande update merecia um nome próprio e uma identidade.

Outro ponto abordado no post deles, foram classificar como importantes, o Greeter (saudação da tela de login) e o Onboarding, que seria o primeiro contato dos usuários com o sistema.



Como podemos ver na tela acima, a tela de login e de bloqueio (Greeter), tiveram um redesign, assim tornando-os mais nítidos e com o problema do HiDPI resolvido. Com esse novo update do Greeter, foi possível adicionar novas funcionalidades, como mostrar os nomes de um usuário para os demais, o wallpaper que o usuário escolheu agora é mostrado no “card” dele, notificação de quando o Caps Lock e o Num Lock estejam ativados e entre outras melhorias que você pode conferir aqui.

Outra melhoria anunciada pelo pessoal do elementaryOS, é o Onboarding, aplicativo que mostra as principais novidades e recursos presentes no sistema, para todo novo usuário criado. Ele seria como um “tutorial” dos primeiros passos no sistema, vamos assim dizer. Para mais detalhes técnicos sobre ele, você pode conferir aqui.



A outra novidade, é em relação aos pacotes flatpaks e como eles são manipulados dentro da distribuição. Agora, de forma oficial, os pacotes flatpaks são suportados de forma nativa pelo sistema. Assim, quando você instalar algum app no formato, poderá ser feito o gerenciamento do mesmo através da loja do elementaryOS, o AppCenter.

Também foi desenvolvida uma ferramenta que facilita a instalação dos arquivos baixados do Flathub, assim dispensando a necessidade do terminal ou PPAs para essa finalidade. A ferramenta é o Sideload, que faz todo esse trabalho de instalação para você, quando o arquivo .flatpakref é baixado. Ele te dá todas as informações referente ao app que será instalado.








Falando no AppCenter, o mesmo recebeu várias melhorias na versão Hera, e segundo o pessoal do elementaryOS, está 10x mais rápido que a versão anterior. 



Quando um app é instalado via flatpak, as atualizações também aparecerão no AppCenter. Agora você poderá escolher qual fonte quer instalar o app, seja dos repositórios do elementaryOS ou do Flathub. Também será possível navegar de forma offline, graças ao sistema de cache do sistema, assim podendo desinstalar aplicativos sem conexão também. 

Opção de mudar a fonte de instalação

Navegação offline no AppCenter


Além dessas novidades, também foi aprimorada a configuração de som, principalmente se o seu computador tiver várias saídas de áudio.

Outro ponto que recebeu um redesign e aprimoramentos, foi na parte de gerenciamento de mouse e touchpads, oferecendo agora mais possibilidades de configurações e ajustes.



Houve também melhorias e updates nos apps nativos do elementaryOS, como no Calendar (Calendário), Camera, Fotos (Photos), Música (Music) e Vídeos. Também foi aprimorado os indicadores do sistema, assim tornando mais harmonioso e de fácil entendimento para os usuários.




Essas foram só algumas das muitas novidades que a versão 5.1 Hera do elementaryOS trouxe, que para mais detalhes técnicos e mais algumas novidades, você pode conferir neste post do blog oficial do projeto.

Para baixar o elementaryOS 5.1 Hera, acesse este link, e na sessão que aparece “Pague o que quiser”, você pode pagar ou não pelo sistema. Se você optar por não pagar, basta ir no espaço “Personalizar” e por o número 0 (zero), baixando assim o sistema sem nenhum custo.


Se você já estiver usando a versão 5.0 Juno, basta verificar o AppCenter e clicar no botão “Verificar Atualizações” e assim instalar elas. Se você precisar de algum suporte mais “aprimorado” em seu hardware, basta instalar o conjunto HWE LTS, com o seguinte comando:

sudo apt install --install-recommends linux-generic-hwe-18.04 xserver-xorg-hwe-18.04


Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Linux Mint 19.3 Beta já está disponível para download

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O Linux Mint é um dos sistemas operacionais mais queridos pelos brasileiros, e hoje foi liberado o beta da nova versão, 19.3 Tricia, com uma série de novidades, principalmente nas versões Cinnamon e Xfce.

versao-19.3-beta-disponivel

Relatório do sistema


Uma das novidades do Mint 19.3 é uma ferramenta chamada “Relatório do Sistema”, que estará presente na bandeja do sistema e avisará toda vez que houver uma novidade ou algum possível problema no sistema, como a falta de um pacote de linguagem, um codec, um novo driver ou até mesmo uma nova versão do sistema.

relatorio-do-sistema

Configurações de linguagem


Além da possibilidade de alterar a linguagem de região, agora também será possível alterar o formato do horário.

configuracoes-de-linguagem

Suporte para HiDPI


O suporte para HiDPI está quase completo, das aplicações disponibilizadas nativamente, apenas para o Hexchat e Qt5Settings ainda continua indisponível. O suporte para HiDPI está disponível para as 3 versões do Mint.

As bandeiras na tela de Configurações de Linguagem não estão mais borradas e por conta do XappStatusIcon, agora os ícones da bandeja também estão mais nítidos. Na versão Cinnamon, o suporte para HiDPI também foi corrigido no descanso de tema e nas prévias de temas.

Substituição de aplicativos


Nesta versão, 3 aplicativos nativos foram substituídos:

O Celluloid entra no lugar do Xplayer como reprodutor de mídias padrão. O Xplayer só pode renderizar os vídeos utilizando o processador, fazendo com que a bateria esgote rapidamente, deixando o computador cada vez mais quente. Já o Celluloid utiliza o backend do MPV, que possui uma performance superior, conseguindo reproduzir vídeos em resoluções muito mais altas com o mesmo hardware.

celluloid-media-player

O Gnote substitui o Tomboy como o aplicativo principal para criação de notas. Assim como no caso do reprodutor de mídias, a substituição foi realizada por motivos de desempenho: O Gnote é desenvolvido utilizando tecnologias mais novas, entregando um desempenho superior.

gnote-anotacoes

O GIMP não é mais o editor de imagens padrão do Linux Mint, dando lugar ao Drawing. Neste caso, o motivo não é desempenho, e sim a facilidade de utilização pelos usuários novatos. Por conta do GIMP ser um aplicativo voltado para edições profissionais, ele pode ser muito intimidador para usuários que buscam por funcionalidades mais simples, como um corte ou desenhar algumas formas geométricas. O Drawing possui uma interface bem mais simplista.

drawing

Cinnamon


O Cinnamon é a interface padrão do Linux Mint, e a nova versão 4.4 conta com algumas melhorias:

  • Cada zona do painel pode ter um tamanho de fonte e ícones diferentes;
  • O Cinnamon pode ser reiniciado sem carregar extensões de terceiros;
  • Agora é possível alterar quais ações ficarão visíveis no menu de contexto do Nemo;
  • Melhoria na animação de login;
  • Otimizações de velocidade no applet de menu, configurações de temas e de extensões;
  • Suporte para notificações silenciosas;
  • Configurações de janela simplificadas;
  • O menu e configurações de painel foram refeitos;
  • As configurações de HiDPI agora estão localizadas no módulo de display;
  • É possível organizar extensões de acordo com atualizações disponíveis;
  • O botão de atualizar a lista de redes foi removido, e agora a atualização é realizada a cada vez que o applet é executado;
  • As extensões agora podem ser recarregadas através do menu na janela de configurações;

Xfce


O Linux Mint também conta com uma opção utilizando a interface gráfica Xfce, e nesta atualização será atualizada para a versão 4.14 com diversas novidades:

  • O gerenciador de janelas agora suporta VSync, reduzindo ou removendo o screen tearing;
  • Melhor suporte para drivers Nvidia;
  • Adição de uma nova tela de configuração para perfis de cores;
  • Na tela de configuração de tela é possível salvar e restaurar configurações completas de múltiplos monitores;
  • Foi adicionada uma nova opção nas configurações de Aparência para habilitar escala de janela GTK;
  • Adição de funcionalidades no Thunar como suporte para miniaturas maiores, a possibilidade do arquivo “folder.jpg” alterar o ícone da pasta (muito utilizado em pastas de músicas) e melhorias na navegação por teclado;
  • Correções de bugs no Tumbler, serviço de criação de miniaturas;
  • Melhorias no aplicativo de captura de tela, como a possibilidade de redimensionar a área tanto horizontalmente quanto verticalmente ao mesmo tempo;

Melhorias nos XApps


A versão 1.6 do libxapp conta com uma solução chamada XAppStatusIcon, que conta com diversas melhorias, como suporte para HiDPI, temas escuros, ícones simbólicos, elimina problemas de renderização, corte e tamanhos errados, e não possui dependências obsoletas. As três versões do Linux Mint possuem suporte ao XAppStatusIcon.

O widget XAppIconChooser recebeu melhorias, e agora conta com suporte à ícones padrão e categorias customizáveis de ícones.

xappiconchooser

O gerenciador de dispositivos bluetooth Blueberry também ganhou um redesign, como mostra a imagem abaixo. Além disso, agora ele conta com uma melhor detecção de dispositivos, melhor relatório de erros e suporta mais dispositivos bluetooth.

blueberry-bluetooth

Logo


O logo do Linux Mint foi simplificado, facilitando na hora de utilizar versões simbólicas e dando mais liberdade para os artistas de utilizarem o logo para produção de artes.

linux-mint-logo

A tela inicial do sistema (também conhecida como Plymouth Splash Screen) possui um novo efeito, que foi apelidado pela equipe do Mint como “a máquina de lavar”:

plymouth-splash-screen

O menu de boot também foi repaginado, com um tema muito mais moderno, exibindo ícones dos sistemas instalados.

grub

Outras novidades


  • Agora é possível desabilitar o touchpad quando um mouse for identificado;
  • Correções no Dbus e PulseAudio;
  • Configurações de data e hora foram reescritos em Python;
  • Xed: Agora é possível abrir links com o botão direito;
  • Xreader: foram adicionados novos botões de anotação;
  • Xviewer: foi adicionado um comando para resetar o nível de zoom;
  • Configurações de LightDM: Agora é possível selecionar um tema de cursor para a tela de login;

Todos as versões do Linux Mint 19.3 são baseadas no Ubuntu 18.04 e contam com o kernel 5.0. Você pode baixar clicando no botão abaixo.


Gostaram das novidades da nova versão do Linux Mint? Deixem suas opiniões nos comentários!

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Novidades do Gnome Shell para o mês de novembro

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O Gnome Shell recebeu uma grande quantidade de melhorias neste mês de novembro, desde limpeza e polimento de códigos e algumas correções de bugs.

novidades-de-novembro-gnome-shell

O libcroco, uma biblioteca que manipula códigos CSS foi removida, e agora os arquivos serão importados e manipulados pelo St (Shell Toolkit). Segundo os próprios desenvolvedores do Gnome, o libcroco já era uma solução bem datada.

Houve também melhorias na grade de aplicativos. O Gnome 3.34 chegou com uma funcionalidade de agrupar ícones em categorias, porém foi encontrado um bug onde os ícones não estavam sendo destruídos corretamente, fazendo com que os ícones começassem a se multiplicar com o tempo. Este bug foi corrigido e liberado inclusive para a versão 3.34 do Gnome.

Outra novidade na grade de aplicativos é uma melhoria na animação do ícone de paginação, como pode ser visualizado no vídeo abaixo:


Uma novidade (muito aguardada por mim, inclusive) é a de que o Gnome Shell agora respeitará a fonte do sistema, definida no painel de configurações, sem a necessidade de customizar isso através de CSS no tema.

O Mutter, gerenciador de janelas do Gnome também recebeu algumas novidades:

Quando o Gnome Shell e os aplicativos “se desenham”, eles informam exatamente qual parte do aplicativo foi alterada. Até o Gnome 3.34, O Mutter informava toda a área onde a informação foi alterada, como o retângulo azul da imagem abaixo informa.

mutter-redraw-antigo-3.34

A partir de agora, ele informa apenas o conteúdo exato que foi alterado, diminuindo a quantidade de informação repassada, otimizando o desempenho. Na imagem abaixo, podemos ver em vermelho apenas as partes onde o conteúdo foi alterado e repassado para o gerenciador de janelas.

mutter-redraw-atual-novidade

Segundo os testes dos desenvolvedores, esta mudança gera uma melhoria considerável de desempenho, pois os frames enviados ao Mutter podem ser reduzidos em até 44%.

Em algumas situações o shadow buffer será utilizado pelo backend para renderizar o conteúdo antes de enviar para o buffer principal, que enviará as informações para o painel. Segundo os próprios desenvolvedores, apesar de parecer contra-produtivo, esta manobra melhora consideravelmente a performance em alguns casos de uso.

Entre diversas outras melhorias menores, estão:
  • Agora o Gnome Shell impede de redesenhar toda a tela quanto utilizado o dma-buf ou o EGLImage em Wayland. Isso reduz a quantidade de dados transferidos entre CPU, GPU e monitor, melhorando o desempenho e economizando bateria;
  • Limpeza de código no Clutter e Cogl, removendo funções e ferramentas que não são mais utilizadas. Mais de 28.000 linhas de código foram removidas;
  • Jogos no Xwayland que rodam em tela cheia e alteram a resolução de tela devem ter um melhor comportamento agora;
  • Algumas outras correções de bug como vazamentos de memória, entre diversos outros.

O que você achou das novidades? Está ansioso para a nova versão do Gnome? Deixe nos comentários!

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Oracle diz que apenas 11% dos dados de usuários coletados na internet são utilizados com eficácia

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sábado, 30 de novembro de 2019

Recentemente a Oracle realizou um estudo sobre como as empresas utilizam os dados coletados dos usuários através da internet, chegando à conclusão de que apenas 11% das empresas são capazes de utilizar tais dados de forma eficaz.

oracle-diz-que-apenas-11%-dos-dados-de-usuarios-coletados-na-internet-sao-utilizados-com-eficacia

Não é novidade para ninguém que um grande número das empresas atuantes internet afora fazem prática da coleta de dados pessoais dos usuários, como por exemplo as páginas que você acessou, pesquisas que fez, produtos que comprou, textos que digitou, entre outras coisas. Grandes companhias, como por exemplo Google, Microsoft e Facebook, fazem uso dessa estratégia, que segundo eles, tem o intuito de oferecer uma experiência personalizada aos usuários.

Serviços de monetização de blogs e sites, como o Google AdSense, e até mesmo corretores ortográficos (conforme falamos neste artigo), fazem uso constante desse tipo de recurso. Todavia, não são apenas essas poucas corporações gigantes que utilizam serviços de coleta de dados. O número de empresas e organizações que observa o comportamento dos usuários ao utilizar a internet é enorme, segundo o estudo da Oracle, apenas uma pequena porcentagem consegue fazer um uso eficaz de tais dados.

A Oracle diz que à medida que o número de dados e usuários aumenta, muitas dessas companhias não são capazes de separar e fazer um uso individual dos dados relacionados a cada indivíduo. Ou seja, todas as informações coletadas acabam se tornando apenas uma “pilha” de dados misturados, que não fazem qualquer sentido.

Segundo o estudo, que entrevistou 337 profissionais responsáveis por manusear dados coletados de usuários em toda a América do Norte e Europa, um dos aspectos mais importantes para se obter sucesso ao utilizar tais dados é criar perfis personalizados para os usuários, assim podendo oferecer uma experiência mais personalizada e otimizada para os mesmos.

O estudo diz que empresas que implementaram este sistema de perfis para os dados dos usuários estão cerca de 2,5 vezes mais propensas a obter sucesso em proporcionar uma experiência personalizada, e aumentar o lucro obtido com cada um dos seus usuários.

Uma base de dados sólida é o ingrediente mais fundamental para se obter o sucesso na realidade econômica atual, na qual os clientes esperam obter experiências relevantes, consistentes, e no momento mais oportuno.” disse Rob Tarkoff, vice presidente executivo e gerente geral da Oracle CX.

Segundo o que foi dito pelos pesquisadores da Oracle no estudo em questão, experiências personalizadas como as mencionadas neste artigo, são o que os usuários buscam ao utilizar a internet. Todavia, já vi muitas pessoas internet à fora com uma ideia muito contrária a essa. Segundo essas pessoas, essas experiências personalizadas, que faz com que sempre nos sejam recomendadas coisas relacionadas àquelas que pesquisamos, de certa forma também nos deixam “presos em uma bolha”. O que acaba sendo algo bastante negativo.

Aliás, temos um vídeo abordando este assunto de “bolhas sociais”, e quais malefícios isso pode nos causar.


O quê você pensa sobre esse modelo de anúncios que vem sendo utilizado na internet já há vários anos? Para você, essas experiências personalizadas realmente nos ajudam, e os prós compensam pelos contras, ou é exatamente o contrário? Diga-nos a sua opinião nos comentários, e vamos crescer juntos! 😁

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Fedora não impedirá softwares proprietários de serem exibidos nos banners da GNOME Software

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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

A equipe de desenvolvimento do Fedora Workstation recebeu reports sobre o fato da GNOME Software estar fazendo recomendações de softwares proprietários em forma de banners, quando segundo o autor do “issue report”, a mesma deveria fazer tais sugestões apenas quando se tratar de software livre.

fedora-não-impedirá-softwares-proprietarios-de-serem-exibidos-nos-banners-da-gnome-software

Quando se trata de licenças de software, acredito que no mundo Linux existam três tipos de usuários. Têm aqueles que defendem o software livre, os que defendem o software proprietário, e por fim aqueles que não ligam ou nem sabem o que exatamente é uma licença de software.

Caso você seja uma dessas pessoas que não sabe ao certo o que são essas licenças, é muito importante que leiam este artigo sobre o assunto, para que possam tirar um melhor proveito do conteúdo aqui noticiado.

O vídeo abaixo também é uma boa pedida, para que você possa entender melhor as diferenças entre software livre e open source.


Agora que todos estão bem contextualizados sobre softwares e as suas licenças, vamos aos fatos.

Há alguns dias atrás foi aberta uma “issue report” sugerindo aos desenvolvedores do Fedora Workstation que façam modificações na forma como a GNOME Software exibe e trabalha com os softwares de licença proprietária presentes na loja. Confira a seguir (em tradução livre) o trecho da issue report no qual as modificações são sugeridas:

Na minha opinião, nós precisamos de algum tipo de filtro. Mesmo em casos nos quais o usuário tenha ativado o Flathub, ou quaisquer outros repositórios de terceiros que contém softwares proprietários, isso não significa que este usuário tenha tido a intenção de ativar também as recomendações (sejam elas via banner ou através da busca) por software proprietário. Penso que todos os softwares de licença proprietária deveriam ser exibidos em uma categoria à parte na interface da GNOME Software. Não para dificultar o uso de software proprietário por parte dos usuários, mas para deixar claro que eles intencionalmente optaram por utilizá-los.

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Conforme foi observado no conteúdo do “issue report” acima, é importante deixar claro que nenhum software proprietário está incluso nos repositórios ativados por padrão no Fedora Workstation. Para ter acesso a aplicações proprietárias através da GNOME Software nesta distro, é necessário que o usuário ative manualmente os repositórios que contêm este tipo de software. Dito isso, caso nenhum repositório contendo softwares proprietários tenha sido ativado pelo usuário, nenhum destes será exibido nos banners da loja de aplicativos.

Também foi sugerido que o Fedora desenvolvesse o seu próprio filtro que selecionasse quais softwares podem ou não aparecer nos banners da GNOME Software, evitando assim que softwares proprietários pudessem ser promovidos, mesmo que hajam repositórios de terceiros ativados no sistema.

Este “problema”, dito entre aspas, pois não é considerado como tal por muitos usuários, nem tampouco é um mal funcionamento, não está restrito apenas ao Fedora. Softwares proprietários podem ser exibidos em banners dentro da GNOME Software em qualquer outra distribuição que possua repositórios ativados que contendo tais softwares.

Por fim, a equipe de desenvolvimento do Fedora Workstation considerou válido o que foi apresentado pelo autor da “issue”, porém, no momento nenhuma atitude será tomada para modificar o comportamento da GNOME Software em relação ao assunto.

Eu, Jedielson, não tenho nada contra softwares proprietários, inclusive faço uso de vários, mas concordo com a ideia de evitar que tais softwares sejam exibidos como banners dentro das lojas de aplicativos. Softwares proprietários, em sua grande parte pertencem a grandes empresas, que são perfeitamente capazes de fazer uma boa divulgação dos mesmos. Por outro lado, existem muitos softwares livres de excelente qualidade, desenvolvidos por “pessoas comuns” que não ganham nenhum dinheiro através do software, ou de serviços à ele ligados, e precisam muito mais da visibilidade que tais banners proporcionam. Lembrando que essa é a minha opinião pessoal, e não do Diolinux como um todo.

Agora eu quero saber qual é a sua opinião sobre o assunto. Na sua concepção, esses banners deveriam ser reservados apenas para softwares livres, ou é melhor que continue da forma que está, e todo e qualquer software possa ser exibido nos mesmos? Diga-nos a sua opinião nos comentários! 😁

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Versão 1.5.1 do Flatpak poderá ter sistema de pagamento para apps

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Foi lançado nesta terça-feira (27), a versão 1.5.1 do Flatpak, contendo algumas novidades muito interessantes que poderão aparecer nos próximos updates.

Versão 1.5.1 do Flatpak poderá ter sistema de pagamento para apps






O empacotamento de aplicativos em sandbox, como Snap e Flatpak, tende ao longo dos próximos anos, serem os formatos “dominantes” para a distribuição dos aplicativos no mundo Linux. Tanto que a Microsoft também pensa em ter um pacote “universal”, com suporte para o Linux, o MSIX que noticiamos aqui no blog.

As novidades apresentadas pelo Flatpak, na minha opinião, estão tornando cada vez mais atraentes para os devs a distribuir o seu “produto” neste formato. Destaco três (3) novidades desta release nova, que são:

● Preparação das bases para um futuro sistema de pagamento no Flathub, assim possibilitando doações ou compras de apps, podendo o Flathub virar uma loja futuramente;

● Introdução do conceito de aplicativos protegidos e autenticação para downloads;

● Suporte opcional do controle de pais, usando a  libmalcontent.


Para conferir todas as outras implementações e novidades, você pode acessar aqui e aqui.

Agora na minha visão, isso seria muito bom se chegasse o mais breve possível nas próximas versões estáveis do Flatpak. Pois isso seria um estímulo para que empresas e desenvolvedores pudessem se aproximar  ainda mais do mundo Linux, podendo “vender o seu peixe” para praticamente qualquer distribuição que suporte o Flatpak, assim não se preocupando muito para qual distro Linux ele precisa focar. Eu vejo com bons olhos esses avanços e creio que vá chegar ao Snap também, assim podemos ter em um futuro breve, aplicativos no Linux, como um MS Office, pacote da Adobe, ERPs e por aí vai.

Este artigo não acaba aqui, continue trocando uma ideia lá no nosso fórum. Espero você até a próxima, um forte abraço.



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Fedora 32 poderá impedir a criação de usuários com senhas em branco

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Visando aprimorar a segurança do sistema, a versão 32 do Fedora promete extinguir a possibilidade de criar contas de usuário com senhas em branco.

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Qualquer pessoa que já tenha instalado, ou mesmo apenas utilizado, uma distribuição Linux sabe da existências da senha de usuário. Aquela senha que você precisa digitar toda vez antes de atualizar o sistema, instalar novos programas, ou até mesmo removê-los. Os formatos com que essas senhas podem ser criadas variam de distro para distro. Algumas distros permitem que você crie uma senha com qualquer número de caracteres, apenas emitindo um aviso quando a mesma for muito curta. Outras, estabelecem um número mínimo de caracteres para a criação da senha. Algumas, como por exemplo o Fedora, permite que você deixe o campo “senha” em branco. Ou seja, desta forma o seu usuário não ficará protegido por nenhuma senha.

Até o presente momento, o Fedora é uma dessas distribuições que permite que o usuário deixe o campo “senha” em branco, o quê não é nada recomendável para a maioria dos usuários, mas é uma opção muito prática para pessoas que instalam o sistema em máquinas virtuais, ou de testes. Em casos onde a segurança não é um fator assim tão importante. Nesses sistemas de testes, não ter uma senha de usuário pode aumentar em muito a produtividade, caso a pessoa precise executar várias tarefas como instalações e remoções de programas e manusear arquivos do sistema, não ter que digitar uma senha “o tempo todo” realmente faz com que o usuário ganhe alguns segundos preciosos.

Todavia, não ter uma senha também acaba fragilizando a segurança do sistema. Imagine uma situação na qual um usuário recém chegado ao mundo Linux, tendo o Windows como o seu sistema de origem, decide instalar uma distribuição Linux pela primeira vez. No Windows, em um determinado momento da instalação também é solicitado que o usuário crie uma senha, caso o mesmo opte por não utilizar a sua conta da Microsoft, e sim criar um usuário local. Nesse momento, é possível deixar esse campo em branco, e de fato é o que uma grande parte dos usuários fazem ao realizar uma nova instalação do Windows.

Tendo em mente esse “background”, ao instalar uma distro pela primeira vez, caso o sistema permita, é bem provável que esse usuário também opte por deixar em branco o campo “senha”, sem conhecer realmente os riscos que tal escolha pode trazer.

Dito isso, a equipe responsável pelo desenvolvimento do Fedora 32 está avaliando a possibilidade de eliminar a possibilidade de deixar em branco o campo “senha” para a criação de contas locais. A razão para a decisão ainda não ter sido confirmada é que ainda resta a dúvida sobre o custo vs. benefício de tal mudança. Ao mesmo tempo que a segurança seria levemente melhorada, a implementação também prejudicaria muitos usuários que utilizam o Fedora como sistema de testes, e sem senha, para melhorar o seu workflow.

Na sua opinião, a possibilidade de deixar a senha em branco deveria ou não ser removida da próxima versão do Fedora? Responda nos comentários! 😁

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Insync está com 50% de desconto nesta Black Friday

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Atualmente, tanto o Google Drive quanto o OneDrive não possuem aplicativos nativos para Linux, porém o Insync resolve este problema, incluindo ferramentas além das oferecidas nos aplicativos nativos de Windows e MacOS.

insync-promocao-black-friday-50-desconto

O Insync é um software multi plataforma, portanto é possível utilizá-lo no Windows e MacOS, além do Linux. Ele conta com integração aos principais gerenciadores de arquivos como Nautilus, Nemo, Dolphin, Thunar, entre outros, facilitando a visualização dos arquivos que já foram sincronizados e adicionando o compartilhamento de arquivos através do menu do botão direito.

Se o seu computador conta com pouco espaço disponível, é possível sincronizar apenas os arquivos mais utilizados localmente, deixando o resto disponível apenas através da nuvem. Também é possível sincronizar qualquer outra pasta do sistema na nuvem, sem a necessidade de estar localizado dentro da pasta do Insync.

insync-sincronizacao-seletiva-selective-sync

Se você possui mais de uma conta no Google Drive ou OneDrive, é possível conectar todas elas através do mesmo aplicativo e manter todos os arquivos organizados e sincronizados.

O Insync também conta com uma ferramenta para sincronizar os arquivos de um dispositivo externo com a nuvem, para toda vez que você plugar o dispositivo a sincronização iniciar automaticamente. Dessa maneira, caso algum dispositivo pare de funcionar, não há perigo de perder todos os arquivos.

Uma ferramenta muito poderosa é a de automaticamente converter arquivos do Google Docs para arquivos Microsoft Office ou OpenDocument, permitindo a execução em outros aplicativos de escritório.

No Youtube, temos um vídeo explicando como utilizar o Insync com uma conta do OneDrive:


Nesta Black Friday, o Insync está com uma promoção de 50% de desconto, tanto na versão Prime quanto na Teams. O Insync é vendido através de um pagamento único, não sendo necessário realizar uma assinatura para continuar usando. Você pode comprar utilizando este link.

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VirtualBox 6.1 traz suporte ao Kernel Linux 5.4, e muito mais

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A versão 6.1 do VirtualBox possuirá compatibilidade com o Kernel Linux 5.4, melhorias no gerenciamento de periféricos, na interface de usuário, e já está disponível para download na sua versão de testes.

virtualbox-traz-suporte-ao-kernel-linux-4.4-e-muito-mais

Não faz muito tempo, divulgamos aqui no blog as novidades que havia chegado nas versões 6.0.10 e 6.0.14 do VirtualBox. As novidades que estão chegando com a versão 6.1, que atualmente encontra-se em fase de testes, prometem ser ainda mais numerosas e importantes, quando comparada aos lançamentos anteriores.

Caso você seja um usuário básico, acostumado a utilizar navegadores, players de mídia, alguns jogos, e não possua um grande conhecimento sobre ferramentas um pouco mais avançadas, talvez você não saiba exatamente o que é, e como funcionam os virtualizadores de sistemas como o VirtualBox. Nesse caso, é extremamente importante que você assista ao vídeo abaixo, para que possa adquirir conhecimento, e tirar melhor proveito do conteúdo deste artigo.


A lista de melhorias que estão sendo implementadas na versão 6.1 do software é relativamente grande, por isso selecionei para este artigo todas as que julguei mais relevantes, que você confere a seguir:

• Adicionado suporte ao Kernel Linux 5.4 para sistemas hospedeiros e convidados;
• Suporte experimental para transferência de arquivos entre máquinas virtuais rodando Windows em sistemas hospedeiros Linux;
• Corrigidos bugs relacionados a integração do mouse e teclado com as VM’s;
• Adicionado suporte a texturas YUV2 em sistemas hospedeiros Linux e MacOS, o que promete melhorar o desempenho de vídeos e aplicações em 3D, utilizando os adaptadores gráficos VBoxSVGA e VMSVGA, fazendo com que o sistema convidado possa utilizar mais recursos da GPU do sistema hospedeiro, e melhorando o desempenho de softwares que utilizam o OpenGL;
• Melhorado o suporte para virtualização de hardware em CPUs Intel;
• Corrigido bug que afetava a escala/tamanho do ponteiro do mouse;
• Aumentado o número de sistemas convidados suportados;
• Melhorias para implementação de controladoras USB EHCI
• Implementação de filtro que torna possível identificar uma porta USB no sistema, bem como especificar um caminho para a mesma;
• Incluído um novo tipo de adaptador de rede, o PCnet-ISA;
• Implementado suporte para importar uma VM da infraestrutura da Oracle Cloud;
• Adicionado suporte estendido para a Oracle Cloud, permitindo a criação de múltiplas máquinas virtuais sem a necessidade de fazer um novo upload para cada uma;
• Adicionadas teclas multimídia ao teclado virtual;

A lista completa com todas as melhorias podem ser encontrada na nota de lançamento oficial.

De todas as melhorias citadas acima, as que mais me animaram, foram aquelas relacionadas aos adaptadores gráficos VBoxSVGA e VMSVGA. Acredito que, é só uma questão de tempo até que chegue o dia em que possamos utilizar VM’s até para tarefas mais pesadas, como jogar e editar vídeos. 

Assim como eu, você também acredita que isso será possível em um futuro a médio prazo? Diga nos comentários! 😁

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Mesa ACO recebe implementações para melhorar o desempenho de jogos

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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Recentemente o compilador de shaders ACO recebeu melhorias com o objetivo de reduzir em grande parte o número de operações de memória utilizadas pelo software, o que deve melhorar o desempenho de jogos e outras aplicações 3D.

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O ACO é um compilador de shaders desenvolvido pela Valve, com o objetivo de substituir o “LLVM Shader Compiler”, que atualmente é o padrão na versão atual do Mesa Driver na maioria das distros. Para tirar um melhor proveito do conteúdo deste artigo, é muito importante que você saiba o que é um compilador de shader, e por sua vez o ACO. Caso você não saiba do que se trata, fortemente recomendo que leia o artigo que escrevemos sobre o assunto.

Agora que você já sabe do que estamos falando, vamos às novidades.

Na última segunda-feira (25), a equipe de desenvolvimento do Mesa Driver incluiu no código do mesmo uma implementação que já estava sob revisão há quatro meses. Se formos analisar o tempo que foi necessário manter tal implementação em revisão, não é preciso ser um profissional de T.I. para perceber que trata-se de algo bastante complexo. Seguindo a lógica, uma implementação com um nível relativamente alto de complexidade também trará grandes benefícios.

Tal implementação, que entre os desenvolvedores está sendo chamada de “load/store vectorizer”, é uma contribuição do desenvolvedor Rhys Perry. O que ela faz é, de forma simplificada, diminuir a quantidade de código com que o compilador de shaders precisa trabalhar para executar determinadas tarefas. Esse comportamento faz com que o número de operações de memória simultâneas também seja reduzido, e quanto menor for este número, menor serão os tempos de carregamento, e mais alta será a taxa de FPS.

Até o presente momento, foram realizados testes com dois jogos, sendo eles Nier: Automata e GTA V. Nesses testes foi notada uma diminuição no número de operações de memória de 13% e 15%, respectivamente. Vale ressaltar que os benefícios devem ser visíveis em outros jogos além dos dois que foram testados, bem como outras aplicações 3D. 

Essas implementações deverão estar disponíveis para os usuários na versão 20.0 do Mesa Driver, que deverá ser lançado como estável no final de Fevereiro.

Já dissemos isso várias vezes aqui no Diolinux, e volto a dizer como cada vez mais fico surpreso, e animado com a velocidade com que “o Linux” vem evoluindo como uma plataforma para jogos, especialmente nos últimos dois ou três anos. É realmente impressionante!

Agora diga-nos qual é a sua opinião sobre o assunto. Será mesmo que algum dia “o Linux” chegará a ser uma plataforma de jogos considerada “mainstream”?

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Promoção Autumn Sale da Steam conta com jogos com até 90% de desconto

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A Steam já possui uma tradição de realizar promoções durante o ano, e alguns jogos chegam a ficar com até 90% de desconto. Nós da equipe Diolinux escolhemos alguns dos nossos jogos preferidos e que estão em promoção e montamos esta lista, apenas com jogos que rodam diretamente do Linux (via Steam Play ou nativamente).

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Iniciamos esta lista com as minhas recomendações:



Uma das minhas franquias favoritas, a melhor maneira de descrever Saints Row é: GTA com ácidos. Em Saints Row The Third, você controla uma gangue chamada Third Street Saints que é tão famosa que possui diversos produtos com a sua marca, como tênis, energéticos e action figures. Mas todo este poder provoca uma facção inimiga chamada Syndicate, que tenta tomar o poder dos Saints.

Os outros jogos da série são ainda mais nonsense, já que em Saints Row IV o personagem principal se torna presidente dos EUA e precisa combater uma invasão alien. Em Saints Row: Gat out of Hell, Johnny Gat vai para o inferno na busca de salvar a alma do chefe dos Saints.

Com a exceção de Agents of Mayhem, todos os outros jogos estão disponíveis de forma nativa no Linux.

2. Guacamelee (1 e 2)


Guacamelee é uma série de plataforma de ação no estilo Metroidvania, e se passa no México. O luchador Juan vai se encontrar com a filha do presidente durante o Dia de Los Muertos, porém ela é sequestrada durante um ataque à vila feito pelo vilão Carlos Calaca. O jogo é contado em um tom humorístico, com referências de internet e uma pitada de nonsense.

Já no segundo jogo, o luchador Juan se vê na necessidade de sair de sua aposentadoria para literalmente salvar o mundo. Não irei contar mais nada, para evitar spoilers. 😶

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Um jogo bem famoso na comunidade gamer, Witcher 3 é um RPG de mundo aberto que conta a história do bruxo Geralt de Rivia, na busca pela criança da profecia. É um jogo bem extenso, levando mais de 50 horas apenas para completar as missões principais.

Pontuação no ProtonDB: Platinum



Spyro foi uma franquia clássica do Playstation 1, e agora está disponível em versão remasterizada na Steam. Este é um jogo de aventura protagonizado pelo dragão Spyro, que tem a tarefa de liberar os seus amigos dragões de prisões de cristal. 

Esta trilogia conta com 3 jogos clássicos do PS1, porém com os gráficos completamente refeitos.

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Seguimos com as recomendações do nosso amigo Jedi Fonseca:



Tomb Raider é uma franquia bem conhecida, inclusive fora do mundo dos games. Nesta saga de aventura, a Lara Croft sai em busca de uma ilha esquecida, e enfrenta diversas adversidades no meio do caminho. Todos os jogos da saga Tomb Raider funcionam perfeitamente no Linux, e os últimos três jogos foram lançados de forma nativa para a plataforma.

Em breve iniciaremos uma série do Shadow of the Tomb Raider lá na Twitch. Segue a gente para não perder!



Cada jogo de Life Is Strange é dividido em episódios, em que cada escolha pode mudar completamente o rumo da história.

O primeiro jogo da saga conta a história de Max Caulfied, que descobre que possui poderes de voltar no tempo quando salvou a sua amiga Chloe.



X-Plane 11 é um simulador de voo com foco em realismo e rico em detalhes. Conta com diversos aviões diferentes, aeroportos congestionados e prédios que simulam a arquitetura das cidades europeias. Também conta com suporte para VR e está disponível nativamente para Linux.



Mass Effect é uma série de RPG de ficção científica onde você está no papel do comandante Shepard, que deve salvar a galáxia de uma raça de seres sintéticos.

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Continuamos agora com a lista do nosso amigo Ricardo:



Cuphead é um jogo de ação e tiro em 2D. As animações são baseadas nos desenhos infantis da década de 1930, e todos os desenhos foram feitos à mão, para que o resultado final ficasse o mais próximo possível dos desenhos.

É possível executar o Cuphead usando o Steam Play, ferramenta da Valve para rodar jogos de Windows diretamente do Linux.

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Neste jogo você deve construir um hospital do zero, criar salas para diversos tipos de tratamentos e curar doenças peculiares, como cubismo e mumificação prematura. Este jogo é um sucessor espiritual do clássico Theme Hospital.



Em Subnautica, você pousou em um planeta alien tomado por oceano, e a única maneira de explorar é através da água. Neste oceano você vai encontrar desde os cenários mais bonitos como corais, até as criaturas mais assustadoras.

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Em Slime Rancher, Beatrix LeBeau está a mil anos-luz de distância da terra, em um lugar chamado Borda Muito Distante. O objetivo de Beatrix é enriquecer no ramo de criação de slimes, e para isso ela deve enfrentar diversas aventuras diferentes.

Os próximos jogos desta lista foram escolhidos pelo Dionatan Simioni:



Portal é uma série clássica da Valve, onde você deve passar por diversos quebra-cabeças para conseguir sair dos laboratórios da Aperture Science. Além de quebra-cabeças desafiadores, o jogo conta com a narração da personagem Glados, uma máquina com uma personalidade única.



Outlast 2 é um jogo de terror psicológico em primeira pessoa onde o jornalista Blake Langermann e sua esposa Lynn vão para o deserto do Arizona para investigar o assassinato de uma mulher grávida, porém eles acabam sendo separados após um acidente de helicóptero. Blake precisa encontrar a sua esposa, mas para isso ele passa por uma vila habitada por um povo de uma seita chamada Testamento do Novo Ezequiel, que acredita que o fim dos dias está próximo.

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Doom é um jogo de tiro em primeira pessoa onde você deve lutar contra demônios vindos do inferno através da Corporação da União Aeroespacial. O jogo se passa em Marte, em um futuro onde o planeta foi colonizado.

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Sky Force é um jogo no estilo scrolling shooter, e traz um gráficos em 3D e um sistema de atualização, que deixa o jogo mais interessante.

Para finalizar a nossa lista, seguimos com os jogos escolhidos pelo Henrique AD:



Momodora: Reverie Under The Moonlight é um jogo de plataforma 2D onde Kaho, uma sacerdotisa do vilarejo de Lun explora uma terra amaldiçoada. O jogo conta com um gameplay bem divertido, em que é possível utilizar esquivas, magias, combos e itens.



Dex é um RPG de ação no estilo cyberpunk em 2D. Inspirado em Blade Runner e Neuromancer, neste jogo você deve atravessar uma cidade futurista em busca de aliados para derrubar o sistema, enquanto uma facção misteriosa quer te ver morto. O jogo conta com quatro classes: hacker, diplomata, assassino e atirador.



Dos mesmos criadores de Trine, Nine Parchments é um jogo cooperativo, que aprendizes de feitiçaria estão atrás de nove pergaminhos para completar seus livros de feitiços. O jogo conta com ações em tempo real e elementos de RPG, como progressão em nível e um sistema de equipamento.



Este é um jogo de luta com elementos em 3D e conta com 23 personagens diferentes. Continuação do clássico de 1998, todos os visuais foram melhorados nos mínimos detalhes para trazer a melhor qualidade de efeitos de anime.

Pontuação no ProtonDB: Gold

E assim finalizamos os 20 jogos! Tem algum que você gostaria de recomendar e não entrou nesta lista? Deixe nos comentários 😉

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Até a próxima!



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