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Manjaro irá adicionar suporte a Snaps e Flatpaks no Pamac

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sábado, 8 de fevereiro de 2020

Desenvolvedores do Manjaro estão trabalhando para tornar o Pamac cada vez mais completo com a adição do suporte a pacotes Snap e Flatpak.

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O Pamac teria tudo para ser a melhor loja de aplicativos do mundo Linux no desktop, se apenas fosse uma loja de aplicativos. =D

O Pamac é na verdade um gerenciador de pacotes, similar ao Synaptic no Ubuntu ou DNF Dragora no Fedora, e mesmo agora, antes da implementação das novidades que lhes apresentarei neste artigo já é um dos melhores softwares da categoria.

Estando disponível por padrão em todas as versões do Manjaro, o Pamac faz um excelente trabalho em permitir a instalação via interface gráfica dos programas disponíveis nos repositórios oficiais do Manjaro e Arch Linux, bem como do AUR. 

Conforme pode ser visto no Tweet abaixo no qual os devs do Manjaro estão fazendo um trocadilho parafraseando “O Senhor Dos Anéis” com a frase “One Pamac to rule them all…” (Um Pamac para dominar a todos…), a equipe não satisfeita com o já excelente software, agora está trabalhando para que o Pamac também proporcione acesso à instalação de pacotes Snap e Flatpak diretamente do Flathub e da Snap Store.


Ainda não foram divulgadas datas ou versões para a disponibilidade dessas funcionalidades, mas isso certamente não tira o “brilho” da ótima notícia!

Mesmo não possuindo aquele visual todo “perfumado” de uma loja de apps, o Pamac realmente está a caminho de se tornar uma das melhores formas de se instalar softwares via interface gráfica no Linux. Mesmo não possuindo o apelo visual de uma GNOME Software, o Pamac está muito longe de ser difícil de ser utilizado, mesmo por usuários leigos. Penso que este seja um caso em que é realmente muito melhor trabalhar primeiro em funcionalidade, e deixar a “perfumaria”, que também tem a sua importância, para depois.

Inclusive, acho muito legal o fato do Manjaro estar adicionando suporte para ambos, Snap e Flatpak, enquanto muitas distros focam em apenas um. Será que podemos esperar AppImage no Pamac no futuro? Só o tempo dirá, mas espero que sim!

E você, o que acha da novidade sobre o Pamac? Conte para a gente nos comentários abaixo! 😁

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Implementação promete melhores “frametimes” em aplicações Vulkan

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Nova proposta de implementação ao Vulkan promete melhorar a qualidade dos “frametimes” em jogos e outras aplicações que façam uso da API, assim reduzindo o “stuttering”.

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O desenvolvedor contratado pela Valve, Keith Packard, tem feito várias contribuições para o Linux no desktop nos últimos tempos, tem trabalhado em um projeto que visa aprimorar a qualidade dos “frametimes” em aplicações que façam uso da API Vulkan.

Esse novo projeto consiste na criação de uma nova extensão para o Vulkan a fim de substituir a atualmente utilizada “VK_GOOGLE_display_timing” (de agora em diante denominada “VGDT”), que até o momento é responsável pelo gerenciamento dos “frame/display timings” em aplicações rodando sob o Vulkan.

Segundo Keith, a VGDT possui deficiências quanto aos controles e flexibilidade da extensão, sobre as quais ele explica (em tradução livre):

Imagine que a aplicação está tentando renderizar a metade da taxa de quadros nativa. Utilizando a VGDT, a mesma seta o tempo de exibição de cada quadro separando-os com o dobro do tempo da taxa de atualização nativa. Quando um quadro não consegue atingir o seu tempo de exibição correto e é exibido um “frame time” atrasado, o mesmo acaba sobrepondo, e sendo exibido ao mesmo tempo do frame subsequente, que por sua vez está sendo exibido no tempo correto. A consequência disso é a exibição de um “glitch”, também conhecido como “stuttering”.

“Trocando em miúdos”, o que Keith disse é que a forma com que a VGDT faz o seu trabalho possui uma tendência a exibir “stutterings”. Com isso ele está propondo uma nova extensão chamada “VK_MESA_present_period”, que promete melhorar a qualidade dos “frametimes” corrigindo a forma com que cada frame é exibido. 

Atualmente a VGDT controla quando cada frame deve ser exibido. A ideia de Keith é que a sua nova extensão possa fazer um melhor trabalho, controlando também por quanto tempo cada frame será exibido, assim não permitindo que um frame se sobrepunha ao outro, o que deve garantir uma exibição mais “lisa”, uma vez que os quadros serão exibidos de uma forma mais organizada, minimizando o feedback visual mesmo quando erros ocorrerem.

Por fim, “stuttering” é um problema que estou tendo em vários jogos há bastante tempo, desde que comecei a jogar no Linux. Muitas vezes o jogo roda com uma taxa de quadros excelente, mas o “stuttering” acaba me fazendo optar por utilizar o Windows para rodar aquele game. É muito bom ver que atitudes estão sendo tomadas para corrigir especificamente esse problema. Agora é só esperar, e assim que for divulgada uma data para podermos testar essas novidades, certamente informarei aqui no blog Diolinux!

Você tem sofrido com os temíveis “stutterings” ao jogar no Linux? O quê acha da nova solução proposta? Conte-nos a sua opinião nos comentários abaixo!

O post original feito por Keith Packard pode ser encontrado aqui.

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Driver Linux NVIDIA da serie 440, traz boas novidades e melhorias

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A NVIDIA começou o ano de 2020 dando um belo update no driver Linux na série 440, mais precisamente na versão 440.59. Em 2019 ela também mostrou algumas novidades muito boas, que você pode conferir neste artigo.

Driver Linux NVIDIA da serie 440, traz boas novidades e melhorias






Algumas das melhorias que foram incorporadas, foram o suporte em conjunto com o Kernel Linux 5.5 no DisplayPort Multi-Stream Transport (DP MST), várias correções de vídeo, correção de um bug no DXVK em relação a compilação de shaders que ficavam em um loop infinito e um novo PRIME Synchronization como já visto nas outras releases da série 440 do driver.


As outras novidades e melhorias foram:

● Desativado limite do frame rate para configurações sem telas ativas quando o HardDPMS estiver ativado.

● Restringiu o número máximo de telas por dispositivo da GPU, para impedir que o X server travasse quando mais de uma tela da GPU estiver configurada para um único dispositivo.

● Corrigido um bug que poderia causar uma falha no X server ao sair do DPMS com o HardDPMS ativado.

● Adicionado um arquivo padrão ao salvar o arquivo para configuração de vídeo em nvidia-settings se o mesmo não for detectado.

● Adicionado suporte para áudio através do DisplayPort Multi-Stream. Este suporte requer o kernel Linux versão 5.5 ou mais recente.

● Atualizado o driver NVIDIA para permitir que os controladores de áudio de alta definição NVIDIA (HDA) respondam à exibição de eventos de hotplug enquanto o HDA ​​está suspenso no tempo de execução.

● Corrigido um bug que fazia com que os títulos DXVK fizessem loop infinito durante a compilação do shader, se nenhuma instrução OpSource estivesse presente.

● Adicionado o suporte à sincronização PRIME para o kernel Linux 5.4 e mais recente.

Para mais detalhes e download do driver, você pode obtê-lo aqui.

Bom, agora é aguardar a chegada do driver 440.59 nos repositórios das distros Linux, se é que não já chegou em algumas. Mas estou bem empolgado para poder testar juntamente com o Ubuntu 20.04 LTS, que ao meu ver, vai ser uma edição muito boa para os notebooks híbridos.

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PhotoFlare, um editor de foto e imagem Open Source

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Se você está procurando uma aplicação para edição simples de imagem e foto no Linux, o PhotoFlare pode ser essa ferramenta.


PhotoFlare, um editor de foto e imagem Open Source






Já fizemos dois artigos aqui no blog, abordando o assunto de edição e manipulação de imagem. O primeiro foi “5 Softwares para manipulação de imagens para Ubuntu e Linux Mint” e o segundo foi “5 softwares para tratamento de fotos para Ubuntu e Linux Mint”.


Algumas das funcionalidades presentes no PhotoFlare são:

● Ajustes de cores (brilho, contraste, etc);
● Cortar, Virar, Girar;
● Redimensionar e dimensionar;
● Ferramenta de texto;
● Ferramenta de forma;
● Varinha mágica;
● Seletor de cores;
● Filtros de fotos;
● Gradientes;
● Pincéis;
● Processamento em lote;
● Edição em lote das fotos;

Por hora, ainda não tem a opção de Layers (Camadas), mas ao que tudo indica na versão 2.0 do programa ela virá. O roadmap você pode conferir aqui. Eles também disponibilizaram um manual online (em inglês).



Por enquanto, ele está disponível para Linux e Windows. No Linux, por ora no AUR do Arch/Manjaro está disponível e para a base Ubuntu, além do próprio Ubuntu, o ZorinOS e o Mint. As versões do Ubuntu suportadas até o momento são: 18.04/18.10/19.04/19.10. No ZorinOS e no Mint, segue a instalação para a versão 18.04 do Ubuntu.

Para instalar ele no Ubuntu e derivados, é necessário adicionar um PPA, em que basta você abrir o terminal e digitar ou copiar e colar o seguinte comando:

sudo add-apt-repository ppa:photoflare/photoflare-stable -y && sudo apt update && sudo apt install photoflare -y

Feito isso, é só esperar a instalação terminar e procurá-lo no menu de aplicativos do seu sistema.

Tendo algum problema ou sugestão, basta acessar o GitHub do projeto e enviar para eles.

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Novidades no Linux Mint em Janeiro de 2020

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Como já é de praxe, o pessoal do Linux Mint anuncia uma release de cada mês, assim trazendo algumas novidades sobre o projeto. No mês de janeiro de 2020 não foi diferente.


 Novidades no Linux Mint em Janeiro de 2020





O post é feito pelo líder do projeto, Clement Lefebvre, onde ele começa com a menção para às 1022 doações recebidas, totalizando US$25.352,00 em um único mês. Também comentou que um novo ciclo se inicia e que vão começar o desenvolvimento em novos recursos que virão nas bases do LMDE 4 e do Linux Mint 20.

Na postagem, Clement deu ênfase na versão LMDE 4 (Linux Mint Debian Edition), comentando que ela receberá as melhorias e novidades lançadas no Linux Mint 19.3, como o HDT, boot-repair, sistema de reports, configuração de idiomas, HiDPI, melhorias do artwork, novo menu de boot, Celluloid, Gnote, Drawing, Cinnamon 4.4, XApp status icons , etc. Tudo sendo utilizado o Debian 10 como base.



Foi adicionado o suporte para a encriptação da home e aos submódulos do Btrfs.



Outra novidade que veio, foi a possibilidade de escolher a inicialização do LMDE 4 com os drivers proprietários da NVIDIA, facilitando assim quem tem computadores com GPUs dela e muito provavelmente também facilitando quem tem notebooks híbridos.


Agora são duas novidades muito aguardadas por quem usa o Linux Mint, que são a possibilidade de escolher a frequência dos monitores e usar a escala fracionada (fractional scaling).

A primeira era muito comum em alguns desktop environments (DE) e agora chega no Cinnamon 4.6.


E a outra é o fractional scaling, que já vinha sendo implementada em DEs como o Gnome e o KDE Plasma, agora chegando ao Cinnamon 4.6. Atualmente o Cinnamon só consegue definir valores em 100% (normal) ou em 200% (modo HiDPI), mas isso pode deixar a tela em alguns monitores “bugadas” ou “fora de prumo”. Também será possível fazer o ajuste se você tiver outro monitor conectado. Segundo Clement, em breve quem utiliza o Cinnamon 4.6, poderá ajustar para 125%, 150% ou 175% (além dos padrões já citados acima). Os testes ainda estão bem no “comecinho”, sendo descrito como um alpha ainda.

Comente aí nos comentários o que você achou dessas novidades e o que você espera do Linux Mint 20 e do LMDE 4

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WhatsApp Payments será disponibilizado este ano no Brasil

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sábado, 1 de fevereiro de 2020

O app de mensagem mais usado no Brasil, o WhatsApp, vai receber uma função que muitos brasileiros estavam querendo a um bom tempo (pode não ser o seu caso 😅), poder fazer pagamentos dentro do ecossistema do Facebook Group.


WhatsApp Payments será disponibilizado este ano no Brasil






Durante uma conversa com investidores nesta quarta-feira (29), o CEO e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg informou que além do Brasil, México, Índia e Indonésia receberam a novidade.

“Nós estamos trabalhando com o WhatsApp Payments há algum tempo. Em 2018 começamos um teste com 1 milhão de pessoas. Agora estamos esperando lançar a tecnologia em diversos países nos próximos seis meses. Nós vamos focar em diversas localidades onde o WhatsApp é mais forte: países como Índia, México, Brasil e Indonésia”.


Ele também explicou que a solução estará incorporada dentro do ecossistema de pagamento da empresa, o Facebook Pay, que será diferente da moeda virtual Lira.

Também foi explicada a integração com outros apps de mensagem da empresa, e disse que em teoria “já estão integrados”, acontecendo no backend.

“Em termos de integração, estamos bem integrados hoje, mas isso acontece debaixo da superfície. Mas imaginamos que, nos próximos anos, isso chegará aos usuários. Nós queremos ver funcionalidades que dão certo no Instagram Direct serem incorporadas no WhatsApp e Facebook Messenger (e vice-versa). Por outro lado, construímos algumas estruturas técnicas que não são integradas, e agora precisamos fazer um trabalho dobrado para uni-las. Um exemplo são as ligações: tem uma para o Facebook Messenger e outra para o WhatsApp”

Segundo a Panorama Mobile Time/Opinion Box, no Brasil o WhatsApp está instalado em cerca de 98% dos celulares dos brasileiros, segundo pesquisa deles. Também foi perguntado “Você gostaria de poder realizar pagamentos e transferências de dinheiro através do WhatsApp?” e 56% disse que Sim. Outra pergunta, foi “Como você preferiria gerenciar o dinheiro no WhatsApp?” e o resultado foi: 47% Conta bancária virtual criada no próprio WhatsApp; 23% Cartão de crédito e 30% Conta bancária tradicional.

Para ter acesso a pesquisa, basta fazer um cadastro simples na PanoramaMobileTime e assim recebê-la por e-mail.

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Distribuição DuZeru chega na versão 4

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Uma das mais tradicionais distro Linux brasileira, chega na versão 4 e vem com várias melhorias no “motor” da distro.


 Distribuição DuZeru chega na versão 4






Em 2018, fizemos um vídeo bem bacana mostrando a versão 3 do sistema e mostrando como essa distro BR se sairia.



A versão 4 do DuZeru vem baseada no Debian 10, mais precisamente na 10.2.0 e com o codinome Gato Maracajá. As nomenclaturas da distro se baseiam em animais em extinção. Outras novidades desta versão são:

● DuZeru Game Center;
● MegaNotes;
● Tela de login com Game Tetris;
● Pacote de ícones próprio.

Mascote da versão 4
Se você quiser ver a apresentação da nova versão, o pessoal do DuZeru fez um vídeo bem legal, que você pode conferir logo abaixo.


Para instalar e rodar o sistema, você precisa de um hardware relativamente simples, que você pode ver logo abaixo:




Se você quiser baixar o DuZeru, basta acessá-lo aqui.

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